ArcoMadrid 2016 reúne galerias de 27 países em sua 35ª edição.

Em sua 35ª edição, a Feira Internacional de Arte Contemporânea ArcoMadrid apresenta entre os dias 24 e 28 de fevereiro um verdadeiro encontro de arte global confirmando a presença de 221 galerias de 27 países. Um dos destaques desta edição é a presença numerosa de galerias da América Latina, 50 no total.

Sob o título “Imaginando outros futuros”, a ARCO optou por homenagear sua própria história com uma seleção das galerias que contribuíram de maneira especial nessas 35 edições da feira.

A seção de destaque deste ano reunirá a seleção das curadoras María e Lorena de Corral de 30 galerias de 14 países, com veteranos como a brasileira Fortes Vilaça, as mexicanas OMR e Kurimanzutto, a argentina Ruth Bezacar, a parisiense Lelong, e a espanhola, Juana de Aizpuru, fundadora da feira. Cada uma das galerias inscritas nesta seção contribuirá ao mosaico de tendências com dois artistas.

Do total de galerias participantes, 26% são latinas, 50 no total. Destas, 13 são do Brasil, seguido de Argentina (10), México (9), Colômbia (4), Chile (3), Peru (3), Porto Rico (2), Venezuela (2), Guatemala (1) e Equador (1).
A seção “Solo Projets” será a vitrine latina por excelência e contará com dois eixos “A arte na intersecção com o tempo” e “A subversão pelo caminho do humor em torno da arte”, dois temas que abordam “o humor como resistência política” e a fronteira entre a arte e outros gêneros como o cinema.

As galerias mais jovens tem mais espaço nesta edição com “Opening”, no qual Juan Canela e Chris Sharp reúnem desta vez às galerias com menos de sete anos de vida, e no qual repetem Daniel Marzona (Alemanha) e Michael Jon (Estados Unidos), e dão as boas-vindas a Agostiniana Ferreyra (Porto Rico), Joseph Tang (França) e Proyectos Ultravioleta (Guatemala).

Junto à venda de obras, ARCO Madrid serve também de marco para atividades profissionais como conversas e apresentação de projetos, com destaque para o ‘Fórum de Coleccionismo’, no qual falará o diretor do Museu de Arte Moderna de Nova York (Moma), Glenn Lowry, e a venezuelana Patricia Phelps de Cisneros, uma das mais influentes colecionadores da atualidade.