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  • Náufrago calado, Pedro Motta. Foto_Divulgação
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    Exposição coletiva reúne obras de 22 artistas no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia

Exposição coletiva reúne obras de 22 artistas no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia

A exposição coletiva ‘Mostra Ambiental: arte e movimentos’ reúne obras de 22 artistas no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), localizado no Jardim Europa, cidade de São Paulo. A mostra pode ser visitada entre 31 de agosto e 3 novembro de 2019. A entrada é gratuita.

Com curadoria de Cauê Alves, curador chefe do Museu, e Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, a exposição reúne desenhos, pinturas, fotografias e instalações que dialogam direta e indiretamente com questões ecológicas, além de abrir espaço para que organizações socioambientais apresentem suas ideias e ações.

A coletiva traz obras de artistas como Shirley Paes Leme, Vanderlei Lopes, Yiftah Peled, Alexandre da Cunha, Arthur Lescher, Brígida Baltar, Cláudia Jaguaribe, Dudi Maia Rosa, Luiz Zerbini, Pedro Motta e Rodrigo Bueno.

A convite do MuBE, as organizações Fundação SOS Mata Atlântica, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), Fundação Pró-Tamar, Save-Brasil e WWF-Brasil ocupam a área externa do Museu no dia da abertura e na tradicional feira dominical, trazendo uma série de ações ao longo do período expositivo.

Ambiental: arte e movimentos
Data: De 1 de setembro a 3 de novembro. Terça a domingo, das 10h às 18h
Local: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia – Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, São Paulo, SP
Mais informações: www.mube.space

  • José Bechara - “Ok, ok Let’s talk” - Em Berlim
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    Carioca José Bechara participa da exposição coletiva “Walking through Walls”, em Berlim

Carioca José Bechara participa da exposição coletiva “Walking through Walls”, em Berlim

Com curadoria de Sam Bardaouil e Till Fellrath, a exposição coletiva “Walking Through Walls” será inaugurada no dia 12 de setembro no Gropius Bau, Berlim.
A instalação “Ok, ok Let’s talk”, do artista carioca José Bechara, que integra o portfólio de representação da galeria Matias Brotas, estará na mostra.
O trabalho utiliza peças do mobiliário doméstico para produzir uma experiência plástica com marcado rigor formal, que sugere experiência sobre diálogos familiares difíceis, quase impossíveis.
Nesse mesmo período a cidade de Berlim oferece a Berlin Art Week com inúmeras exposições em galerias e museus e também as feiras Positions Berlin Art Fair e Art Berlin.
Sobre o artista
José Bechara é um artista plástico carioca, conhecido pela utilização diversificada de métodos e materiais.
Entre as principais exposições de Bechara estão a 25ª Bienal de São Paulo, o 29ª Panorama da Arte Brasileira, a 5ª Bienal do Mercosul e a  Trienal de Arquitetura de Lisboa de 2011.
Realizou individuais no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, em 2010, e no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, em 2013, entre outras. Bechara vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Serviço:
Data: 12 de Setembro 2019 à 12 de Janeiro 2020
Local: Gropius Bau – Niederkirchnerstraße 7, 10963. Berlin, Alemanha

Para Ler: Dica de livro por Matias Brotas

Um jovem aspirante a poeta, indeciso entre a carreira literária e a militar, Franz Kappus trocou cartas com o escritor Rainer Maria Rilke, entre os anos de 1903 e 1908.

Tal constância dá início a uma troca de correspondência na qual Rilke responde aos questionamentos do rapaz e,  mais do que isso, expõe suas opiniões sobre o que considerava os aspectos verdadeiros da vida.

Após a morte deste, portanto, os bilhetes repletos de conselhos de uma sabedoria avassaladora foram reunidos no livro Cartas a um Jovem Poeta, uma de suas obras mais significativas.

Embora escritas há mais de um século, as correspondências despertam reflexões sobre aspectos do século 21.

Entre as costumeiras dicas, algo como, “por isso, que fique registrado aqui, desde logo, um pedido meu; leia o mínimo possível de textos críticos e estéticos; ou são considerações parciais, petrificadas, que se tornaram destituídas de sentido em sua rigidez sem vida, ou são hábeis jogos de palavras; nos quais hoje uma visão sai vitoriosa, amanhã predomina a visão contrária”.

Sobre o escritor

Nascido em Praga, na República Tcheca, Rainer Maria Rilke (1875-1926) foi um dos grandes poetas de língua alemã no século 20. Rilke fez seus estudos nas universidades de Praga, Munique e Berlim e 1894 fez sua primeira publicação, uma coleção de versos de amor, intitulados Vida e canções (Leben und Lieder).

No Brasil, sua obra mais importante e conhecida é Cartas a um Jovem Poeta, publicado em 1929, após a morte de Rilke.

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  • As paisagens são tema constante na trajetória da artista.
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    Artista Mai-Britt Wolthers invade Vitória com exposição inédita

Artista Mai-Britt Wolthers invade Vitória com exposição inédita

Em 22 de agosto, a Matias Brotas Arte Contemporânea abriu suas portas para uma exposição individual que celebra os 25 anos de atividade profissional da dinamarquesa Mai-Britt Wolthers.
A mostra  traz diversas informações geográficas, estéticas, filosóficas e culturais no interior de cada obra, oferecendo uma viagem inédita por seu processo criativo, que sintetiza experiências anteriores da artista. A entrada é gratuita.
Intitulada de “Confluências em Verde”, a mostra reúne 13 obras que provocam o espectador por seu equilíbrio visual: é exuberante, barroca e intensa, mas é também contida, objetiva e silenciosa.
Os trabalhos se resumem, em geral, nas relações que consegue estabelecer entre forma, linha, cor, seja na pintura, escultura ou outros suportes.
“Gosto de fazer novas relações entre esses itens, sempre buscando o equilíbrio e às vezes até o desequilíbrio. Porém, sempre desejando alcançar o belo e a harmonia de alguma forma, mesmo em um trabalho menos equilibrado eu procuro a beleza, que obviamente é algo subjetivo”, destaca Mai-Britt.
 As paisagens são tema constante na trajetória da artista, ora elas falam de uma paisagem natural, externa e tropical, ora falam de uma paisagem doméstica, íntima e cotidiana.
Por isso os seus elementos formais sugerem tanto imagens naturais oriundas da botânica quanto imagens criadas pelo homem em ações artesanais e industriais.
Para a exposição, a artista produziu uma escultura inédita em madeira e cimento pintado com mais de dois metros de altura.
“A obra na exposição tem a função de unir as demais obras que estarão ao redor dela dialogando; e ao mesmo tempo ela se encontra um pouco sozinha e diferente das demais obras, bem no meio da sala”, ressalta Mai-Britt.
Nomeada de “Lonely tree”, a escultura pode ser associada ao indivíduo na contemporaneidade; solitário e ao mesmo tempo ciente da importância das relações para […]

  • Antônio Bokel - série “sede”
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    Exposição reúne obras de 19 artistas no Centro Cultural dos Correios

Exposição reúne obras de 19 artistas no Centro Cultural dos Correios

Artistas brasileiros e internacionais apresentam seus trabalhos na exposição ‘O Negócio da Alma’, que foi iniciada no dia 17 de julho, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro.

A mostra, que fica em cartaz até 1º de setembro, reúne obras em diversas linguagens e suportes como pinturas, desenhos, esculturas e gravuras.

A exposição, idealizada por Antonio Bokel, com o acompanhamento curatorial de Sonia Salcedo del Castillo, contará com 19 artistas de diferentes backgrounds e propõe um diálogo atemporal entre abstração e figuração; alternando formas e expressões que vão do primitivo ao frescor urbano contemporâneo. Segundo Bokel, a exposição é um diálogo atemporal entre artistas que tem o gesto, a espontaneidade e trabalham a arte de forma instintiva.

“A mostra propõe uma reflexão entre forma e expressão. E o meu papel neste trabalho é o de acompanhar o projeto curatorialmente, ou seja, orientar e editar o que será apresentado”, destaca Sonia Salcedo del Castillo.

Sobre Antonio Bokel 

A trajetória do trabalho de Antonio Bokel, formou, em poucos anos de investigação pictórica; à criação de um mundo de signos próprios; que relacionam-se entre si pelo total despreconceito tipológico.

O traço culto convive com símbolos gráficos primários de forma a complementá-los ora de forma crítica; ora envoltos em harmonias desconcertantes que amplificam suas intenções; criando então a complexidade que sua obra encerra.

O trabalho de Antônio Bokel tem a seu favor, a energia de uma posição estética bem definida; mesmo que com um grande número de referências visuais.

Programe-se:

“O Negócio da Alma”

– Período expositivo: até 1º de setembro de 2019

– Horário: de 12h a 19h (de terça a domingo)

– Local: Centro Cultural dos Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro)

– Classificação etária: livre

– Entrada franca

 

  • José Bechara: “Casa pintada”, série Open House – Projeto A Casa (2006) / foto: Jaime Acioli
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    Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugurou em julho uma exposição em homenagem a Reynaldo Roels Jr., falecido durante sua gestão como curador do Museu.

Com curadoria de Fernando Cocchiarale, a mostra reúne obras de 15 artistas que Reynaldo admirava e com os quais mantinha contato permanente, como José Bechara; Manfredo de Souzanetto; Anna Maria Maiolino; Vicente de Mello; Franz Weissmann e Victor Arruda.

Trata-se de um resumo que materializa referências e rumores artístico-afetivos de Roels no espaço onde a mostra está montada.

Trajetória de Roels

A trajetória profissional de Reynaldo Roels Jr. se entrecruza com diversos momentos da história recente do MAM Rio, de onde foi curador de 2007 até a sua morte súbita em 2009, e coordenador do Núcleo de Pesquisa do Museu de 1991 a 1992.

Foi ainda curador da Coleção Gilberto Chateaubriand de 1997 a 2000, e diretor da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage entre 2002 e 2006, e crítico de arte do “Jornal do Brasil”, de 1985 a 1990.

Programe-se:

“Homenagem a Reynaldo Roels Jr.”

– Período expositivo: até 25 de agosto de 2019

– Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo)

– Classificação etária: livre

  • Raphael Bianco e Matias Mesquita_Foto Cacá Lima
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    Última semana para visitar a exposição ‘Cenas de lembranças impermanentes’

Última semana para visitar a exposição ‘Cenas de lembranças impermanentes’

Quem ainda não conferiu a exposição “Cenas de lembranças impermanentes”, que está sendo exibida na Matias Brotas Arte Contemporânea, tem poucos dias para conhecê-la. Ela fica em cartaz somente até a próxima sexta-feira (9).

A exibição traz ao público produções inéditas dos artistas Matias Mesquita e Raphael Bianco, que apresentam proposições diferenciadas sobre a produção de imagens na contemporaneidade. A entrada é gratuita.

Segundo a curadora Ananda Carvalho, os artistas tratam de distintas perspectivas e cenas acerca da representação da ilusão e da efemeridade, por isso o nome da exposição.

Matias trabalha a ideia de impermanência por meio de uma pintura que desconstrói seu suporte tradicional. São paisagens sobrepostas a materiais como barro ou blocos de cimento; Raphael, por sua vez, solicita o espaço da tela por meio de imagens aparentemente realistas. Suas obras buscam discutir sobre a construção da memória, ressaltando um passado que se reinventa constantemente.

Já o processo artístico do capixaba Raphael Bianco contempla o papel da imaginação na construção da memória. Para Bianco, ao contrário de Mesquita, é importante solicitar o espaço da tela para a pintura.

O processo de criação da série presente nesta exposição coincidiu com a mudança de local do ateliê do artista. Nos gestos de desmontagem do espaço, as memórias também se reorganizam, também são desmontadas. Em suas novas pinturas, o artista procura perscrutar momentos breves de paisagens que embaralham objetos, lembranças e recorrências de trabalhos anteriores.

Programe-se:

“Cenas de lembranças impermanentes”

– Período expositivo: até 9 de agosto de 2019

– Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h, e aos sábados com agendamento.

– Local: Galeria Matias Brotas, localizada na Av. Carlos Gomes de Sá, 130, Mata da Praia

Matias Brotas oferece o curso Arte Contemporânea no Brasil

A Matias Brotas Arte Contemporânea vai oferecer pela terceira vez o curso Arte Contemporânea no Brasil a partir do dia 7 de agosto. O curso, ministrado por Ricardo Maurício Gonzaga, acontece durante quatro dias, com duração de 3 horas por aula, e início às 19h.

O conteúdo que será abordado apresenta um panorama geral da produção de arte contemporânea no Brasil. A partir do exame dos mais representativos artistas e obras, estabelece relações com a produção internacional; identifica questões teóricas específicas; analisa as singularidades da experiência artística brasileira e discute a redefinição contemporânea da obra de arte.

Sobre Ricardo Maurício

Ricardo Maurício expõe seu trabalho desde 1978, quando participou do 2º Salão Carioca de Arte, a princípio com desenho, depois gravura, pintura, objetos, instalações e, finalmente, performance e vídeo.

Fez parte da chamada Geração 80, participando de várias exposições memoráveis como Pau Pedra Fibra e Metal e Imagens Indomáveis, ambas no Parque Lage e Arte no Espaço, no Planetário da Gávea, todas no Rio de Janeiro.

Em 1984 ganha um dos prêmios de aquisição do Salão Arte Contemporânea Brasileira, na UFF, em Niterói, considerado como sendo talvez o mais representativo daquele momento.

Mestre (2001) e doutor (2005) em Linguagens Visuais  pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é professor do Departamento de Artes Visuais da UFES desde 2002.

  • Antonio Bokel_Artista_Prêmio Pipa
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    Antonio Bokel figura na lista do Prêmio Pipa, o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais

Antonio Bokel figura na lista do Prêmio Pipa, o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais

Entre os 76 artistas indicados para a edição de 2019 do Prêmio Pipa está Antonio Bokel.

Ao longo das duas últimas décadas, Bokel tem apresentado seu trabalho no Brasil e no exterior; em galerias e em intervenções urbanas, fazendo a ponte entre a arte de rua e a arte contemporânea.

“A pintura é a minha base, é onde eu tenho mais presença. Os outros trabalhos são um complemento que me ajudam até mesmo na pintura. Mas eu misturo tudo, pois às vezes eu fotografo e transformo em serigrafia e a serigrafia vai parar na tela. Tem obras que eu deixo fluir a intuição e existem outras que são mais pensadas, obras que faço para o próprio espectador pensar”, ressalta o artista.

Criado em 2010, o Pipa tem como objetivo estimular a produção nacional de arte contemporânea, divulgando e apoiando novos artistas brasileiros.

Conheça um pouco do artista:

A trajetória do trabalho de Bokel, formou, em poucos anos de investigação pictórica; à criação de um mundo de signos próprios, que relacionam-se entre si pelo total despreconceito tipológico.

O traço culto convive com símbolos gráficos primários de forma a complementá-los ora de forma crítica; ora envoltos em harmonias desconcertantes que amplificam suas intenções, criando então a complexidade que sua obra encerra.

Talvez não haja na expressão contemporânea, uma arte mais universal que a arte que nasce do olhar da rua.

O grafite, que serve de pilar a arte de Bokel; está ligado a um modo de pensar urbano por excelência em todas as suas formas de apresentação e esta sensibilidade comum.

Faz com que possamos reconhecer os mesmos símbolos, sejam nos viadutos de SP, nos muros de Zagreb, nos subúrbios de Budapeste ou Paris.

Esta extensão temática entretanto, proporciona uma standartização que dilui o gênese libertário […]

  • Andre Andrade e Andrea Brown
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    Galeria Matias Brotas recebe exposição ‘Paisagens do Antropoceno’

Galeria Matias Brotas recebe exposição ‘Paisagens do Antropoceno’

Até 3 de maio a galeria Matias Brotas Arte Contemporânea apresenta a exposição Paisagens do Antropoceno com 20 obras dos artistas cariocas Andrea Brown e André Andrade.

A mostra traz obras geométricas e pinturas produzidas a partir das perspectivas de imagens desconstruídas pela lente do antropoceno, em que as atividades humanas começaram a ter um impacto nas paisagens e na natureza. Nessa realidade, não existe paisagem natural, já que toda ela passa a derivar de uma construção humana.

A artista Andrea Brown olha com sutileza, para a cidade, para o ambiente urbano e construído. A partir de construções geométricas regulares, a artista evoca elementos que remetem diretamente ao interior das casas: cobogós, pisos, janelas, escadas – um dos poucos recintos do antropoceno no qual a escala humana ainda persiste, carregando consigo memórias, afetos, sensibilidades e individualidades.

Já as pinturas de André Andrade se refletem e se distorcem na água, explorando dois gêneros tradicionais da pintura: o retrato e a paisagem. No entanto, para ele não interessam imagens e paisagens que já vêm prontas, “o objetivo é compreender os fatos e as causas que concorreram para a formação e o caráter construtivo e ilusório das mesmas. Sou cativado pelo reflexo, pelo fragmento, por aquilo que possa vir a ser, mas ainda não é ou não foi” destaca o artista André Andrade.

Se paisagem é algo construído, o artista mostra por meio das suas obras que ela também pode ser desconstrução. Cada obra foi gerada pelo artista, alimentada de suas observações e nasceu delicadamente em forma de arte.

Serviço:

“Incertezas Amanhecem”

Data: 28 de março a 3 de maio

Local: Galeria de Artes Matias Brotas, localizada na Av. Carlos Gomes de Sá, número 130, Mata da Praia

Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h, e aos sábados com agendamento