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  • Suzana Queiroga | Exposição Individual | Cassia Bomeny | Ipanema, Rio de Janeiro | 05.07.18 a 17.08.18
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    Suzana Queiroga | Exposição Individual | Cassia Bomeny | Ipanema, Rio de Janeiro | 05.07.18 a 17.08.18

Suzana Queiroga | Exposição Individual | Cassia Bomeny | Ipanema, Rio de Janeiro | 05.07.18 a 17.08.18

A artista plástica Suzana Queiroga inaugura no dia 05 de julho exposição individual de pinturas na Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema, Rio de Janeiro, com curadoria do crítico de arte Fernando Cocchiarale, curador do MAM Rio.
A exposição é dedicada exclusivamente à pintura e serão apresentados cerca de quinze trabalhos inéditos, que tratam do cromatismo, da propagação de luz e remetem à ideia de infinito e continuidade, em um desdobramento da pesquisa da artista sobre os fluxos.

A exposição terá pinturas em tamanhos variados, que vão desde 40cmX40cm até 1,20mX2,40cm. A palheta de cores passa pelo azul, pelo verde e pelo violeta. “São cores ligadas  imenso, aos grandes espaços como o céu e o mar, e as relaciono com a ideia de infinito”, explica Suzana Queiroga. Artista multimídia, ela sempre produziu em todos os suportes, como pintura, desenho, vídeo e instalação, mas há sete anos não fazia uma exposição somente de pinturas. “Eu comecei minha trajetória artística pintando e nunca deixei de pintar. Estava devendo a mim e ao Rio de Janeiro uma exposição dedicada exclusivamente à pintura“, conta.
“Conforme as anotações da própria artista, é possível concluir que sob as notáveis transformações experimentadas por sua pintura permanece, alinhavando-as, a diferença alternativa de sua fatura luminosa em relação à fatura matérica que frequentemente marcou a  produção daqueles que promoveram a retomada da pintura na década de 1980”, ressalta o curador Fernando Cocchiarale. 
Há 10 anos a artista pesquisa a questão do fluxo e do tempo. Em sua recente exposição no Paço Imperial, realizada de março a maio deste ano, essas questões se desenvolveram muito ligadas à cartografia das cidades e à paisagem. Nos trabalhos que serão apresentados na exposição, a questão dos fluxos continua presente, mas […]

  • Renata Egreja | ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’ | Museu de Arte de Goiânia | 10.07.18 a 26.08.18
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    Renata Egreja | ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’ | Museu de Arte de Goiânia | 10.07.18 a 26.08.18

Renata Egreja | ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’ | Museu de Arte de Goiânia | 10.07.18 a 26.08.18

A artista Renata Egreja inaugura no dia 10 de julho exposição individual no Museu de Arte de Goiânia com visita guiada por ela no dia de abertura.
A exposição contará com um apanhado de obras de diversos momentos e uma grande pintura inédita intitulada ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’. Nelas dois seres dialogam em meio a um ambiente onírico e fantasioso. Em que tempo eles estão? A pintura tem um tempo?
Segundo a artista, essa obra carrega o nome da exposição que é otimista e se posiciona como uma bandeira de esperança perante as tragédias cotidianas, as vezes perante um expectador mais aflito pode parecer irônica.
‘Já que temos tempo, sejamos felizes é uma exposição contemporânea, onde sentimentos de impermanência, ilusão e alienação correm lado a lado com a urgência de deslocamento e mudança. Minhas pinturas narram essas desventuras de forma sutil e poética’, explica a artista.
A exposição fica aberta para divulgação até 26 de agosto.
Sobre a artista
Renata Egreja nasceu em São Paulo em 1984. Iniciou os estudos em artes visuais na FAAP e terminou na Ecole dês Beaux Arts de Paris, onde também concluiu o mestrado em 2010. Quando retornou para São Paulo participou de diversas exposições individuais e coletivas. Entre os prêmios mais relevantes obteve em 2012 o Premio Itamaraty de Arte Contemporânea e a residência artística na Índia oferecida pelo Itamaraty e o MAB Faap. Sua pintura é de forte inspiração ornamental e suas composições apresentam uma tendência um tanto quanto construtiva. A utilização de uma grande paleta de cores é uma forte característica de suas obras.

  • Inscrições abertas | #Curso2 MBac | Lincoln Dias | ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ | 07, 14, 21 e 28 de agosto
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    Curso 02 MBac | Inscrições abertas | ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ | Lincoln Dias | 07, 14, 21 e 28 de agosto

Curso 02 MBac | Inscrições abertas | ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ | Lincoln Dias | 07, 14, 21 e 28 de agosto

Vem aí o curso 02 do projeto ‘Ciclo de Cursos’ da Matias Brotas arte contemporânea. O tema será ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’, e será ministrado pelo professor e artista Lincoln Dias. As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. O curso acontece nos dias 07, 14, 21 e 28 de agosto.

A arte moderna e a arte contemporânea apresentam enormes dificuldades de compreensão e geram no público reações de descrédito, irritação, cinismo e perplexidade. Na expectativa de apontar as razões dessas dificuldades, o curso irá tratar das circunstâncias de produção, circulação e recepção da arte no mundo industrial moderno e no mundo informatizado contemporâneo, entendendo que estas circunstâncias são decisivas nos modos como o valor e o significado das obras são socialmente construídos.

Segundo Lincoln Dias, o curso parte das distinções essenciais entre arte moderna e arte contemporânea, quanto aos pressupostos estéticos, materialidade, estilo e pensamento particular de artistas e críticos. “Ganham destaque as ideias de obra e de público, surgidas na modernidade, bem como o ideal de autonomia da arte com relação aos outros setores da vida social. No plano de fundo se encontram questões mais abrangentes, como as confusões entre as ideias de arte e de imagem e as relações entre arte, cultura e realidade. O curso articula essas diferentes questões a partir da discussão comparada do pensamento e da experiência de alguns dos mais significativos artistas e teóricos da arte recente, nas suas dimensões estética, ética e política”, explica.

Arte moderna e arte contemporânea continuidade e rupturas
Lincoln G. Dias
Dias: 07 | 14 | 21 | 28 | Agosto
Horário: 19h às 21h30
Local do curso: Matias Brotas – Avenida Carlos Gomes de Sá, 130, Vitória. (subida da Maternidade Santa Úrsula). […]

Para Ler: Dica de livro por Nuno Ramos

Cassandra, de Christa Wolf, editado pela Estação Liberdade

“Li recentemente este livro e achei muito interessante, pois quero fazer uma performance que usa a tragédia grega ‘Antígona’, de Sófocles. O livro é um misto de ensaio e novela muito interessante.

Sobre o livro: Prisioneira de Agamenon frente aos portões de Micenas, Cassandra só tem algumas horas de vida antes que os guardas de Clitemnestra cheguem para levá-la. Começa, então, a repassar o que foi sua vida e seu destino. O monólogo criado pela escritora alemã Christa Wolf coloca em cena os conflitos interiores vividos por esta bela dramática personagem, figura mitológica da Guerra de Tróia. Cassandra, filha dos reis troianos Príamo e Hécuba, num discurso poético e exasperante, lembra sua infância no palácio de sua família, a dolorosa separação de seu pai, seu mergulho na loucura quando suas visões contradiziam as verdades palacianas, os sofrimentos durante a interminável guerra que assolava sua gente. Amada por Apolo, tinha o dom da profecia, porém, como não quis se entregar a ele, recebeu o castigo divino de que ninguém acreditaria em suas palavras.

As observações que ela vai tecendo, em diálogos imaginários, fluindo e refluindo no tempo, revelam as facetas da alma humana e do próprio homem acossado pela guerra. Cassandra enfrenta sua própria morte, prevista por ela mesma. Ela enfrenta com lucidez o medo que sente: “Mas quando foi que minha arrogância frente à dor se desfez? No começo da guerra, evidentemente. Desde que vi o medo dos homens: que era o medo diante da luta, senão medo da dor física? Seus truques extravagantes para negar o medo ou fugir da luta, diante da dor”.

  • Inscrições abertas | #Curso2 MBac | Lincoln Dias | ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ | 07, 14, 21 e 28 de agosto
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    Inscrições abertas | #Curso2 MBac | Lincoln Dias | ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ | 07, 14, 21 e 28 de agosto

Inscrições abertas | #Curso2 MBac | Lincoln Dias | ‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ | 07, 14, 21 e 28 de agosto

‘Arte moderna e arte contemporânea: continuidade e ruptura’ é o tema do 2º curso da Matias Brotas arte contemporânea. E as inscrições já estão abertas. Garanta sua vaga! O curso acontece nos dias 07, 14, 21 e 28 de agosto, e será ministrado pelo professor e artista Lincoln Dias.

A arte moderna e a arte contemporânea apresentam enormes dificuldades de compreensão e geram no público reações de descrédito, irritação, cinismo e perplexidade. Na expectativa de apontar as razões dessas dificuldades, o curso trata das circunstâncias de produção, circulação e recepção da arte no mundo industrial moderno e no mundo informatizado contemporâneo, entendendo que estas circunstâncias são decisivas nos modos como o valor e o significado das obras são socialmente construídos.

Segundo Lincoln Dias, o curso parte das distinções essenciais entre arte moderna e arte contemporânea, quanto aos pressupostos estéticos, materialidade, estilo e pensamento particular de artistas e críticos. “Ganham destaque as ideias de obra e de público, surgidas na modernidade, bem como o ideal de autonomia da arte com relação aos outros setores da vida social. No plano de fundo se encontram questões mais abrangentes, como as confusões entre as ideias de arte e de imagem e as relações entre arte, cultura e realidade. O curso articula essas diferentes questões a partir da discussão comparada do pensamento e da experiência de alguns dos mais significativos artistas e teóricos da arte recente, nas suas dimensões estética, ética e política”, explica.

Arte moderna e arte contemporânea continuidade e rupturas
Lincoln G. Dias
Dias: 07 | 14 | 21 | 28 | Agosto
Horário: 19h às 21h30
Local do curso: Matias Brotas – Avenida Carlos Gomes de Sá, 130, Vitória. (subida da Maternidade Santa Úrsula). Tel: (27)3327-6966.

O curso aborda as distinções históricas e conceituais entre […]

  • Ana Paula Oliveira | ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ | MUBE - Museu de Arte Brasileira | São Paulo | 11.05.18 a 29.07.18
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    Ana Paula Oliveira | ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ | MUBE – Museu de Arte Brasileira | São Paulo | 11.05.18 a 29.07.18

Ana Paula Oliveira | ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ | MUBE – Museu de Arte Brasileira | São Paulo | 11.05.18 a 29.07.18

Ana Paula Oliveira expõe seu trabalho em exposição sobre a floresta Amazônia do MUBE

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, abriu nova exposição dedicada à maior floreste do mundo e reafirma sua missão original de levantar a bandeira da ecologia. É a mostra ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ que apresenta os resultados e desdobramentos de uma viagem científica e de artistas à floresta amazônica, sob coordenação da bióloga Lucia Lohmann, que assina a curadoria ao lado de Cauê Alves. Lohman liderou uma equipe de pesquisa pela floresta e sempre tinha suas expedições acompanhadas por artistas, convidados a criar novos trabalhos a partir dessa experiência.

Uma das artistas em destaque é a Ana Paula Oliveira, que recentemente entrou para o time da Matias Brotas e estava na exposição ‘De Sangue e Ossos’. No MuBE, a artista apresenta uma obra de sua série ‘Vai que vai’, uma instalação de vidro, chumbo e borracha vulcanizada.

Essa exposição, ao unir arte e ciência, abre uma janela para aproximar o público da Amazônia, mostrando sua riqueza, exuberância a importância para a sobrevivência do planeta. Entre os objetos e trabalhos expostos, fica evidente o quanto é necessária a integração entre registros históricos, artísticos e científicos para a compreensão de um ambiente complexo como a Amazônia. A mostra apresenta o trabalho científico ao lado de produções artísticas de diferentes períodos, desde os viajantes do século XIX até produções contemporâneas. Para abranger os temas propostos, a exposição é dividida em três núcleos principais: Núcleo Histórico, Núcleo Científico e Núcleo de Arte.

O Núcleo Histórico traz obras originais dos primeiros viajantes que desbravaram a Amazônia nos séculos passados. Misto de cientistas e artistas, Karl Friedrich Philipp von Martius e Alexander von Humboldt destacam-se […]

  • João Wesley de Souza | Revista GAMA 11 | Estudos Artísticos | Faculdade de Belas-Artes | Universidade de Lisboa | Portugal
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    João Wesley de Souza | Revista GAMA 11 | Estudos Artísticos | Faculdade de Belas-Artes | Universidade de Lisboa | Portugal

João Wesley de Souza | Revista GAMA 11 | Estudos Artísticos | Faculdade de Belas-Artes | Universidade de Lisboa | Portugal

Uma análise sobre obras da artista Rosana Paste desenvolvida nos últimos 20 anos. É o que fala o artigo ‘O corpo no transito entre a presença e ausência em Rosana Paste’, do artista João Wesley de Souza, destaque na Revista GAMA 11 deste ano, publicação semestral da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, Portugal.

Veja parte do texto publicado:

O corpo no trânsito entre a presença e ausência em Rosana Paste
Como apresentar toda extensão imaginativa que surgiria como consequência de um olhar sobre três imagens de Rosana Paste? Como apontar uma inclinação poética que emerge de uma leitura destas obras, (Figuras 1, 2 e 3) selecionadas de um escopo de duas décadas de produção de configurações espaciais? No sentido de saciar estes questionamentos iniciais e de permitir a aparição de outros entendimentos que surgirão no decorrer deste esforço monográfico, é que vamos construir à narrativa que se segue. Para tal proposição vamos desenvolver três tópicos que, em tese, na sua totalidade, nos permitiria investigar as consequências imaginativas e conceituais identificadas no jogo entre um corpo presente e sua ausência.

O corpo ausente.
Este primeiro tópico decorre sobre o sentido de ausência do corpo suscitado por uma presença visual. Tal possibilidade interpretativa seria suportada pela evidência desta pulsão imaginativa. A figura um, que fora sujeitada a seleção previamente realizada pelo presente autor, seria o referente visual sobre o qual se apoiaria esta possibilidade de abordagem e de entendimento.

O jogo entre o que aqui está, e o que resta do que aqui esteve.
Neste segundo tópico, usando outra imagem, a figura dois, extraída de outro recorte temporal do processo artístico de Rosana Paste, estudaríamos as possibilidades discursivas sobre o corpo, seus moldes e suas presenças materiais com suas […]

Para Ler: Dica de livro por Ana Teixeira

Um relato sobre a leitura do livro “O escolhido foi você”, de Miranda July, Companhia das Letras, 2013

Meu primeiro contato com Miranda July foi ao assistir seu filme “Eu, você e todos nós” (Me and you and everyone we know), de 2005, que estreou no Brasil durante a 29ª Mostra Internacional de Cinema, em outubro daquele ano.

Miranda define-se em seu site (www.mirandajuly.com) como cineasta, artista e escritora. Minha identificação com ela aconteceu antes que eu soubesse disto, mas esta multiplicidade me interessa e quase sempre me vejo envolvida por pessoas que afirmam ter mais de uma profissão.

Eu assisti ao “Futuro”, seu segundo longa, na Mostra Internacional de 2011. O filme trata com ironia e algum desprezo dois jovens adultos contemporâneos e sua incapacidade de amadurecer.

O livro “O escolhido foi você” é o resultado de uma pesquisa feita por Miranda durante a concepção do roteiro deste filme, em meio a uma crise criativa e à espera de financiamento para rodar o longa. Tem um formato que não se encaixa em nenhuma categoria pré-estabelecida. Não é um romance, nem um relato documental apenas. A artista/etc entrevista pessoas que vendem bens pessoais por meio de um jornalzinho distribuído gratuitamente no bairro onde mora. Ursinhos Carinhosos, uma jaqueta de couro, um velho secador de cabelos… Miranda propõe-se a conhecer de perto os vendedores destes itens e as conversas são transcritas no livro em meio a fotos dos personagens em seu cotidiano, e reflexões da autora sobre sua vida, sua produção artística, angústias existenciais e solidão, que, no final das contas, são temas que pertencem e atormentam a todos nós.

Diz ela: “Tudo que eu sempre quis mesmo saber é como as pessoas estão se virando na vida – onde […]

  • Ciclo de Cursos MBac | Curso 1: 'Notas de estética na arte contemporânea' | Alexandre Emerick Neves | 02, 09, 16, 23 e 30 de maio
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    Ciclo de Cursos MBac | Curso 1: ‘Notas de estética na arte contemporânea’ | Alexandre Emerick Neves | 02, 09, 16, 23 e 30 de maio

Ciclo de Cursos MBac | Curso 1: ‘Notas de estética na arte contemporânea’ | Alexandre Emerick Neves | 02, 09, 16, 23 e 30 de maio

Ciclo de Cursos MBac vai aproximar o público da arte.

O Ciclo de Cursos da Matias Brotas Arte Contemporânea de 2018 visa apresentar ao público o vasto universo da arte, do sensível ao inteligível, do contemplativo ao interativo, do estético ao político.

O Ciclo começa no próximo dia 02 de maio com o curso ‘Notas de estética na arte contemporânea’, ministrado pelo professor Dr. Alexandre Emerick Neves. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas neste link

O curso aborda criação, produção e recepção da arte no mundo contemporâneo, bem como os processos de circulação, exibição e institucionalização das obras. Ganham destaque as conturbadas relações da arte com os conflitos contemporâneos, com as coerções e seduções do mercado e com a experiência de participação do espectador.

O curso acontecerá nos dias 02, 09, 16, 23 e 30 de maio, sempre das 19h às 21h30.

Alexandre Emerick é artista visual e doutor em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, é professor de História e Teoria da Arte do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo. Como artista, participou de exposições no Museu Nacional de Belas Artes e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Atuou como restaurador de obras de arte em instituições como Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República e Biblioteca Nacional.

Segundo o coordenador pedagógico do Ciclo de Cursos, o artista visual e professor da UFES Lincoln G. Dias, a finalidade da Matias Brotas Arte Contemporânea é participar do circuito cultural local, de modo a ampliar a oferta de eventos e contribuir para a formação do público das artes.
Todos os cursos terão um encontro semanal de duas horas e meia […]

  • Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18
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    Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

José Bechara, Ana Paula Oliveira, Vanderlei Lopes, Shirley Paes Leme, Nuno Ramos, Renan Cepeda, são alguns dos artistas representando pela galeria Matias Brotas arte contemporânea selecionados para a exposição IFF 2018, Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, São Paulo, que traz um recorte da coleção do João Figueiredo Ferraz e Dulce Ferraz.

A mostra desse ano partiu de duas premissas: mostrar as aquisições mais recentes da Coleção Figueiredo Ferraz e privilegiar aqueles trabalhos que nunca ou poucas vezes foram mostrados. Portanto, a #IFF2018 não aborda um tema ou uma questão específica, mas indica várias possibilidades e caminhos que a produção contemporânea oferece, a partir do olhar do colecionador e pensada por um colecionador. A exposição segue para visitação até dezembro com entrada franca.

A mostra deste ano foi concebida em pequenos grupos a partir de afinidades formais, temáticas, técnicas, ou ainda poéticas entre as obras. Organizados por salas ou paredes, esses grupos propõem alguns entre os inúmeros diálogos possíveis desta seleção, que abrange apenas um percentual de toda coleção.
Algumas obras foram remontadas como as instalações A Espera, de Gisela Motta e Leandro Lima, e Metade da Fala no Chão – Piano Surdo, de Tatiana Blass (apresentada pela primeira vez na 29ª Bienal Internacional de São Paulo), muito apreciadas quando expostas anteriormente no IFF, além dos trabalhos em exposição permanente de Iole de Freitas e Marcius Galan.

Um dos trabalhos em destaque também é de Ana Paula Oliveira, a obra ‘Vai que Vai’, 2015, um vídeo instalação em dois canais que é impossível virar o olhar e admirar fixamente a integrante obra.

Veja vídeo da obra da artista: