Adrianna Eu

  • Adrianna EU | ‘Transformação’ | Casa Firjan | Rio de Janeiro | agosto a dezembro
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    Adrianna EU | ‘Transformação’ | Casa Firjan | Rio de Janeiro | agosto a dezembro

Adrianna EU | ‘Transformação’ | Casa Firjan | Rio de Janeiro | agosto a dezembro

Casa Firjan, uma mansão centenária no bairro Botafogo, no Rio de Janeiro, é o mais novo espaço de arte da cidade carioca. Com curadoria de Marcelo Dantas, a casa abriu ao público com a exposição coletiva ‘Transformação’, que marca a programação dos seis primeiros meses da Casa e segue com visitação gratuita até dezembro.

A instalação inédita “aula de pesca para iniciantes”, da artista Adrianna EU, é um dos destaques da mostra. A obra é composta de cinco milhões de metros de fio de linha de costura vermelha, e anzóis prateados, e fala sobre a eliminação do objeto a ser capturado. Nas palavras da própria artista ‘A pesca do próprio mar como uma alusão ao amor pelo ato de amar. O desejo de amar”.

A mostra “Transformação” também traz painéis digitais, objetos, esculturas e atividades interativas, convidando o público a entrar por um túnel e fazer um passeio pela história da indústria no Rio de Janeiro e no Brasil. Ao contemplar o presente e vislumbrar o futuro da indústria e da sociedade como um todo, o visitante é levado a refletir sobre os desafios da nova economia.

Reunindo um casarão histórico, um prédio novo de quatro andares, duas casas geminadas e um jardim — são 10. 000 metros quadrados de terreno e 7.500 de área construída —, a ideia da Casa Firjan é abrigar palestras, workshops, cursos, aulas imersivas e laboratórios, além de atividades culturais, como exposições, apresentações musicais, sessões de cinema ao ar livre e um restaurante.

Para montarem a Casa Firjan, profissionais da Federação das Indústrias visitaram centros de ponta na Europa, como o Waag Society & Fablab, em Amsterdã, e o Space 10, referência em estudos de futuro, em Copenhague.
O espaço de inovação carioca […]

Adrianna EU | Nova artista representada pela Matias Brotas

Adrianna EU é a nova artista que compõe o portfólio artístico da Matias Brotas arte contemporânea.

A carioca é formada pela Escola de Artes Visuais EAV – Parque Lage (RJ) onde frequentou cursos de Malu Fatorelli entre 2003 e 2006; e em Filosofia, com Auterives Maciel, no Museu da República entre 2003 e 2007. Adrianna também tem no currículo a residência internacional em Galeria Real -Amã, na Jordânia, em 2008.

Como nome artístico adotou “Adrianna eu” (nome que a representaria), pensando nisso como um nome-trabalho. Tendo como um de seus temas as relações das pessoas com a própria identidade, foi tomada por um desejo de ter no seu próprio nome uma “provocação” que já considera como um trabalho inicial. Adrianna Eu é um nome-trabalho que pretende provocar no outro um sentimento de reflexão. Com a intenção de gerar um estranhamento e levantar as questões dos limites do próprio eu, para cada lugar que a artista viaja, o pronome “eu”, por não se tratar de um sobrenome, é traduzido para a língua local, possibilitando assim que o processo de estranhamento intencionado se construa.

Em 2006 ganhou o Primeiro Prêmio do Salão Arte Pará. Adrianna Eu gosta de pensar que sua trajetória é traçada pelo desejo.
Na Matias Brotas, a artista expõe um de seus trabalhos na exposição coletiva ‘De Sangue e Ossos’, que segue até o dia 17 de maio. Sua instalação inédita chamada ‘Sala de Espera’ é um dos destaques da mostra e prende o olhar do visitante. A obra reúne em uma sala da galeria cerca de cem cabides antigos de madeira que a artista vem colecionando há mais de dez anos. Alguns foram comprados em feiras de antiguidade, outros a artista ganhou, e há ainda aqueles […]

  • De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18
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    De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

Matias Brotas abre primeira exposição de 2018 ‘ De Sangue e Ossos’

A coletiva, que tem curadoria de Isabel Portella, abre ao público dia 22 de março com uma seleção de 38 obras de 14 artistas contemporâneos.

A exposição que abre o calendário de 2018 da Matias Brotas arte contemporânea traz à Vitória 14 artistas e 38 obras inéditas no Estado. Com curadoria de Isabel Portella, a coletiva “De Sangue e Ossos”, nos remete a pensar o corpo e o espaço no mundo contemporâneo. As obras questionam estruturas, ossos e esqueletos que sustentam e organizam, mas também trazem o corpo vivo, produtivo de sensações e afetos. Se os artistas selecionados emocionam com suas propostas pessoais, suas poéticas, talvez haja um denominador comum que os mantem despertos. Talvez um mesmo sangue corra em suas veias, um fluido de liberdade criadora que impulsiona gerando o prazer.

A exposição contempla uma seleção de diferentes suportes artísticos, de instalações a vídeos, objetos e fotografia. Adrianna Eu, Antonio Bokel, Carla Chaim, Ana Paula Oliveira, Nino Cais, Anna Bella Geiger, Celina Portella, Ana Hortides, Lara Felipe, Ana Teixeira, Vanderlei Lopes, Suzana Queiroga, Zé Carlos Garcia e Renato Bezerra de Mello ocuparão a galeria em um diálogo provocativo em torno da pergunta: Que espaços ocupamos no mundo?

De sangue e ossos
Que espaço ocupamos nesse mundo?

Que poderes tomaram de assalto a vida e penetraram todas as esferas da existência mobilizando-as inteiramente?

Mal sabemos onde está o poder e onde estamos nós. O Poder já não se exerce desde fora, de cima, mas sim como que por dentro ele pilota nossa vitalidade social. Daí a extrema dificuldade em resistir.

O corpo, que ocupa lugar nesse mundo, sofre atualmente um superinvestimento. Hoje, o eu é o corpo e a subjetividade […]

Para Ler: Dica de livro por Adrianna EU

“Louise Bourgeois: Destruição do Pai, Reconstrução do Pai” (Cosac Naify, 2001)

“Eu costumava ir a uma livraria perto de minha casa, escolher um ou mais livros, me sentar em uma poltrona, e ficar ali, até que minhas angustias melhorassem. Era o ano de 2005, eu estava estudando arte e produzindo meus primeiros trabalhos. Um dia, senti uma solidão profunda, uma sensação de não pertencer a nada, não saber de nada, não querer mais nada. Eu passei a mão pelos livros expostos na bancada como que pedindo socorro. Parei em um aleatoriamente. Na capa o retrato de uma senhora, que apoiava suas mãos na cabeça e possuía uma expressão enigmática, mas que para mim parecia naquele momento, que se sentia como eu. A senhora da capa era Louise Bourgeois, e por mais que o segurança me olhasse, visto que já estava ali a horas, eu não conseguia parar de lê-la ali mesmo. Louise falava uma língua que era para mim mais íntima que meu próprio idioma. A cada página eu ia me descobrindo, como que aquele livro pudesse saber mais de mim que eu mesma. Quando um encontro dessa ordem se dá, você sente algo alargando dentro de você, como um rio que cobre as margens na cheia da maré.

Esse livro é: “Destruição e reconstrução do pai”. São diários escritos desde os doze anos de idade, entrevistas dadas, e escritos da incrível artista franco-americana (1911-2010). E foi esse livro que me levou a no mesmo ano ir conhece-la. E foi esse livro que levei comigo, e voltou dedicado por ela”.

  • Adrianna EU | 2ª TRIO Bienal | Jardim Botânico | Rio de Janeiro | 17.12.17 a 17.03.2018
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    Adrianna EU | 2ª TRIO Bienal | Jardim Botânico | Rio de Janeiro | 17.12.17 a 17.03.2018

Adrianna EU | 2ª TRIO Bienal | Jardim Botânico | Rio de Janeiro | 17.12.17 a 17.03.2018

Com a obra ‘Pesca Seca’, Adrianna EU é umas das artistas que apresenta seu trabalho na 2ª Trio Bienal – Bienal Tridimencional Internacional do Rio de Janeiro, que expõe obras de cerca de 50 artistas brasileiros e internacionais em dois lugares da cidade carioca, na Cidade das Artes, ícone arquitetônico do Rio, que leva a assinatura do francês Christian de Portzamparc, e também no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que pela primeira vez em sua história bicentenária, recebe uma exposição de arte contemporânea em seu Arboreto, abrindo o ano de comemorações de seus 210 anos.

Em sua segunda edição, a TRIO bienal, que apresenta obras em variados suportes, porém sempre tridimensionais, sendo a única em seu perfil entre as bienais do mundo, reúne obras de diferentes artistas de diversas partes do mundo, para falar de um momento de crise sistêmica, hoje principalmente de bases humanistas e democráticas no âmbito das liberdades de expressão e direitos individuais.

Sob o tema “Vestir o Mundo!”, o curador Alexandre Murucci conclama os artistas a mostrarem que o sentimento de vestir o mundo, significa vestir compromissos, vestir anseios, vestir os elementos essenciais de nossa existência, de nossa relação com o mundo, com um planeta em conflito, em perigo, em urgências que nos exigem um posicionamento perante responsabilidades diárias.

A mostra é dividida em 3 módulos relacionados a elementos da natureza – vistos por seus coeficientes simbólicos: “Ar” – representando a cultura, o saber, a história e nosso zelo pelo Passado. A herança do humano; “Água” – que representa as forças atávicas da natureza, nosso compromisso com o Futuro; e “Terra” – que representa o espírito, a força telúrica que rege o Presente, em todas as formas […]