Ana Paula Oliveira

  • Ana Paula Oliveira | ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ | MUBE - Museu de Arte Brasileira | São Paulo | 11.05.18 a 29.07.18
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    Ana Paula Oliveira | ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ | MUBE – Museu de Arte Brasileira | São Paulo | 11.05.18 a 29.07.18

Ana Paula Oliveira | ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ | MUBE – Museu de Arte Brasileira | São Paulo | 11.05.18 a 29.07.18

Ana Paula Oliveira expõe seu trabalho em exposição sobre a floresta Amazônia do MUBE

O Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), em São Paulo, abriu nova exposição dedicada à maior floreste do mundo e reafirma sua missão original de levantar a bandeira da ecologia. É a mostra ‘Amazônia: Os Novos Viajantes’ que apresenta os resultados e desdobramentos de uma viagem científica e de artistas à floresta amazônica, sob coordenação da bióloga Lucia Lohmann, que assina a curadoria ao lado de Cauê Alves. Lohman liderou uma equipe de pesquisa pela floresta e sempre tinha suas expedições acompanhadas por artistas, convidados a criar novos trabalhos a partir dessa experiência.

Uma das artistas em destaque é a Ana Paula Oliveira, que recentemente entrou para o time da Matias Brotas e estava na exposição ‘De Sangue e Ossos’. No MuBE, a artista apresenta uma obra de sua série ‘Vai que vai’, uma instalação de vidro, chumbo e borracha vulcanizada.

Essa exposição, ao unir arte e ciência, abre uma janela para aproximar o público da Amazônia, mostrando sua riqueza, exuberância a importância para a sobrevivência do planeta. Entre os objetos e trabalhos expostos, fica evidente o quanto é necessária a integração entre registros históricos, artísticos e científicos para a compreensão de um ambiente complexo como a Amazônia. A mostra apresenta o trabalho científico ao lado de produções artísticas de diferentes períodos, desde os viajantes do século XIX até produções contemporâneas. Para abranger os temas propostos, a exposição é dividida em três núcleos principais: Núcleo Histórico, Núcleo Científico e Núcleo de Arte.

O Núcleo Histórico traz obras originais dos primeiros viajantes que desbravaram a Amazônia nos séculos passados. Misto de cientistas e artistas, Karl Friedrich Philipp von Martius e Alexander von Humboldt destacam-se […]

  • Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18
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    Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

José Bechara, Ana Paula Oliveira, Vanderlei Lopes, Shirley Paes Leme, Nuno Ramos, Renan Cepeda, são alguns dos artistas representando pela galeria Matias Brotas arte contemporânea selecionados para a exposição IFF 2018, Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, São Paulo, que traz um recorte da coleção do João Figueiredo Ferraz e Dulce Ferraz.

A mostra desse ano partiu de duas premissas: mostrar as aquisições mais recentes da Coleção Figueiredo Ferraz e privilegiar aqueles trabalhos que nunca ou poucas vezes foram mostrados. Portanto, a #IFF2018 não aborda um tema ou uma questão específica, mas indica várias possibilidades e caminhos que a produção contemporânea oferece, a partir do olhar do colecionador e pensada por um colecionador. A exposição segue para visitação até dezembro com entrada franca.

A mostra deste ano foi concebida em pequenos grupos a partir de afinidades formais, temáticas, técnicas, ou ainda poéticas entre as obras. Organizados por salas ou paredes, esses grupos propõem alguns entre os inúmeros diálogos possíveis desta seleção, que abrange apenas um percentual de toda coleção.
Algumas obras foram remontadas como as instalações A Espera, de Gisela Motta e Leandro Lima, e Metade da Fala no Chão – Piano Surdo, de Tatiana Blass (apresentada pela primeira vez na 29ª Bienal Internacional de São Paulo), muito apreciadas quando expostas anteriormente no IFF, além dos trabalhos em exposição permanente de Iole de Freitas e Marcius Galan.

Um dos trabalhos em destaque também é de Ana Paula Oliveira, a obra ‘Vai que Vai’, 2015, um vídeo instalação em dois canais que é impossível virar o olhar e admirar fixamente a integrante obra.

Veja vídeo da obra da artista:

  • De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18
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    De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

Matias Brotas abre primeira exposição de 2018 ‘ De Sangue e Ossos’

A coletiva, que tem curadoria de Isabel Portella, abre ao público dia 22 de março com uma seleção de 38 obras de 14 artistas contemporâneos.

A exposição que abre o calendário de 2018 da Matias Brotas arte contemporânea traz à Vitória 14 artistas e 38 obras inéditas no Estado. Com curadoria de Isabel Portella, a coletiva “De Sangue e Ossos”, nos remete a pensar o corpo e o espaço no mundo contemporâneo. As obras questionam estruturas, ossos e esqueletos que sustentam e organizam, mas também trazem o corpo vivo, produtivo de sensações e afetos. Se os artistas selecionados emocionam com suas propostas pessoais, suas poéticas, talvez haja um denominador comum que os mantem despertos. Talvez um mesmo sangue corra em suas veias, um fluido de liberdade criadora que impulsiona gerando o prazer.

A exposição contempla uma seleção de diferentes suportes artísticos, de instalações a vídeos, objetos e fotografia. Adrianna Eu, Antonio Bokel, Carla Chaim, Ana Paula Oliveira, Nino Cais, Anna Bella Geiger, Celina Portella, Ana Hortides, Lara Felipe, Ana Teixeira, Vanderlei Lopes, Suzana Queiroga, Zé Carlos Garcia e Renato Bezerra de Mello ocuparão a galeria em um diálogo provocativo em torno da pergunta: Que espaços ocupamos no mundo?

De sangue e ossos
Que espaço ocupamos nesse mundo?

Que poderes tomaram de assalto a vida e penetraram todas as esferas da existência mobilizando-as inteiramente?

Mal sabemos onde está o poder e onde estamos nós. O Poder já não se exerce desde fora, de cima, mas sim como que por dentro ele pilota nossa vitalidade social. Daí a extrema dificuldade em resistir.

O corpo, que ocupa lugar nesse mundo, sofre atualmente um superinvestimento. Hoje, o eu é o corpo e a subjetividade […]

Para Ler: Dica de livro por Ana Paula Oliveira

“Esculpir o tempo – Andrei Tarkovski”, editora Martins Fontes.
“O meu mais fervoroso desejo sempre foi o de conseguir me expressar nos meus filmes, de dizer tudo com absoluta sinceridade, sem impor aos outros os meus pontos de vista. No entanto, se a visão de mundo transmitida pelo filme puder ser reconhecida por outras pessoas como parte integrante de si própria, como algo a que nada, até agora, conseguiria dar expressão, que maior estímulo para o meu trabalho eu poderia desejar? Este livro amadureceu durante todo o período em que minhas atividades profissionais estiveram suspensas…Seu principal objetivo é ajudar-me a descobrir os rumos da minha trajetória em meio ao emaranhado de possibilidades contidas nesta nova e extraordinária forma de arte em essência, ainda tão pouco explorada para que nela eu possa encontrar a mim mesmo, com plenitude e independência”.
Andrei Tarkovski
Sobre o autor:
Andrei Tarkovski (Rússia, 1932 – França, 1986) Filho do poeta russo Arseni Tarkovski, autor de muitos dos poemas recitados em seus filmes. Tarkovski ganhou proeminência internacional com seu primeiro longa-metragem, A infância de Ivan, premiado com o Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1962, e, desde então, a expressão poética e a originalidade de seus filmes conquistaram um público criativo por todo o mundo. De 1962 a 1986, fez sete filmes aclamados pela crítica, entre eles Solaris, O espelho e O sacrifício. Escreveu sobre sua concepção da sétima arte em ‘Esculpir o tempo’.

  • Ana Paula Oliveira | Nova artista representada pela Matias Brotas
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    Ana Paula Oliveira | Nova artista representada pela Matias Brotas

Ana Paula Oliveira | Nova artista representada pela Matias Brotas

Vencedora do prêmio PIPA Online 2010 e indicada novamente em 2014, a artista Ana Paula Oliveira entrou para o time da Matias Brotas arte contemporânea, que passa a representar suas obras no Espírito Santo.

A trajetória da artista é pautada pela criação de instalações que nascem a partir da tensão entre atração e repulsa e entre estabilidade e desequilíbrio. Seu trabalho lida com questões na ocupação do espaço, instalações que cria e estabelece tensões para acionar o espaço. O resultado visual causa uma mescla de estranhamento e interesse, que sempre desperta o olhar e a aproximação.
Nas palavras do crítico Rodrigo Naves, “em muitos dos seus trabalhos, Ana Paula Oliveira realiza um procedimento oposto. A artista costuma usar estacas ou cunhas de madeira para elevar ou sustentar coisas e animais e, desse modo, reforçar sua presença. Podem ser os peixes de “Instável” (2012), a borracha de “Iminente” (2009) ou o estrado de “Diadema” (2003). Pouco importa. A inteligência do trabalho consiste justamente em pô-los numa situação estranha à sua posição natural e com isso torná-los mais visíveis, potentes e perigosos. E o interessante é que, a cada novo trabalho, Ana Paula consegue chegar a significados diversos, ainda que seus procedimentos não mudem radicalmente’, explica ele.

Nuno Ramos também fala que o trabalho de Ana Paula Oliveira não junta. “Isso é o principal. Ele desconjunta, distrai, absorve, rasga, cai. Mas não junta. O galo de Alvorada (2004) não sabe nada do sabão. Os pássaros de Um gato um pintassilgo as estrelas (2007) não sabem nada da borracha. Uma parte não sabe nada da outra. Há uma distopia pairando, não um contraste. O diferente junta, o disparate junta, o que é oposto junta. Mas o trabalho de Ana Paula […]