Celina Portella

  • Celina Portella - _Braço dobrado_, Foto-objeto da série Dobras,
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    Celina Portella | Individual ‘Reunião-Celina Portella’ | Caixa Cultural São Paulo | 15.01.19 a 31.03.19

Celina Portella | Individual ‘Reunião-Celina Portella’ | Caixa Cultural São Paulo | 15.01.19 a 31.03.19

Celina Portella abriu a individual ‘Reunião-Celina Portella’ na Caixa Cultural São Paulo. A artista contou com uma seleção de seus trabalhos realizados ao longo dos últimos 10 anos de carreira.

Com curadoria de Daniela Labra, a exposição reúne 27 peças criadas entre 2009 e 2018; uma seleção de vídeos e fotografias, evidenciando a forma original e inusitada como ela vem operando no ambíguo campo do multimídia. Nos trabalhos, Celina busca explorar a relação com o corpo e o espaço, criando movimentos, imagens e gestos coreográficos.

Entre os destaques da mostra está o trabalho mais antigo, a videoinstalação Derrube (2009). Nele, Celina interage com seu duplo em escala real, e o conjunto de três vídeos Deságua (2014). A artista permeia o universo das artes plásticas e da dança, estabelecendo diálogos entre arquitetura, cinema, performance e, ultimamente, escultura.

Na série  Dobras (2017), a artista aborda as articulações do corpo e estabelece relações formais com o espaço expositivo. Nessa série, Celina toma partido da arquitetura da sala para sua instalação. São fotos de partes do corpo ampliadas em tamanho real e dobradas, como a obra ‘Braço dobrado’. Essas molduras têm um ângulo e acabam virando como se fossem uma escultura.

Na série Puxa (2015–2016), Celina Portella também extrapola o campo visual da moldura ou o limite visual determinado por ela. Desta forma, cria tensão entre as cordas representadas nas fotografias e aquelas que, de fato, ocupam o espaço real e se conectam materialmente ao espaço.

Em Fotonovela da opressão (2018), ela parte da experimentação e interação entre pintura e imagem para criar uma narrativa com seis fotografias. Sua retórica corporal parece reagir ao avanço da tinta sobre o vidro dos quadros.

Utilizando frequentemente o próprio corpo como objeto de experimentações, Celina caracteriza sua pesquisa nos campos da representação do corpo e sua relação com o espaço.

Saiba qual foi o […]

Para Ler: Dica de livro por Celina Portella

“Todos os fogos o fogo” de Julio Cortázar

A coletânea traz oito contos do argentino Julio Cortázar, que no quadro mundial dos contistas modernos, ele é um dos maiores autores do gênero. O livro ‘Todos os fogos o fogo’, reúne oito histórias que são oito obras-primas do conto moderno. Nestas histórias – algumas simétricas, outras paralelas e simultâneas, estas tecidas por associações de ideias, aquelas contraponteando tempo e espaço, umas concêntricas e, assim, em oposição às evocativas, quando então a memória envereda por espiralados volteios – há que destacar, sempre, a força de persuasão do escritor. Persuasão que integra o leitor de tal modo na narrativa que o torna um seu participante, que o faz cúmplice do que lê e do que vive.
O contista argentino conquistou essa destacada posição em virtude do seu fazer literário repleto de inovações e, ainda, por sua extrema acuidade no surpreender os mais recônditos móveis dos atos humanos, as suas esquivas, misteriosas ou secretas causas.
Cortázar é um atento minucioso perquiridor do homem, vale dizer, da vida. A Descoberta do lado oculto das pessoas e dos imprevistos associados em cada situação vital – situação que jaz aparentemente tranquila em circunstâncias várias, umas banais, outras de exceção – constitui mesmo a matéria que trabalha e retrabalha em todas as páginas de seus contos envolventes e fascinantes.

  • De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18
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    De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

Matias Brotas abre primeira exposição de 2018 ‘ De Sangue e Ossos’

A coletiva, que tem curadoria de Isabel Portella, abre ao público dia 22 de março com uma seleção de 38 obras de 14 artistas contemporâneos.

A exposição que abre o calendário de 2018 da Matias Brotas arte contemporânea traz à Vitória 14 artistas e 38 obras inéditas no Estado. Com curadoria de Isabel Portella, a coletiva “De Sangue e Ossos”, nos remete a pensar o corpo e o espaço no mundo contemporâneo. As obras questionam estruturas, ossos e esqueletos que sustentam e organizam, mas também trazem o corpo vivo, produtivo de sensações e afetos. Se os artistas selecionados emocionam com suas propostas pessoais, suas poéticas, talvez haja um denominador comum que os mantem despertos. Talvez um mesmo sangue corra em suas veias, um fluido de liberdade criadora que impulsiona gerando o prazer.

A exposição contempla uma seleção de diferentes suportes artísticos, de instalações a vídeos, objetos e fotografia. Adrianna Eu, Antonio Bokel, Carla Chaim, Ana Paula Oliveira, Nino Cais, Anna Bella Geiger, Celina Portella, Ana Hortides, Lara Felipe, Ana Teixeira, Vanderlei Lopes, Suzana Queiroga, Zé Carlos Garcia e Renato Bezerra de Mello ocuparão a galeria em um diálogo provocativo em torno da pergunta: Que espaços ocupamos no mundo?

De sangue e ossos
Que espaço ocupamos nesse mundo?

Que poderes tomaram de assalto a vida e penetraram todas as esferas da existência mobilizando-as inteiramente?

Mal sabemos onde está o poder e onde estamos nós. O Poder já não se exerce desde fora, de cima, mas sim como que por dentro ele pilota nossa vitalidade social. Daí a extrema dificuldade em resistir.

O corpo, que ocupa lugar nesse mundo, sofre atualmente um superinvestimento. Hoje, o eu é o corpo e a subjetividade […]

  • Celina Portella | Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) | Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB | Belo Horizonte -MG | 19.01.18 a 19.03.18
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    Celina Portella | Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) | Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB | Belo Horizonte -MG | 19.01.18 a 19.03.18

Celina Portella | Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) | Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB | Belo Horizonte -MG | 19.01.18 a 19.03.18

Celina Portella é uma das artistas convidadas a compor o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), que acontece no Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte e que esse ano traz o tema “A arte eletrônica na época disruptiva”.
A mostra, que está em sua 18ª edição e tem curadoria de Ricardo Barreto e Paula Perissinotto, traz pesquisas e projetos de arte contemporânea eletrônica produzidos por artistas de diversos países. Celina Portella apresenta sua instalação ‘Vídeo-Bolela’ que confunde realidade e ficção.

Composta por uma TV e um mecanismo que atira bolas de gude, a instalação faz com que as bolinhas lançadas na tela por dois meninos desapareçam do quadro para ir em direção ao espaço expositivo físico, espalhando-se no espaço próximo ao público e dando continuidade à cena no plano material. Enquanto o vídeo busca uma representação fiel da realidade, seu desdobramento fora da tela busca reproduzir a imagem. O dispositivo criado pela artista burla o olhar do espectador, confundindo sua percepção, criando interfaces com “novos espaços” e articulando realidade material e o mundo da virtualidade. Este projeto foi desenvolvido através do Edital de Apoio à Pesquisa e Criação Artística 2011 da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

Assim como Celina, outros 18 artistas que participam da mostra também propõem rupturas no conceito clássico de ir ao museu. E esse é diferencial d Festival, criar um ambiente expositivo para o visitante ter à sua disposição obras que possibilitam a interação, a imersão e a vivência em seus conteúdos.
A exposição DISRUPTIVA traz uma mostra de como os artistas atualmente estão produzindo obras no contexto disruptivo, proporcionando ao visitante acesso à imersão nas novas tecnologias, à interação com as novas mídias, a produções artísticas que […]

  • José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17
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    José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, são alguns dos artistas com obras selecionadas pela Matias Brotas arte contemporânea para a CasaCor ES, que acontece no Porto de Vitória. 
Suzana Queiroga expõe a instalação “Cidades-Nuvem”, feita exclusivamente para o ambiente “Casa Galeria”, das arquitetas Juliana Vervloet do Amaral e Roberta Toledo. Pairando no ar, a obra flutua como uma grande água viva, ora se camuflando com o fundo branco, ora se distinguindo do fundo azul, remetendo ao infinito.

Outra presença marcante neste mesmo ambiente é a vídeo instalação “Movimento²”, de Celina Portella, artista que este ano foi indicada pela segunda vez ao Prêmio Pipa. A obra, composta por um conjunto de 5 vídeo-objetos, traz mecanismos que movem telas de TV em sincronia com suas imagens. Na concepção da artista “a imagem do corpo aparece contida no quadro da tela, se relacionando com seus limites como se fossem limites reais do espaço em que se insere”. O projeto Movimento² foi desenvolvido na residência LABMIS 2010, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e remontado em 2014 através do I Programa de Fomento à Cultura Carioca em Artes Visuais. Na “Casa Galeria”, o público poderá conferir os “vídeos-objetos” 1, 2 e 3, nos quais as telas são fixas e a relação com o espaço se difere pela variação das dimensões do corpo contido no frame ideográfico.

Também é possível apreciar neste ambiente, a escultura “Descanso da sala” de José Spaniol, uma cadeira em madeira (400cm x 40cm x 45cm) que tem como características a duplicação, verticalidade e elevação, como se ganhasse vida própria. “Como numa revolta contra o mundo habitual que vemos todos os dias”, descreve o crítico de arte Agnaldo Farias.

Um quadro da série Luzes, de Raphael Bianco, único disponível, também pode ser apreciado. Ele […]

  • Celina Portella | 'Entre Pós-Verdades e Acontecimentos' | 'Frestas – Trienal de Artes' | Sesc Sorocaba | São Paulo | 12.08.17 a 03.12.17 | Matias Brotas
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    Celina Portella | ‘Entre Pós-Verdades e Acontecimentos’ | ‘Frestas – Trienal de Artes’ | Sesc Sorocaba | São Paulo | 12.08.17 a 03.12.17

Celina Portella | ‘Entre Pós-Verdades e Acontecimentos’ | ‘Frestas – Trienal de Artes’ | Sesc Sorocaba | São Paulo | 12.08.17 a 03.12.17

Celina Portella é uma das artistas selecionadas para 2ª edição de “Frestas – Trienal de Artes”, que acontece até dezembro, no Sesc Sorocaba, São Paulo.

Com o tema “Entre Pós-Verdades e Acontecimentos”, entre projetos comissionados, performances, residências artísticas, intervenções urbanas e trabalhos feitos exclusivamente para a internet, a Trienal tem curadoria de Daniela Labra, e apresenta cerca de 160 obras, projetos de 60 artistas contemporâneos, de 13 países e diferentes gerações, questionando as ambiguidades formais e conceituais presentes nas artes e as duvidosas verdades dos discursos midiáticos cotidianos.

Celina Portella apresenta a obra ‘Público’ (2017), uma videoinstalação interativa no qual a artista instaura a possibilidade de um novo campo relacional com os visitantes, estabelece um jogo intrincado que concilia e acumula múltiplas dimensões.

A trienal, idealizada pela equipe do Sesc, busca promover o intercâmbio entre artistas locais, regionais e internacionais, estimular pesquisas e estudos sobre a arte contemporânea e ainda proporcionar o acesso a variadas formas de manifestação cultural no interior de São Paulo, em um movimento de descentralização dos polos de arte contemporânea. Além da exposição, em uma área de 2.300 m2 construída no Sesc Sorocaba, Frestas ocupa ainda outros espaços da cidade, com instalações e intervenções em ruínas históricas, estabelecimentos comerciais, outras instituições, terrenos e espaços públicos de grande circulação.

“A proposta curatorial aponta caminhos para refletir acerca da impossibilidade de definir Verdade e Real, tanto nas narrativas políticas globais, sustentadas por redes de memes, falsos profetas e populismos midiáticos, como também na arte, cujas certezas sobre sua natureza academicamente regrada começa a ruir nas primeiras vanguardas Modernas no final do Século XIX”, diz a curadora geral, que tem Yudi Rafael como curador assistente desta edição de Frestas.

Além da mostra com mais de 160 obras, a […]

  • Celina Portella | Arte & Movimento | Matias Brotas arte contemporânea | Vitória | Espirito Santo| 28 de junho
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    Celina Portella | ARTe & Movimento | Matias Brotas arte contemporânea | Vitória | Espirito Santo| 28 de junho

Celina Portella | ARTe & Movimento | Matias Brotas arte contemporânea | Vitória | Espirito Santo| 28 de junho

Matias Brotas lança projeto pioneiro ‘ARTe &…’ para promover o diálogo entre diversas expressões de arte

A primeira edição do projeto será o ‘ARTe & Movimento’ na Duetto com presença da artista carioca Celina Portella.

A Matias Brotas arte contemporânea inova em oferecer ao colecionador uma experiência ampliada e lança mais um projeto pioneiro, o ‘ARTe &…’, que ultrapassa os limites físicos do espaço da galeria para dialogar com outras expressões de arte. A Matias Brotas promoverá uma série de encontros que prometem extrapolar o campo das artes visuais e estabelecer articulações com a dança, a moda, a psicanálise, a gastronomia, a arquitetura, o mercado; buscando fazer conexões entre diferentes áreas de conhecimento.

Segundo a galerista Lara Brotas, o objetivo do projeto é, além de oferecer um diálogo com outros campos da arte, é influenciar na busca pelo conhecimento, aguçar o olhar e senso crítico do público na experiência singular do universo da arte, já que cada um tem uma maneira de ver e sentir a arte. “Queremos provocar uma pausa para a experimentação, uma pausa desse mundo urbano e corrido, onde muitas vezes esquecemos de observar, de sentir, ou de se permitir. O projeto será uma oportunidade de parar e adentrar por diversos campos da arte, dialogando com artistas e interagindo com outros colecionadores, gerando também a troca de experiências”, explica.

A primeira edição do projeto acontece no próximo dia 28 de junho, com o tema ‘ARTe & Movimento’. O encontro acontece na Duetto, em Santa Lúcia, a partir das 19h, um bate-papo com a irreverente artista Celina Portella, seguido de uma aula de dança contemporânea com Gil Mendes.

O projeto contempla ainda este ano mais três encontros. O ‘ARTe & Mercado + Investimento’, ‘ARTe & Moda’ e ‘ARTe & Arquitetura’, reunindo os mais renomados […]