José Bechara

  • José Bechara | "Thickness of void" |Diana Lowenstein  | Miami | 06.02.17 à 31.01.18
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    José Bechara | ‘Thickness of void’ | Diana Lowenstein | Miami | 06.02.17 à 31.01.18

José Bechara | ‘Thickness of void’ | Diana Lowenstein | Miami | 06.02.17 à 31.01.18

José Bechara apresenta individual “Thickness of void” com obras inéditas na galeria Diana Lowenstein Gallery, em Miami. A mostra traz 18 novas pinturas do artista produzidas em 2017 e também trabalhos recentes com vidro desenvolvidos especialmente para esta exposição.

A individual é formada por duas séries diferentes: uma delas, o artista usa técnicas envolvendo acrílicos e oxidações metálicas, como aço e cobre em lonas usadas e antigas; a outra série baseada nas possibilidades de pintura com vidro que tenta questionar temas como “espaço entre”, “gravidade”, “transparências” e às vezes “reflexão de imagens ao redor”, “fragilidade”, conforme planejado pelo artista.

Nesta nova exposição, José Bechara, oferece uma paleta ampliada revelada com contrastes coloridos e luminosos, além de obras estruturadas a partir de um quadro mais fechado. Uma grade construtiva marcada pela presença de pequenos territórios de pontos altos de cor que combinados com as linhas vertical e horizontal constituem um grau reconhecido da via pictórica de José Bechara e sua abordagem particular à experiência geométrica. “Prefiro observar a geometria não como um território afirmativo, mas como algo frágil, que precisa fazer grandes esforços para emergir, como todos nós “.

Sobre José Bechara
José Bechara vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil. Ao longo do tempo, Bechara desenvolveu uma maneira única através do uso de diferentes métodos e materiais, permitindo novas experiências no campo pictórico. Em vez da tela branca, o artista usa materiais desgastados com o tempo, incidentes e práticas de um universo distante do artesanato tradicional da pintura. A matéria ferruginosa corroída pelo tempo, e as cores altas recentes criam efeitos cromáticos distintos de suas pinturas. Esta natureza experimental – juntamente com uma grande precisão estética e através do desenvolvimento de uma linguagem poética – leva o […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

MBac coloca o acervo em exposição com novos artistas e visitas guiadas

A Matias Brotas arte contemporânea chega ao fim de 2017 ampliando ainda mais a experiência do colecionador com a arte contemporânea e coloca parte do seu acervo em exposição. A mostra traz cerca de 20 obras de artes entre pinturas, esculturas, fotografia e outros suportes artísticos de nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo. A exposição do acervo pode ser visitada até 10 de fevereiro.
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante pode vivenciar uma experiência única, pois as visitas são agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida de caráter pictórica e escultural, onde a imagem funde-se a materialidade da peça, num aparente contraste que funciona como complemento simbólico. Imagens realistas de céus e nuvens são pintadas sobre placas de concreto de diferentes tamanhos e formas.  A representação fiel de fotografias tomadas pelo artista do céu de Brasília, com sua característica luminosidade e arquitetura de nuvens, ao ser registrada em material tão alheio às tradições artísticas, mas tão presente à vida urbana, gera uma situação de estranheza e fria sedução. Esse instante efêmero, capturado e reproduzido pictoricamente, parece fixado, preso no concreto, como um lembrete de sua beleza frágil, de sua provisória memória […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Matias Brotas abre exposição do acervo com novos artistas e visitas guiadas para ampliar a experiência com a arte

Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira passam a integrar o time da galeria que já conta com nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol. A Mostra abre no dia 08 de dezembro e segue para visitação até 10 de fevereiro de 2018.

Uma vez por ano a Matias Brotas arte contemporânea coloca seu acervo em exposição com o objetivo de levar novas experiências aos colecionadores e apreciadores da arte, reunindo obras de seu time de artistas. Nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo, com mais de 20 obras de diferentes suportes, da pintura à escultura, fotografia. A exposição abre ao público no dia 08 de dezembro e segue até 10 de fevereiro de 2018. 
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante vivenciará uma experiência única, pois as visitas serão agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra. Segundo a galerista Lara Brotas, essa ideia das visitas agendadas busca oferecer ao colecionador ou quem deseja iniciar no colecionismo, uma experiência maior com a arte contemporânea e um conhecimento mais profundo sobre cada obra, a técnica artística e sobre o seu criador.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida […]

  • José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17
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    José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, são alguns dos artistas com obras selecionadas pela Matias Brotas arte contemporânea para a CasaCor ES, que acontece no Porto de Vitória. 
Suzana Queiroga expõe a instalação “Cidades-Nuvem”, feita exclusivamente para o ambiente “Casa Galeria”, das arquitetas Juliana Vervloet do Amaral e Roberta Toledo. Pairando no ar, a obra flutua como uma grande água viva, ora se camuflando com o fundo branco, ora se distinguindo do fundo azul, remetendo ao infinito.

Outra presença marcante neste mesmo ambiente é a vídeo instalação “Movimento²”, de Celina Portella, artista que este ano foi indicada pela segunda vez ao Prêmio Pipa. A obra, composta por um conjunto de 5 vídeo-objetos, traz mecanismos que movem telas de TV em sincronia com suas imagens. Na concepção da artista “a imagem do corpo aparece contida no quadro da tela, se relacionando com seus limites como se fossem limites reais do espaço em que se insere”. O projeto Movimento² foi desenvolvido na residência LABMIS 2010, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e remontado em 2014 através do I Programa de Fomento à Cultura Carioca em Artes Visuais. Na “Casa Galeria”, o público poderá conferir os “vídeos-objetos” 1, 2 e 3, nos quais as telas são fixas e a relação com o espaço se difere pela variação das dimensões do corpo contido no frame ideográfico.

Também é possível apreciar neste ambiente, a escultura “Descanso da sala” de José Spaniol, uma cadeira em madeira (400cm x 40cm x 45cm) que tem como características a duplicação, verticalidade e elevação, como se ganhasse vida própria. “Como numa revolta contra o mundo habitual que vemos todos os dias”, descreve o crítico de arte Agnaldo Farias.

Um quadro da série Luzes, de Raphael Bianco, único disponível, também pode ser apreciado. Ele […]

  • José Bechara | Fluxo Bruto | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | 25.07.17 a 05.11.17
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    José Bechara | Fluxo Bruto | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | 25.07.17 a 05.11.17

José Bechara | Fluxo Bruto | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | 25.07.17 a 05.11.17

O artista José Bechara inaugura no próximo dia 25 de julho a exposição ‘Fluxo Bruto’ com trabalhos inéditos no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM. A individual celebra os 60 anos do artista e sua trajetória na arte iniciada em 1992.

A curadoria da mostra é de Beate Reifenscheid, curadora e diretora do Ludwig Museum, Koblenz, Alemanha, e de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, do MAM Rio de Janeiro. A mostra reúne trabalhos em grande escala tridimensionais em alumínio, mármore, madeira e vidros planos, além de pinturas sobre lona. O conjunto é formado por trabalhos inéditos, alguns deles desenvolvidos a partir de obras anteriores, que ganharam “novas ativações, contaminados pelas demais peças e pelo espaço arquitetônico”, comenta Bechara.

José Bechara diz que “Fluxo Bruto” propõe uma “mirada para trabalhos em permanente alteração. Em estado bruto, esses trabalhos movimentam-se no curso da produção, e devem se concluir na obra a seguir”. “Com exceção das pinturas, todos os demais trabalhos serão ‘construídos’ no espaço expositivo durante os dias de montagem, a partir de escolhas frente às relações espaciais e de vizinhança entre as obras”, explica.

  • Modos de Ver o Brasil | Itaú Cultural | Parque Ibirapuera – SP | até 13 de agosto | José Bechara & Shirley Paes Leme
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    Modos de Ver o Brasil | Itaú Cultural | Parque Ibirapuera – SP | até 13 de agosto | José Bechara & Shirley Paes Leme

Modos de Ver o Brasil | Itaú Cultural | Parque Ibirapuera – SP | até 13 de agosto | José Bechara & Shirley Paes Leme

No ano em que completa 30 anos, o Itaú Cultural convida para uma imersão no Acervo de Obras de Arte do Itaú Unibanco, inspirado por percursos que remetem à diversidade da sociedade brasileira e de suas linguagens artísticas. A exposição ‘Modos de Ver o Brasil: Itaú Cultural 30 Anos’ é um mergulho por aproximadamente 800 obras, que estão expostas na Oca, Portão 3, no Parque Ibirapuera, em São Pau­lo, em abordagens históricas, identitárias, estéticas.
 
Para a curadoria – realizada em parceria com as áreas do instituto –, foi convidado Paulo Herkenhoff, que agregou ao projeto Thais Rivitti e Leno Veras. A seleção construída por esse grupo dispõe, nos quatro andares da Oca, as obras seguindo a ideia de constelação: pela proximidade, diálogos entre artistas, temas e momentos históricos são criados, sem que haja um percurso único. Vários sentidos podem ser percorridos pelo visitante.

A expografia – criada pela equipe de Álvaro Razuk – acompanha essa orientação e dispõe as obras em um modelo radial, que dá uma visão de conjunto de cada andar e só sugere caminhos e seções, sem delimitar o acesso.

As peças foram organizadas em 20 núcleos espalhados pelos quatro andares do edifício, projetado pelo renomado Oscar Niemeyer. Cada piso tem uma organização temática por período: no térreo estão “São Paulo” e “De memória e matéria”; no subsolo fica “Da numismática à cibernética”; no primeiro andar, “Expressão e racionalidade”; e no segundo andar, “Uma invenção simbólica do Brasil: África e barroco”.

A mostra, que fica aberta para visitação gratuita até o dia 13 de agosto, conta com a presença de diversos artistas como Alfredo Volpi, Cildo Meirelles, Louise Bourgeois, além de José Bechara e Shirley Paes Leme, ambos do portfólio da Matias Brotas arte contemporânea. Uma […]

  • José Bechara | 'Well, It's Just An Ocean Between' | Jacaranda | Lisboa | 19.05.17 a 28.05.17 | Matias Brotas
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    José Bechara | ‘Well, It’s Just An Ocean Between’ | Jacaranda | Lisboa | 19.05.17 a 28.05.17

José Bechara | ‘Well, It’s Just An Ocean Between’ | Jacaranda | Lisboa | 19.05.17 a 28.05.17

Um diálogo entre a arte brasileira e a portuguesa. É esse o objetivo da mostra intitulada “Well, It’s Just an Ocean Between”, em cartaz na Jacaranda, em Lisboa, com curadoria de Cláudia Camacho. E um dos artistas convidados para essa coletiva é José Bechara, artista também da Matias Brotas arte contemporânea.

A TAL, plataforma, produtora cultural e galeria de arte contemporânea fundada em 2010, no Rio de Janeiro, decidiu expandir o seu território de atuação e chegou a Portugal este ano. Para essa exposição, decidiu endereçar um convite à Jacaranda – plataforma de arte crossmedia criada para a divulgação da Arte Contemporânea Brasileira no circuito internacional de arte -, propondo um diálogo entre quatro artistas contemporâneos brasileiros consagrados, além de José Bechara, os artistas Carlos Vergara, Raul Mourão e Cabelo) e quatro artistas contemporâneos portugueses da nova geração (João Paulo Serafim, Paulo Arraiano, Sandra Baía e Pedro Batista).

“Well, It’s Just an Ocean Between” é uma exposição que congrega vontades e práticas artísticas de dois países tão próximos mesmo distando entre si 4040 milhas náuticas.

Nas palavras da curadora, a filosofia de Platão foi expressa e transmitida por via do diálogo tendo na sua origem a dialética, ou seja, o “caminho entre as ideias” que é desenhado metodologicamente através de contraposições e contradições de ideias, que nos levam a novas ideias. Sendo assim, entre Brasil e Portugal, o diálogo percorreu, ao longo dos séculos, caminhos sinuosos. “Entre culpas e redenções, a razão histórica irá sempre remeter-nos para os silêncios não dialogados que os comportamentos coloniais imprimiram tanto num passado longínquo, como num presente massacrado pela cicatriz mnemónica. É difícil encontrar outra forma de fazer comunicar as obras destes oitos artistas expostos se não pela via dialógica, encontrando […]

  • José Bechara | Lugares do Delírio | Museu de Arte do Rio (MAR) | Rio de Janeiro | 07.02.17 a 18.06.17
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    José Bechara | Lugares do Delírio | Museu de Arte do Rio (MAR) | Rio de Janeiro | 07.02.17 a 18.06.17

José Bechara | Lugares do Delírio | Museu de Arte do Rio (MAR) | Rio de Janeiro | 07.02.17 a 18.06.17

Idealizada por Paulo Herkenhoff e com curadoria de Tania Rivera, José Bechara é um dos artistas que compõem a coletiva ‘Lugares do Delírio’ que fica em exposição no Museu de Arte do Rio (MAR), no Píer Mauá, até 18 de junho.

Bechara expõe sua obra chamada ‘Ultra-ultra’, de 2008, da Série Open House, uma acrílica sobe madeira de dimensões variáveis.

A mostra apresenta cerca de 150 trabalhos, entre instalações, mapas, performances, pinturas e objetos. E além de José Bechara, nomes como Cildo Meireles, Laura Lima, Anna Maria Maiolino, Arthur Bispo do Rosário, Fernand Deligny, Lygia Clark, Raphael Domingues, Gustavo Speridião, Fernando Diniz, Cláudio Paiva, Geraldo Lúcio Aragão e outros compõem a coletiva.

“Lugares do delírio” trata-se de uma reflexão política a ética sobre loucura e arte, portanto reúne trabalhos e práticas significativas em torno do delírio e da dimensão produtiva da loucura. Apresenta uma trama de experiências e artistas que atuaram no território da saúde mental no Brasil, especialmente a partir dos anos 1940.

  • José Bechara | Este Lugar Lembra-te Algum sítio? | Círculo Sereia | Coimbra - Portugal | 07.01.17 a 27.01.17
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    José Bechara | Este Lugar Lembra-te Algum sítio? | Círculo Sereia | Coimbra – Portugal | 07.01.17 a 27.01.17

José Bechara | Este Lugar Lembra-te Algum sítio? | Círculo Sereia | Coimbra – Portugal | 07.01.17 a 27.01.17

José Bechara é um dos artistas convidados pelo curador Miguel Souza Ribeiro a fazer parte da exposição coletiva ‘Este Lugar Lembra-te Algum Sítio?’, no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, em Portugal. A mostra, em cartaz até o dia 27 de janeiro, também conta com obras dos artistas Ana Bezelga, Carlos Bunga, Carlos Nogueira, Diogo Pimentão, Edgar Martins, Fernanda Fragateiro, Inês D’Orey e Nuno Sousa Vieira.

​Bechara expõe na coletiva sua obra ‘Preta Black’ da série ‘Open House’ iniciada em 2006 e dedicada à experiência escultórica em pequena escala. São objetos produzidos em diferentes materiais, tais como fórmica, madeira e oxidação de aço sobre madeira.

  • José Bechara| Ana Holck | Paulo Vivacqua | Pequenos Formatos: Dimensão e Escala | 10 de dezembro a 29 de janeiro | Coletivo Cidade Jacarandá | Barra da Tijuca | Rio de Janeiro
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    José Bechara| Ana Holck | Paulo Vivacqua | Pequenos Formatos: Dimensão e Escala | 10 de dezembro a 29 de janeiro | Coletivo Cidade Jacarandá | Barra da Tijuca | Rio de Janeiro

José Bechara| Ana Holck | Paulo Vivacqua | Pequenos Formatos: Dimensão e Escala | 10 de dezembro a 29 de janeiro | Coletivo Cidade Jacarandá | Barra da Tijuca | Rio de Janeiro

Entre dezembro e janeiro, quem passar pelo Rio de Janeiro, poderá conferir na Cidade das Artes, Barra da Tijuca, a exposição coletiva ‘Cidade Jacarandá Pequenos Formatos: Dimensão e Escala’. A mostra, que fica em cartaz até 29 de janeiro, é resultado da parceria do complexo cultural com a ArtRio Carioca, versão compacta da já consolidada feira internacional ArtRio, com o objetivo de fomentar o crescimento do mercado de artes e a formação de novos colecionadores na Barra da Tijuca.

José Bechara, Ana Holck e Paulo Vivacqua são alguns dos artistas selecionados para expor ao lado de outros grandes nomes como Carlos Vergara, Daniel Senise, Antonio Dias, Maria Nepomuceno e Waltércio Caldas, entre outros. A exposição reúne um total de 27 obras em tamanho reduzido das grandes criações dos artistas e lança um novo olhar, mais sensível, sobre cada trabalho.