José Bechara

  • José Bechara - “Ok, ok Let’s talk” - Em Berlim
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    Carioca José Bechara participa da exposição coletiva “Walking through Walls”, em Berlim

Carioca José Bechara participa da exposição coletiva “Walking through Walls”, em Berlim

Com curadoria de Sam Bardaouil e Till Fellrath, a exposição coletiva “Walking Through Walls” será inaugurada no dia 12 de setembro no Gropius Bau, Berlim.
A instalação “Ok, ok Let’s talk”, do artista carioca José Bechara, que integra o portfólio de representação da galeria Matias Brotas, estará na mostra.
O trabalho utiliza peças do mobiliário doméstico para produzir uma experiência plástica com marcado rigor formal, que sugere experiência sobre diálogos familiares difíceis, quase impossíveis.
Nesse mesmo período a cidade de Berlim oferece a Berlin Art Week com inúmeras exposições em galerias e museus e também as feiras Positions Berlin Art Fair e Art Berlin.
Sobre o artista
José Bechara é um artista plástico carioca, conhecido pela utilização diversificada de métodos e materiais.
Entre as principais exposições de Bechara estão a 25ª Bienal de São Paulo, o 29ª Panorama da Arte Brasileira, a 5ª Bienal do Mercosul e a  Trienal de Arquitetura de Lisboa de 2011.
Realizou individuais no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, em 2010, e no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, em 2013, entre outras. Bechara vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Serviço:
Data: 12 de Setembro 2019 à 12 de Janeiro 2020
Local: Gropius Bau – Niederkirchnerstraße 7, 10963. Berlin, Alemanha

  • José Bechara: “Casa pintada”, série Open House – Projeto A Casa (2006) / foto: Jaime Acioli
    Permalink José Bechara: “Casa pintada”, série Open House – Projeto A Casa (2006) / foto: Jaime AcioliGallery

    Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugurou em julho uma exposição em homenagem a Reynaldo Roels Jr., falecido durante sua gestão como curador do Museu.

Com curadoria de Fernando Cocchiarale, a mostra reúne obras de 15 artistas que Reynaldo admirava e com os quais mantinha contato permanente, como José Bechara; Manfredo de Souzanetto; Anna Maria Maiolino; Vicente de Mello; Franz Weissmann e Victor Arruda.

Trata-se de um resumo que materializa referências e rumores artístico-afetivos de Roels no espaço onde a mostra está montada.

Trajetória de Roels

A trajetória profissional de Reynaldo Roels Jr. se entrecruza com diversos momentos da história recente do MAM Rio, de onde foi curador de 2007 até a sua morte súbita em 2009, e coordenador do Núcleo de Pesquisa do Museu de 1991 a 1992.

Foi ainda curador da Coleção Gilberto Chateaubriand de 1997 a 2000, e diretor da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage entre 2002 e 2006, e crítico de arte do “Jornal do Brasil”, de 1985 a 1990.

Programe-se:

“Homenagem a Reynaldo Roels Jr.”

– Período expositivo: até 25 de agosto de 2019

– Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo)

– Classificação etária: livre

  • José Bechara | 'Um raio todos os dias' | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19
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    José Bechara | ‘Um raio todos os dias’ | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19

José Bechara | ‘Um raio todos os dias’ | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19

O artista José Bechara abriu sua individual ‘Um Raio Todos os Dias’ na Carlos Carvalho Arte Contemporânea, em Lisboa, Portugal.

A exposição, que segue até 12 de janeiro, reúne trabalhos do artista produzidos a partir de 2017 e 2018 e também inclui alguns inéditos. O conjunto é formado por cerca de 20 pinturas de grande, médio e pequeno formatos, muitas das quais produzidas com recurso ao processo habitual do artista: a intervenção de acrílico e oxidação de emulsões metálicas sobre lona usada de caminhão.

Nesta nova fase de trabalhos, José Bechara alarga o campo de pesquisa sobre o desenho, a pintura, a escultura e a instalação ao construir obras quase imersivas e expansivas que estendem a linha, a superfície, o plano a outras possibilidades, reconfigurando o espaço expositivo da galeria.

A exposição apresenta também uma instalação inédita de grande escala, produzido a partir da ordenação no espaço arquitetónico de vidros planos e uma variedade de objetos em madeira, papel cartão, outros elementos metálicos e eventualmente mármore. O uso desta multiplicidade de materiais propõe uma discussão sobre fronteiras e géneros das linguagens visuais fazendo colidir práticas oriundas das experiências escultórica, pictórica e gráfica. Situar o trabalho entre fronteiras, chamar atenção para uma permanente oscilação entre gêneros constitui matéria fundamental nas investigações de Bechara.

É esta impertinência e transitoriedade do seu trabalho que o artista transpõe para a própria existência:
“Tudo é frágil em meu trabalho que contém esforço e dificuldades para emergir, assim como nós, indivíduos humanos. Embora possam parecer nascer de operações brutais os trabalhos podem quebrar-se, despencar de diferentes alturas, desfazer-se por uma perturbação inesperada do espaço ao redor. Minha geometria hesita. Ora aparece, ora desaparece. Falha, portanto, como falhamos. Esforça-se, como nos esforçamos para existir.”

  • Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18
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    Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

José Bechara, Ana Paula Oliveira, Vanderlei Lopes, Shirley Paes Leme, Nuno Ramos, Renan Cepeda, são alguns dos artistas representando pela galeria Matias Brotas arte contemporânea selecionados para a exposição IFF 2018, Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, São Paulo, que traz um recorte da coleção do João Figueiredo Ferraz e Dulce Ferraz.

A mostra desse ano partiu de duas premissas: mostrar as aquisições mais recentes da Coleção Figueiredo Ferraz e privilegiar aqueles trabalhos que nunca ou poucas vezes foram mostrados. Portanto, a #IFF2018 não aborda um tema ou uma questão específica, mas indica várias possibilidades e caminhos que a produção contemporânea oferece, a partir do olhar do colecionador e pensada por um colecionador. A exposição segue para visitação até dezembro com entrada franca.

A mostra deste ano foi concebida em pequenos grupos a partir de afinidades formais, temáticas, técnicas, ou ainda poéticas entre as obras. Organizados por salas ou paredes, esses grupos propõem alguns entre os inúmeros diálogos possíveis desta seleção, que abrange apenas um percentual de toda coleção.
Algumas obras foram remontadas como as instalações A Espera, de Gisela Motta e Leandro Lima, e Metade da Fala no Chão – Piano Surdo, de Tatiana Blass (apresentada pela primeira vez na 29ª Bienal Internacional de São Paulo), muito apreciadas quando expostas anteriormente no IFF, além dos trabalhos em exposição permanente de Iole de Freitas e Marcius Galan.

Um dos trabalhos em destaque também é de Ana Paula Oliveira, a obra ‘Vai que Vai’, 2015, um vídeo instalação em dois canais que é impossível virar o olhar e admirar fixamente a integrante obra.

Veja vídeo da obra da artista:

  • José Bechara | "Thickness of void" |Diana Lowenstein  | Miami | 06.02.17 à 31.01.18
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    José Bechara | ‘Thickness of void’ | Diana Lowenstein | Miami | 06.02.17 à 31.01.18

José Bechara | ‘Thickness of void’ | Diana Lowenstein | Miami | 06.02.17 à 31.01.18

José Bechara apresenta individual “Thickness of void” com obras inéditas na galeria Diana Lowenstein Gallery, em Miami. A mostra traz 18 novas pinturas do artista produzidas em 2017 e também trabalhos recentes com vidro desenvolvidos especialmente para esta exposição.

A individual é formada por duas séries diferentes: uma delas, o artista usa técnicas envolvendo acrílicos e oxidações metálicas, como aço e cobre em lonas usadas e antigas; a outra série baseada nas possibilidades de pintura com vidro que tenta questionar temas como “espaço entre”, “gravidade”, “transparências” e às vezes “reflexão de imagens ao redor”, “fragilidade”, conforme planejado pelo artista.

Nesta nova exposição, José Bechara, oferece uma paleta ampliada revelada com contrastes coloridos e luminosos, além de obras estruturadas a partir de um quadro mais fechado. Uma grade construtiva marcada pela presença de pequenos territórios de pontos altos de cor que combinados com as linhas vertical e horizontal constituem um grau reconhecido da via pictórica de José Bechara e sua abordagem particular à experiência geométrica. “Prefiro observar a geometria não como um território afirmativo, mas como algo frágil, que precisa fazer grandes esforços para emergir, como todos nós “.

Sobre José Bechara
José Bechara vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil. Ao longo do tempo, Bechara desenvolveu uma maneira única através do uso de diferentes métodos e materiais, permitindo novas experiências no campo pictórico. Em vez da tela branca, o artista usa materiais desgastados com o tempo, incidentes e práticas de um universo distante do artesanato tradicional da pintura. A matéria ferruginosa corroída pelo tempo, e as cores altas recentes criam efeitos cromáticos distintos de suas pinturas. Esta natureza experimental – juntamente com uma grande precisão estética e através do desenvolvimento de uma linguagem poética – leva o […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

MBac coloca o acervo em exposição com novos artistas e visitas guiadas

A Matias Brotas arte contemporânea chega ao fim de 2017 ampliando ainda mais a experiência do colecionador com a arte contemporânea e coloca parte do seu acervo em exposição. A mostra traz cerca de 20 obras de artes entre pinturas, esculturas, fotografia e outros suportes artísticos de nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo. A exposição do acervo pode ser visitada até 10 de fevereiro.
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante pode vivenciar uma experiência única, pois as visitas são agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida de caráter pictórica e escultural, onde a imagem funde-se a materialidade da peça, num aparente contraste que funciona como complemento simbólico. Imagens realistas de céus e nuvens são pintadas sobre placas de concreto de diferentes tamanhos e formas.  A representação fiel de fotografias tomadas pelo artista do céu de Brasília, com sua característica luminosidade e arquitetura de nuvens, ao ser registrada em material tão alheio às tradições artísticas, mas tão presente à vida urbana, gera uma situação de estranheza e fria sedução. Esse instante efêmero, capturado e reproduzido pictoricamente, parece fixado, preso no concreto, como um lembrete de sua beleza frágil, de sua provisória memória […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Matias Brotas abre exposição do acervo com novos artistas e visitas guiadas para ampliar a experiência com a arte

Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira passam a integrar o time da galeria que já conta com nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol. A Mostra abre no dia 08 de dezembro e segue para visitação até 10 de fevereiro de 2018.

Uma vez por ano a Matias Brotas arte contemporânea coloca seu acervo em exposição com o objetivo de levar novas experiências aos colecionadores e apreciadores da arte, reunindo obras de seu time de artistas. Nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo, com mais de 20 obras de diferentes suportes, da pintura à escultura, fotografia. A exposição abre ao público no dia 08 de dezembro e segue até 10 de fevereiro de 2018. 
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante vivenciará uma experiência única, pois as visitas serão agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra. Segundo a galerista Lara Brotas, essa ideia das visitas agendadas busca oferecer ao colecionador ou quem deseja iniciar no colecionismo, uma experiência maior com a arte contemporânea e um conhecimento mais profundo sobre cada obra, a técnica artística e sobre o seu criador.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida […]

  • José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17
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    José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, são alguns dos artistas com obras selecionadas pela Matias Brotas arte contemporânea para a CasaCor ES, que acontece no Porto de Vitória. 
Suzana Queiroga expõe a instalação “Cidades-Nuvem”, feita exclusivamente para o ambiente “Casa Galeria”, das arquitetas Juliana Vervloet do Amaral e Roberta Toledo. Pairando no ar, a obra flutua como uma grande água viva, ora se camuflando com o fundo branco, ora se distinguindo do fundo azul, remetendo ao infinito.

Outra presença marcante neste mesmo ambiente é a vídeo instalação “Movimento²”, de Celina Portella, artista que este ano foi indicada pela segunda vez ao Prêmio Pipa. A obra, composta por um conjunto de 5 vídeo-objetos, traz mecanismos que movem telas de TV em sincronia com suas imagens. Na concepção da artista “a imagem do corpo aparece contida no quadro da tela, se relacionando com seus limites como se fossem limites reais do espaço em que se insere”. O projeto Movimento² foi desenvolvido na residência LABMIS 2010, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e remontado em 2014 através do I Programa de Fomento à Cultura Carioca em Artes Visuais. Na “Casa Galeria”, o público poderá conferir os “vídeos-objetos” 1, 2 e 3, nos quais as telas são fixas e a relação com o espaço se difere pela variação das dimensões do corpo contido no frame ideográfico.

Também é possível apreciar neste ambiente, a escultura “Descanso da sala” de José Spaniol, uma cadeira em madeira (400cm x 40cm x 45cm) que tem como características a duplicação, verticalidade e elevação, como se ganhasse vida própria. “Como numa revolta contra o mundo habitual que vemos todos os dias”, descreve o crítico de arte Agnaldo Farias.

Um quadro da série Luzes, de Raphael Bianco, único disponível, também pode ser apreciado. Ele […]

  • José Bechara | Fluxo Bruto | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | 25.07.17 a 05.11.17
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    José Bechara | Fluxo Bruto | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | 25.07.17 a 05.11.17

José Bechara | Fluxo Bruto | Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro | 25.07.17 a 05.11.17

O artista José Bechara inaugura no próximo dia 25 de julho a exposição ‘Fluxo Bruto’ com trabalhos inéditos no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM. A individual celebra os 60 anos do artista e sua trajetória na arte iniciada em 1992.

A curadoria da mostra é de Beate Reifenscheid, curadora e diretora do Ludwig Museum, Koblenz, Alemanha, e de Fernando Cocchiarale e Fernanda Lopes, do MAM Rio de Janeiro. A mostra reúne trabalhos em grande escala tridimensionais em alumínio, mármore, madeira e vidros planos, além de pinturas sobre lona. O conjunto é formado por trabalhos inéditos, alguns deles desenvolvidos a partir de obras anteriores, que ganharam “novas ativações, contaminados pelas demais peças e pelo espaço arquitetônico”, comenta Bechara.

José Bechara diz que “Fluxo Bruto” propõe uma “mirada para trabalhos em permanente alteração. Em estado bruto, esses trabalhos movimentam-se no curso da produção, e devem se concluir na obra a seguir”. “Com exceção das pinturas, todos os demais trabalhos serão ‘construídos’ no espaço expositivo durante os dias de montagem, a partir de escolhas frente às relações espaciais e de vizinhança entre as obras”, explica.

  • Modos de Ver o Brasil | Itaú Cultural | Parque Ibirapuera – SP | até 13 de agosto | José Bechara & Shirley Paes Leme
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    Modos de Ver o Brasil | Itaú Cultural | Parque Ibirapuera – SP | até 13 de agosto | José Bechara & Shirley Paes Leme

Modos de Ver o Brasil | Itaú Cultural | Parque Ibirapuera – SP | até 13 de agosto | José Bechara & Shirley Paes Leme

No ano em que completa 30 anos, o Itaú Cultural convida para uma imersão no Acervo de Obras de Arte do Itaú Unibanco, inspirado por percursos que remetem à diversidade da sociedade brasileira e de suas linguagens artísticas. A exposição ‘Modos de Ver o Brasil: Itaú Cultural 30 Anos’ é um mergulho por aproximadamente 800 obras, que estão expostas na Oca, Portão 3, no Parque Ibirapuera, em São Pau­lo, em abordagens históricas, identitárias, estéticas.
 
Para a curadoria – realizada em parceria com as áreas do instituto –, foi convidado Paulo Herkenhoff, que agregou ao projeto Thais Rivitti e Leno Veras. A seleção construída por esse grupo dispõe, nos quatro andares da Oca, as obras seguindo a ideia de constelação: pela proximidade, diálogos entre artistas, temas e momentos históricos são criados, sem que haja um percurso único. Vários sentidos podem ser percorridos pelo visitante.

A expografia – criada pela equipe de Álvaro Razuk – acompanha essa orientação e dispõe as obras em um modelo radial, que dá uma visão de conjunto de cada andar e só sugere caminhos e seções, sem delimitar o acesso.

As peças foram organizadas em 20 núcleos espalhados pelos quatro andares do edifício, projetado pelo renomado Oscar Niemeyer. Cada piso tem uma organização temática por período: no térreo estão “São Paulo” e “De memória e matéria”; no subsolo fica “Da numismática à cibernética”; no primeiro andar, “Expressão e racionalidade”; e no segundo andar, “Uma invenção simbólica do Brasil: África e barroco”.

A mostra, que fica aberta para visitação gratuita até o dia 13 de agosto, conta com a presença de diversos artistas como Alfredo Volpi, Cildo Meirelles, Louise Bourgeois, além de José Bechara e Shirley Paes Leme, ambos do portfólio da Matias Brotas arte contemporânea. Uma […]