Mai-Britt Wolthers

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    Mai-Britt Wolthers | ‘Composições’ | Genebra – Suíça | 17.01.19 a 02.03.19

Mai-Britt Wolthers | ‘Composições’ | Genebra – Suíça | 17.01.19 a 02.03.19

A artista Mai-Britt Wolther, dinamarquesa radicada no Brasil, abriu sua primeira exposição de 2019 na Galeria Espace L, em Genebra, na Suíça. A mostra traz um diálogo sobre composição e cor entre ela e o artista suíço Denis Jutzler. Ele faz trabalhos digitais elaborados através de fotos e impressos em papel.

As composições desses artistas, apesar de seus processos técnicos específicos, em última análise, resultam na criação de espaços fictícios. As composições de Mai-Britt são caracterizadas por um forte senso de fluidez entre os campos de cores que operam em dois níveis distintos: por um lado ela seduz o espectador através do uso de cor e uma infinidade de texturas de pintura; por outro, ela obriga o espectador a focar sua atenção em várias áreas menores e elementos dentro de suas composições. Essas narrativas são capturadas a partir de imagens originais de seus arquivos fotográficos.

Denis Jutzeler é um fotógrafo suíço que vive e trabalha em Genebra. “Composições”, sua mais recente série de obras, dá nome à exposição. Os trabalhos de Jutzeler são inspirados pela natureza. Ele sofre suas fotografias em um processo de transformação através de uma série de intervenções digitais. O fotógrafo cria as suas composições, uma nova variedade de plantas e flores, que são o assunto do trabalho dele.

Algumas de suas composições lembram um storyboard construído meticulosamente a partir de imagens compostas e equilibradas da flora indisciplinada. Jutzeler opera entre filme e fotografia; o senso de tempo que emerge de suas digitais é mais parecido para o primeiro que o posterior. Em suas obras, a multiplicidade de camadas às vezes se expande e, em outros, distorcem a imagem. Ele transforma tudo o que ele considera apropriado para alcançar um resultado desejado. O espectador […]

  • Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18
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    Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18

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Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18

Em comemoração aos seus 25 anos de carreira, a artista dinamarquesa radicada no Brasil, Mai-Britt Wolthers, abre exposição individual comemorativa na Galeria Braz Cubas, em Santos, São Paulo, cidade onde ela vive a mais de 30 anos, onde criou sua família e desenvolveu sua carreira de artista.

Com curadoria de Marcus Lontra, a exposição intitulada ‘Confluências’ traz pinturas da produção mais recente da artista, além de escultura, objetos e vídeo-performance.

Segundo Marcus Lontra, as obras de Mai Britt trabalham na confluência de vetores distintos que se encontram no espaço de materialização da obra de arte; o talento e a inteligência da artista agem na direção de selecionar e sintetizar experiências anteriores permitindo assim que diversas informações geográficas, estéticas, filosóficas e culturais atuem no interior de cada obra, dando-lhes potência e refinamento sensível e intelectual.

“Nascida na Dinamarca, desde cedo convive com a tradição pictórica dos grandes centros europeus. O Brasil trouxe para a artista a riqueza e a exuberância das paisagens e a capacidade de refletir sobre o tempo em ritmos e escalas diferentes. A obra de Mai-Britt provoca o espectador por sua dualidade; ela é exuberante, barroca e intensa, mas é também contida, objetiva e silenciosa. As cores vibrantes definem áreas marcantes circunscritas a elementos formais que atuam num cenário claro e despojado. No limite entre o figurativo e a abstração, a obra estimula o nosso olhar, convidando-nos a descobrir seus encantos e mistérios. Como uma esfinge contemporânea ela provoca: “Decifra-me ou te devoro”. Assim são os enigmas da arte e os desafios da vida. A paisagem é tema constante na trajetória da artista; ora elas falam de uma paisagem natural, externa e tropical ora falam de uma paisagem doméstica, íntima e cotidiana. Por isso […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

MBac coloca o acervo em exposição com novos artistas e visitas guiadas

A Matias Brotas arte contemporânea chega ao fim de 2017 ampliando ainda mais a experiência do colecionador com a arte contemporânea e coloca parte do seu acervo em exposição. A mostra traz cerca de 20 obras de artes entre pinturas, esculturas, fotografia e outros suportes artísticos de nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo. A exposição do acervo pode ser visitada até 10 de fevereiro.
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante pode vivenciar uma experiência única, pois as visitas são agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida de caráter pictórica e escultural, onde a imagem funde-se a materialidade da peça, num aparente contraste que funciona como complemento simbólico. Imagens realistas de céus e nuvens são pintadas sobre placas de concreto de diferentes tamanhos e formas.  A representação fiel de fotografias tomadas pelo artista do céu de Brasília, com sua característica luminosidade e arquitetura de nuvens, ao ser registrada em material tão alheio às tradições artísticas, mas tão presente à vida urbana, gera uma situação de estranheza e fria sedução. Esse instante efêmero, capturado e reproduzido pictoricamente, parece fixado, preso no concreto, como um lembrete de sua beleza frágil, de sua provisória memória […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Matias Brotas abre exposição do acervo com novos artistas e visitas guiadas para ampliar a experiência com a arte

Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira passam a integrar o time da galeria que já conta com nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol. A Mostra abre no dia 08 de dezembro e segue para visitação até 10 de fevereiro de 2018.

Uma vez por ano a Matias Brotas arte contemporânea coloca seu acervo em exposição com o objetivo de levar novas experiências aos colecionadores e apreciadores da arte, reunindo obras de seu time de artistas. Nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo, com mais de 20 obras de diferentes suportes, da pintura à escultura, fotografia. A exposição abre ao público no dia 08 de dezembro e segue até 10 de fevereiro de 2018. 
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante vivenciará uma experiência única, pois as visitas serão agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra. Segundo a galerista Lara Brotas, essa ideia das visitas agendadas busca oferecer ao colecionador ou quem deseja iniciar no colecionismo, uma experiência maior com a arte contemporânea e um conhecimento mais profundo sobre cada obra, a técnica artística e sobre o seu criador.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida […]

  • José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17
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    José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, são alguns dos artistas com obras selecionadas pela Matias Brotas arte contemporânea para a CasaCor ES, que acontece no Porto de Vitória. 
Suzana Queiroga expõe a instalação “Cidades-Nuvem”, feita exclusivamente para o ambiente “Casa Galeria”, das arquitetas Juliana Vervloet do Amaral e Roberta Toledo. Pairando no ar, a obra flutua como uma grande água viva, ora se camuflando com o fundo branco, ora se distinguindo do fundo azul, remetendo ao infinito.

Outra presença marcante neste mesmo ambiente é a vídeo instalação “Movimento²”, de Celina Portella, artista que este ano foi indicada pela segunda vez ao Prêmio Pipa. A obra, composta por um conjunto de 5 vídeo-objetos, traz mecanismos que movem telas de TV em sincronia com suas imagens. Na concepção da artista “a imagem do corpo aparece contida no quadro da tela, se relacionando com seus limites como se fossem limites reais do espaço em que se insere”. O projeto Movimento² foi desenvolvido na residência LABMIS 2010, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e remontado em 2014 através do I Programa de Fomento à Cultura Carioca em Artes Visuais. Na “Casa Galeria”, o público poderá conferir os “vídeos-objetos” 1, 2 e 3, nos quais as telas são fixas e a relação com o espaço se difere pela variação das dimensões do corpo contido no frame ideográfico.

Também é possível apreciar neste ambiente, a escultura “Descanso da sala” de José Spaniol, uma cadeira em madeira (400cm x 40cm x 45cm) que tem como características a duplicação, verticalidade e elevação, como se ganhasse vida própria. “Como numa revolta contra o mundo habitual que vemos todos os dias”, descreve o crítico de arte Agnaldo Farias.

Um quadro da série Luzes, de Raphael Bianco, único disponível, também pode ser apreciado. Ele […]

  • Mai-Britt Wolthers | ‘Blue, Bleu, Azul’ | Espace_L | Genebra – Suiça | 15.09.17 a 28.10.17 | Matias Brotas
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    Mai-Britt Wolthers | ‘Blue, Bleu, Azul’ | Espace_L | Genebra – Suiça | 15.09.17 a 28.10.17

Mai-Britt Wolthers | ‘Blue, Bleu, Azul’ | Espace_L | Genebra – Suiça | 15.09.17 a 28.10.17

Depois de expor na Matias Brotas arte contemporânea ao lado da artista Suzana Queiroga na coletiva ‘Blue: A Terra é azul’, desde então, Mai-Britt Wolthers continua o foco do seu trabalho no tema azul e trabalhando bastante em Genebra, na Suíça, onde abre no dia 14 de setembro a exposição ‘Blue, Bleu, Azul’ na galeria Espace_L.

A mostra reúne trabalhos de Mai-Britt e também da artista Mila Mayer. Ambas possuem trabalhos relacionados com a natureza, e, mais especificamente, com a cor azul.

O azul representa um mito e um símbolo muito usado em toda a história da arte. Desde os tempos antigos, o custo de lápis-lazúli (pedra afegão onde o azul é para ser extraído) rivalizou mesmo com o preço do ouro. Esta pedra foi então usado para fazer jóias, objetos rituais, objetos decorativos e máscaras mortuárias. O custo de importação deste mineral do deserto do Afeganistão, era muito alta. Os egípcios foram então desenvolvidos seu próprio pigmento sintético produzido com base em dióxido de silício, cobre e alcalino. Na cultura egípcia, o azul foi associado com o céu e os deuses.
 
Nos tempos medievais, a Virgem Maria tem sido muitas vezes representado na vestido azul. A escolha da cor não é apenas por causa de seu simbolismo religioso, mas também o seu valor material. Na verdade, o azul foi considerado por séculos como uma cor nobre, e pintores renascentistas como Raphael, tê-lo usado para destacar a divindade representada.
 
Na década de 1950, o artista Yves Klein criou uma tonalidade azul, que ao longo dos anos tornou-se sua marca registrada e se espalhou no mundo da arte após a Segunda Guerra Mundial. Klein blue “foi além das dimensões que outras cores não pode alcançar.
 
A exposição ‘Blue, Bleu, Azul’ […]

Para Ler: Dica de livro por Mai-Britt Wolthers

Edvard Munch (1863 -1944), 2013, Editora Skira
Publicado na Itália em 2013, pela editora Skira, o livro Edvard Munch (1863-1944) foi feito para a exposição Munch 150 em comemoração aos 150 anos de nascimento desse grande artista norueguês. O catálogo, além de conter sobre a vida pessoal e artística de Munch, também conta registros fotográficos de 271 obras, inclusive “o grito” e “madonna”, as duas obras mais conhecidas do artista. Edvard Munch é sem dúvidas um dos maiores artistas de toda a Escandinávia.
Fotos em anexo: são imagens das obras “mother and daughter ( pintura de 1897-99) e a xilogravura “encounter in space” (1899).

  • Mai-Britt Wolthers | Kunstnernes Forårsudstilling 2017 | Charlottenborg | Copenhague | Dinamarca | 02.02.17 a 11.03.17
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    Mai-Britt Wolthers | Kunstnernes Forårsudstilling 2017 | Charlottenborg | Copenhague | Dinamarca | 02.02.17 a 11.03.17

Mai-Britt Wolthers | Kunstnernes Forårsudstilling 2017 | Charlottenborg | Copenhague | Dinamarca | 02.02.17 a 11.03.17

Depois de participar da exposição coletiva Les Coleurs D’Amazone, na Galeria Espace L, em Genebra, a artista Mai-Britt Wolthers acaba de ter dois dos seus trabalhos selecionados para um salão tradicionalíssimo na Dinamarca, o Kunstnernes Forårsudstilling 2017, que acontece no Charlottenborg, em Copenhague, um dos lugares mais prestigiados para expor na Dinamarca, onde artistas do mundo inteiro querem apresentar suas criações.
 
A mostra, chamada de ‘Exposição de Primavera’, é uma das principais da Europa pela tradição em apresentar uma ampla gama de gêneros em arte, arquitetura e design. Abrirá no dia 02 de fevereiro e segue até 11 de março.
 
A ‘escultura azul’ e o video ‘Blue Composition’ foram as obras selecionadas de Mai-Britt para o evento. Ambos trabalhos os capixabas tiveram a oportunidade de ver de perto na exposição individual da artista ‘Blue: a terra é azul’, em novembro de 2015, na Matias Brotas arte contemporânea.

  • ArtRio 2016 | Matias Brotas arte contemporânea #10anos | STAND V3 | Pier Mauá | Rio de Janeiro - RJ | 28 de setembro a 02 de outubro
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    ArtRio 2016 | Matias Brotas arte contemporânea #10anos | Stand V3 | Pier Mauá | Rio de Janeiro – RJ | 28 de setembro a 02 de outubro

ArtRio 2016 | Matias Brotas arte contemporânea #10anos | Stand V3 | Pier Mauá | Rio de Janeiro – RJ | 28 de setembro a 02 de outubro

Completando 10 anos em 2016, a Matias Brotas arte contemporânea se estabelece no cenário da arte contemporânea com vigor e comprometimento para fomentar a arte, incentivar a produção de jovens artistas e criar conexões entre críticos de arte, artistas, colecionadores, curadores e o público. Seu acervo é composto por artistas renomados no cenário nacional e internacional da arte contemporânea, como Manfredo de Souzanetto e José Bechara, além de investir em jovens e promissores talentos como Lara Felipe, Miro Soares, Raphael Bianco, Renata Egreja, Antonio Bokel e Mai-Britt Wolthers.

Faz parte do seu projeto curatorial exposições individuais e coletivas, possibilitando a circulação das obras de artistas consagrados, trazendo, ainda, o pensamento crítico de grandes curadores e críticos.

Entre as exposições coletivas relevantes da galeria citamos “A última Casa, a última paisagem” com curadoria de Agnaldo Farias. Entre as individuais contamos com artistas como Raphael Bianco, Paulo Vivacqua, José Bechara, Gabriela Machado e Renata Tassinari. Curadores do calibre de Waldir Barreto e Paulo Sérgio Duarte também firmaram suas assinaturas na galeria. A MBac lançou em 2013 o primeiro clube do colecionador de arte do Espírito Santo, que ruma à quarta edição, contribuindo para democratização e estimulo ao consumo de arte no Brasil.

A MBac consolida-se como expoente em arte contemporânea no Espirito Santo e a gradativa inserção no circuito de feiras visa ampliar a visibilidade dos artistas locais em âmbito nacional, bem como, promover intercâmbios, estabelecendo novas visões e possibilidades no mercado de arte.

Para a 6ª edição da ArtRio, a MBac selecionou 10 artistas para apresentarem sua produção mais recente.  Andrea Brown, Antonio Bokel, Lara Felipe, Manfredo de Souzanetto, Mai-Britt Wolthers, Raphael Bianco, Renata Egreja, Shirley Paes Leme, Suzana Queiroga e Vilar.

Andrea Brown é um dos grandes destaques do Stand. Além de fazer parte da #4edição do clube do colecionador da galeria, a […]

  • Mai-Britt Wolthers e Patricia Camet | Lamb-Arts Londres | 25 de maio | Matias Brotas arte contemporânea
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    Mai-Britt Wolthers e Patricia Camet | Lamb-Arts Londres | 25 de maio

Mai-Britt Wolthers e Patricia Camet | Lamb-Arts Londres | 25 de maio

A artista Mai-Britt Wolthers está em Londres para abertura de sua nova exposição, um duo artístico com a escultora peruana Patrícia Camet.

O convite é da galeria Lamb Artes de Londres.

Com o nome “I’m Rosa’, a mostra, que abre ao público no dia 26 de maio e fica aberta até o dia 25 de junho, vai reunir pinturas e esculturas nos dois andares e porão da galeria.

Mais informações no site www.lamb-arts.com