Manfredo de Souzanetto

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

MBac coloca o acervo em exposição com novos artistas e visitas guiadas

A Matias Brotas arte contemporânea chega ao fim de 2017 ampliando ainda mais a experiência do colecionador com a arte contemporânea e coloca parte do seu acervo em exposição. A mostra traz cerca de 20 obras de artes entre pinturas, esculturas, fotografia e outros suportes artísticos de nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo. A exposição do acervo pode ser visitada até 10 de fevereiro.
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante pode vivenciar uma experiência única, pois as visitas são agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida de caráter pictórica e escultural, onde a imagem funde-se a materialidade da peça, num aparente contraste que funciona como complemento simbólico. Imagens realistas de céus e nuvens são pintadas sobre placas de concreto de diferentes tamanhos e formas.  A representação fiel de fotografias tomadas pelo artista do céu de Brasília, com sua característica luminosidade e arquitetura de nuvens, ao ser registrada em material tão alheio às tradições artísticas, mas tão presente à vida urbana, gera uma situação de estranheza e fria sedução. Esse instante efêmero, capturado e reproduzido pictoricamente, parece fixado, preso no concreto, como um lembrete de sua beleza frágil, de sua provisória memória […]

  • Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Matias Brotas abre exposição do acervo com novos artistas e visitas guiadas para ampliar a experiência com a arte

Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira passam a integrar o time da galeria que já conta com nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol. A Mostra abre no dia 08 de dezembro e segue para visitação até 10 de fevereiro de 2018.

Uma vez por ano a Matias Brotas arte contemporânea coloca seu acervo em exposição com o objetivo de levar novas experiências aos colecionadores e apreciadores da arte, reunindo obras de seu time de artistas. Nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo, com mais de 20 obras de diferentes suportes, da pintura à escultura, fotografia. A exposição abre ao público no dia 08 de dezembro e segue até 10 de fevereiro de 2018. 
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante vivenciará uma experiência única, pois as visitas serão agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra. Segundo a galerista Lara Brotas, essa ideia das visitas agendadas busca oferecer ao colecionador ou quem deseja iniciar no colecionismo, uma experiência maior com a arte contemporânea e um conhecimento mais profundo sobre cada obra, a técnica artística e sobre o seu criador.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida […]

  • Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura do Tipo Brasileira | Casa França Brasil | Rio de Janeiro | 21.11.17 a 07.01.18
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    Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura do Tipo Brasileira | Casa França Brasil | Rio de Janeiro | 21.11.17 a 07.01.18

Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura do Tipo Brasileira | Casa França Brasil | Rio de Janeiro | 21.11.17 a 07.01.18

Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto estão entre os artistas selecionados que participam da coletiva ‘Pintura do Tipo Brasileira’, que abriu no último dia 21 de novembro, na Casa França Brasil, no centro do Rio de Janeiro, e segue para visitação até janeiro de 2018.

A exposição, que tem curadoria de Renata Gesomino, parte de uma sutil sugestão de contranarrativa que atravessa uma cara metodologia historiográfica chamada formalismo. Inspirada na crítica à ambição modernista de totalidade e na apreensão tipológica ou taxonômica de algumas obras circunscritas no campo pictórico, a exposição exibe trabalhos em superfícies variadas e com elementos estéticos plurais (materiais e imateriais) que vão desde a silenciosa planaridade dos colorfields às narrativas figurativas de cunho político e subversivo.

Nas palavras da curadora, a partir de uma análise crítica da produção pictórica de Raimundo Rodriguez, Osvaldo Carvalho, Manfredo de Souzanetto, Antonio Bokel, Victor Arruda, Edmilson Nunes, Rosana Ricalde, Marcos Cardoso e Felipe Barbosa, e utilizando um aparato historiográfico multidisciplinar e atento às temporalidades fragmentadas, às narrativas e às contranarrativas, “ousamos esboçar tipos possíveis de uma Pintura contemporânea Brasileira que, ultrapassando seu momento modernista antropofágico, parecem reiterar um processo identitário contínuo autofágico”.

Segundo Renata, sobre a obra de Manfredo de Souzanetto, ‘das fraturas expostas de uma temporalidade com contornos modernistas, emergiu a pintura em formato não convencional, entrecortado, anguloso e em tons terrosos de Manfredo. A abstração geométrica enquanto linguagem formal imperativa parecia ter vencido a querela que se anunciava no final do século XIX, e que se tornou plena no alvorecer do século XX. Nesse contexto, a pintura de Manfredo fala a linguagem poética dos materiais que flutuam errantes e solitários sobre o plano e que se agigantam em pequenos espaços físicos’.

Sobre a obra de Antonio Bokel, a […]

  • José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17
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    José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, são alguns dos artistas com obras selecionadas pela Matias Brotas arte contemporânea para a CasaCor ES, que acontece no Porto de Vitória. 
Suzana Queiroga expõe a instalação “Cidades-Nuvem”, feita exclusivamente para o ambiente “Casa Galeria”, das arquitetas Juliana Vervloet do Amaral e Roberta Toledo. Pairando no ar, a obra flutua como uma grande água viva, ora se camuflando com o fundo branco, ora se distinguindo do fundo azul, remetendo ao infinito.

Outra presença marcante neste mesmo ambiente é a vídeo instalação “Movimento²”, de Celina Portella, artista que este ano foi indicada pela segunda vez ao Prêmio Pipa. A obra, composta por um conjunto de 5 vídeo-objetos, traz mecanismos que movem telas de TV em sincronia com suas imagens. Na concepção da artista “a imagem do corpo aparece contida no quadro da tela, se relacionando com seus limites como se fossem limites reais do espaço em que se insere”. O projeto Movimento² foi desenvolvido na residência LABMIS 2010, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e remontado em 2014 através do I Programa de Fomento à Cultura Carioca em Artes Visuais. Na “Casa Galeria”, o público poderá conferir os “vídeos-objetos” 1, 2 e 3, nos quais as telas são fixas e a relação com o espaço se difere pela variação das dimensões do corpo contido no frame ideográfico.

Também é possível apreciar neste ambiente, a escultura “Descanso da sala” de José Spaniol, uma cadeira em madeira (400cm x 40cm x 45cm) que tem como características a duplicação, verticalidade e elevação, como se ganhasse vida própria. “Como numa revolta contra o mundo habitual que vemos todos os dias”, descreve o crítico de arte Agnaldo Farias.

Um quadro da série Luzes, de Raphael Bianco, único disponível, também pode ser apreciado. Ele […]

  • Manfredo de Souzanetto, Anna Bella Geiger, Hélio Oiticica, Maria Laet e outros | “Sobre a Terra” | Gentil Carioca | Rio de Janeiro | até 08 de julho 
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    Manfredo de Souzanetto, Anna Bella Geiger, Hélio Oiticica, Maria Laet e outros | “Sobre a Terra” | Gentil Carioca | Rio de Janeiro | até 08 de julho 

Manfredo de Souzanetto, Anna Bella Geiger, Hélio Oiticica, Maria Laet e outros | “Sobre a Terra” | Gentil Carioca | Rio de Janeiro | até 08 de julho 

Com curadoria de Bernardo Mosqueira, a exposição coletiva ‘Sobre a Terra’, inspirada na prática de geofagia ou ingestão de terra, traz o trabalho de 12 artistas que exploram a relação material, conceitual, política e simbólica entre o humano e a terra. A coletiva, em cartaz na Gentil Carioca, no Sobrado, Rio de Janeiro, segue até o dia 08 de julho.

Entre os artistas que compõem a mostra está Manfredo de Souzanetto, artista da Matias Brotas arte contemporânea que recentemente esteve em Vitória para lançamento do seu livro ‘Paisagem ainda que’ que reúne imagens de suas obras ao longo dos 40 anos de sua trajetória artística.

Além de Manfredo, também compõem a coletiva: Anna Bella Geiger, Caroline Valansi, Guga Ferraz, Hélio Oiticica, Luiz Alphonsus, Maria Laet, Matheus Rocha Pitta, Mestre Didi, Rafael RG, Regina José Galindo, Rodrigo Braga.

Leia, abaixo, o texto de introdução à mostra elaborado pelo curador Bernardo Mosqueira:

primeiro estudo: sobre a terra
(ao meu amor)
Análises de fósseis e vestígios materiais indicam que a geofagia era praticada entre os Homo habilis há 2 milhões de anos e entre os primeiros Homo sapiens há mais de 150 mil anos. Nos últimos 5 milênios, a ingestão de terra esteve presente na cultura de povos das mais diversas origens e, hoje em dia, é hábito comum no interior do Brasil, no Sul dos Estados Unidos, no Haiti e em diversas regiões em todos os continentes. A geofagia é utilizada como forma de disfarçar a fome, com propósitos medicinais, como parte de preceitos ritualísticos ou simplesmente por gosto ou cultura alimentar. Nesse último caso, a terra é utilizada como ingrediente em receitas, como acompanhamento de outros alimentos, na forma de bolos e biscoitos, in natura ou simplesmente temperada com especiarias. Muitas […]

  • Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura 'do tipo' Brasileira | Centro Cultural Laurinda Santos Lobo | Rio de Janeiro | até 04.06.17 | Matias Brotas
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    Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura ‘do tipo’ Brasileira | Centro Cultural Laurinda Santos Lobo | Rio de Janeiro | até 04.06.17

Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura ‘do tipo’ Brasileira | Centro Cultural Laurinda Santos Lobo | Rio de Janeiro | até 04.06.17

Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto, ambos artistas da Matias Brotas arte contemporânea com exposições realizadas em Vitoria, estão juntos na coletiva ‘Pintura ‘do tipo’ Brasileira no Centro Cultural Laurinda Santo Lobos, em Santa Tereza, Rio de Janeiro. A exposição abriu no dia 05 de maio e segue até o dia 04 de junho. Além deles, a mostra conta com mais dois artistas, Raimundo Rodriguez e Osvaldo Carvalho, e tem curadoria e texto de Renata Gesomino.

Os trabalhos ocupam as quatro salas do local com telas de grandes dimensões. A coletiva buscou reunir, de maneira inédita, quatro importantes artistas de gerações distintas da arte contemporânea brasileira, jogando luz sobre obras, ao mesmo tempo, distintas e complementares.

Veja parte do texto de Renata Gesomino sobre a exposição:

“A forma fácil e a pintura do tipo Brasileira”
A exposição coletiva “Pintura do tipo Brasileira” tem em seu título uma sutil sugestão de contranarrativa que atravessa uma cara metodologia historiográfica chamada formalismo. A metodologia formalista, como se sabe, se inicia com a teoria da pura-visualidade de Konrad Fiedler e sua consequente aplicação pelo historiador da arte suíço Heinrich Wölfflin em obras como “Os conceitos fundamentais da história da arte” e encontra um dos seus últimos grandes representantes ainda no século XX, através das reflexões e da produção textual do crítico de arte americano Clement Greenberg.

Assim sendo, “Pintura do tipo Brasileira” pretende fazer uma remissão irônica ao famoso artigo publicado pela primeira vez em 1955, intitulado “American type-painting”, que pode ser encontrado com as seguintes traduções: “Pintura do tipo Americana” e em tradução mais recente como “Pintura à Americana”. Neste trabalho, Greenberg reúne esforços retóricos pautados na criação de dois fundamentais parâmetros estéticos de qualidade para autorizar e afirmar a potência da […]

  • Manfredo de Souzanetto | À Coleurs Déployees | Galeria Pascal Gabert | Paris-França | 27.04.17 a 20.05.17 | Matias Brotas
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    Manfredo de Souzanetto | À Coleurs Déployees | Galeria Pascal Gabert | Paris-França | 27.04.17 a 20.05.17

Manfredo de Souzanetto | À Coleurs Déployees | Galeria Pascal Gabert | Paris-França | 27.04.17 a 20.05.17

Manfredo de Souzanetto participa de coletiva na Galeria Pacal Gabert, em Paris.

Manfredo de Souzanetto expõe algumas de suas obras em Paris, a partir do próximo dia 27 de abril. Ele participa da coletiva ‘À Coleurs Déployees’ na galeria Pascal Gabert. A mostra tem curadoria do crítico de arte Philippe Cyroulnik e também é composta por obras dos artistas Philippe Clot, Serge Fauchier, Barry Hasting, Dominique Liquois e Égide Viloux.

Manfredo leva suas obras que possui a técnica de pigmentos com resina acrílica e bastão a óleo sobre tela de linho.

Com passagens pela École Nationale Louis Lumière e pela École Nationale de Beaux-Arts, ambas escolas de arte em Paris, na França, Manfredo já mostrou suas obras em exposições em Berlim, Lisboa, em diversas galerias da capital francesa, e mais recentemente na Suíça. Em Vitória, o artista é representado pela Matias Brotas arte contemporânea, que já realizou com o artista duas exposições coletivas e também levou suas obras para dentro da ArtRio Fair, Feira Internacional de Arte do Rio de Janeiro.

Suas obras integram não somente o dinamismo das formas e dos materiais, suas potencialidades visuais e formais como também seu erotismo. Elas são um constante vai e vem entre a sensualidade da curva e a aresta viva do ângulo agudo, o vibrato da cor e a tatilidade da matéria, em que passamos do surdo ao vivaz, do orgânico ao geométrico criando descontinuidades e variações, permitindo imaginar configurações que se valem de uma estrutura fragmentada.

Recentemente, o artista também lançou seu livro ‘Paisagem ainda que’, que reúne imagens de suas obras ao longo dos 40 anos de sua trajetória artística. O livro possui 240 páginas com mais de 150 imagens de trabalhos do artista. A publicação é trilíngue (português, […]

  • Antonio Bokel | Paulo Vivacqua | Manfredo de Souzanetto | ‘Monumental – Arte na Marina da Glória’ | até 18 de dezembro | Rio de Janeiro - RJ
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    Antonio Bokel | Paulo Vivacqua | Manfredo de Souzanetto | ‘Monumental – Arte na Marina da Glória’ | até 18 de dezembro | Rio de Janeiro – RJ

Antonio Bokel | Paulo Vivacqua | Manfredo de Souzanetto | ‘Monumental – Arte na Marina da Glória’ | até 18 de dezembro | Rio de Janeiro – RJ

Arte a céu aberto na Marina da Glória

Um dos mais belos cartões postais do Rio de Janeiro se transformou em um grande museu aberto com obras modernas e contemporâneas. É a mostra ‘Monumental – Arte na Marina da Glória’ que tem curadoria de Marc Pottier e fica aberta para visitação até 18 de dezembro. A megaexposição reúne trabalhos de grandes dimensões de 19 artistas de algumas das principais galerias brasileiras. A Matias Brotas é uma das galerias presentes representando obras de três artistas: Antonio Bokel, Paulo Vivacqua e Manfredo de Souzanetto.

A exposição traz uma variedade de expressões artísticas como instalações, esculturas, grafites, experiências interativas, performances e obras de som – todas estabelecendo uma suave interação com a arquitetura e o local. O artista Paulo Vivacqua apresenta a instalação sonora “Floresta imaginária’’ (2016), com oito canais de áudio, instalados no estacionamento. Eles descrevem a paisagem sonora de uma floresta, evocando, nas palavras do artista, um estado de apreensão permanente, “numa atmosfera onde transitam e cruzam cantos, pássaros e visagens”.


Depois de ser exposta em Vitória, na individual ‘Nada além das palavras’, na Matias Brotas arte contemporânea’, a obra ‘Babel’, uma torre de blocos de cimento com mãos em bronze saindo dos blocos, do artista carioca Antonio Bokel, também foi selecionada pelo curador Marc Pottier para fazer parte dessa megaexposição.


A obra ‘Pedras’, do artista Manfredo de Souzanetto é outra instalação no local e consiste em 42 cópias de uma pedra natural sendo realizadas 21 em porcelana e 21 em bronze, que estabelece um jogo entre natureza e cultura, a diversidade dos materiais empregados e a divergência entre leve e pesado.

Além de Antonio Bokel, Paulo Vivacqua e Manfredo de Souzanetto, quem passar por lá vai conferir também obras dos artistas Almandrade, Amilcar de Castro, […]

  • Manfredo de Souzanetto | A Cor do Brasil | Museu de Arte do Rio - MAR | Até 15 de janeiro de 2017
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    Manfredo de Souzanetto | A Cor do Brasil | Museu de Arte do Rio – MAR | Até 15 de janeiro de 2017

Manfredo de Souzanetto | A Cor do Brasil | Museu de Arte do Rio – MAR | Até 15 de janeiro de 2017

Três obras do artista Manfredo de Souzanetto são destaque na exposição ‘A Cor do Brasil’ aberta este mês no Museu de Arte do Rio de Janeiro –MAR, na Praça Mauá. A mostra, que fica em cartaz até janeiro de 2017, traça a trajetória da arte brasileira desde o período colonial até o século XXI, e reúne mais de 300 peças, vindas da Argentina, do México e de outras 12 instituições espalhadas pelo Brasil, que cederam parte de seus acervos para a montagem da mais completa antologia da cor já apresentada na cidade do Rio de Janeiro. A exposição tem curadoria de Paulo Herkenhoff, Marcelo Campos e Clarissa Diniz.

A exposição está dividida em três salas. A primeira delas, intitulada ‘A transformação da luz e do ambiente ecológico em cor’, é dedicada à visão sintética da paisagem.  Retratos, paisagens e naturezas mortas cedem espaço para uma seleção do melhor do impressionismo no Brasil, com obras de nomes como Anita Malfatti, Guignard, Goeldi, Portinari, Ismael Ney, Lasar Segall, Antonio Gomide e Flavio de Carvalho, entre outros.

A segunda sala, ‘Modernidade e Autonomia da arte’, é formada por diversos núcleos significativos, dos regionalistas aos concretistas, neoconcretistas e gestuais. A sala reúne obras de artistas como Bruno Lechowski, José Pancetti, Milton Dacosta, Quirino Campofiorito, Joaquim Tenreiro, Waldemar Cordeiro, Lothar Charoux, Geraldo De Barros, Hermelindo Fiaminghi, Luis Sacilootto, Judith Laund, Franz Weissmann, Hélio Oiticica, Lygia Pape, Aluisio Carvão, Decio Vieira, Willys de Castro, Barsotti e Osmar Dillon; Bandeira, Shiró, Tomie Ohtake, Mabe, Iberê Camargo; assim como parte da cena da cor no Rio formada por Eduardo Sued, Manfredo Souzaneto e Gonçalo Ivo.

Na terceira e última sala, ‘Opinião, Tropicália, Geração 80 e Cor do Século XXI’, o foco se torna a Cor […]

  • Dica de Leitura | Paisagem ainda que | Manfredo de Souzanetto | Matias Brotas arte contemporânea
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    Dica de Leitura | Paisagem ainda que | Manfredo de Souzanetto

Dica de Leitura | Paisagem ainda que | Manfredo de Souzanetto

O artista Manfredo de Souzanetto lançou em março seu livro ‘Paisagem ainda que’ em comemoração aos 40 anos de sua trajetória artística.

A publicação possui 240 páginas e é trilíngue (português, Francês e Inglês) com textos do poeta Julio Castañon Guimarães e da escritora Francesa Anne-Marie Lugan Dardigne.

Nascido na pequena Jacinto, no Vale do Jequitinhonha, o artista Manfredo de Souzanetto ganhou o mundo ainda jovem. Morou em Paris, expôs nos Estados Unidos, em vários países da Europa, e conquistou reconhecimento internacional por seu trabalho.

O livro reúne imagens de suas obras ao longo dos 40 anos de carreira.

Livro ‘Paisagem ainda que’ de Manfredo de Souzanetto
240 páginas
Reptil Editora
Valor: R$ 80,00