Orlando da Rosa Farya

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    Coletiva no Espaço Emparede Contemporânea marca a última das mais de 40 atividades do projeto Arte Comvida em 2019

Coletiva no Espaço Emparede Contemporânea marca a última das mais de 40 atividades do projeto Arte Comvida em 2019

Ao longo deste ano, em mais de 40 diferentes exposições, o público pôde apreciar importantes obras de artistas capixabas, ou que atuam no Espírito Santo, e participam do projeto Arte Comvida.

A última do ano estreou no dia 6 de dezembro, no Emparede Contemporânea, centro cultural localizado em Santo Antônio, Vitória.

Com o nome que faz referência ao encontro dos dois projetos, a exposição coletiva “Em paredes com vida, com paredes em vida”, vai contar com obras de 25 artistas.

Nomes como Rosana Paste, Lando, Gui Castor, Maria Toscano, Eugenio Goulart, Julia Ramalho, Thiago Balbino, Salsa Brezinsky e outros artistas integram a exposição que fica no Emparede até 4 de março de 2020.

Apesar do caráter celebrativo do lançamento da exposição, a produtora e idealizadora do Arte Comvida Denise Cesar lembra das dificuldades enfrentadas pela falta de apoio ao longo do ano.“Faltam patrocinadores que olhem com carinho para a necessidade de visibilidade da arte produzida no Estado e também, maior divulgação e outros tipos de apoios”, explica.

O Comvida tem como objetivo levar as artes plásticas e visuais para novos espaços além das galerias tradicionais.

 

Exposição coletiva “Em paredes com vida, com paredes em vida”

Data: até 4 de março de 2020

Local: Emparede Contemporânea – Rua Albuquerque Tovar, 41, Santo Antônio – Vitória

Agendamento de visitas: (27) 99983-3068

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    Matias Brotas inaugura primeira exposição do Clube do Colecionador em que 19 artistas expõem obras inéditas e exclusivas

Matias Brotas inaugura primeira exposição do Clube do Colecionador em que 19 artistas expõem obras inéditas e exclusivas

Pela primeira vez reunidos, Adriana Vignoli, Amália Giacomini, Ana Paula Oliveira, Fernando Augusto, José Rufino, José Spaniol, Lando, Lara Felipe, LincoIn Dias, Mai-Britt Wolthers, Marcelo Solá, Matias Mesquita, Omar Salomão, Renata Egreja, Ricardo Becker, Rosana Paste, Suzana Queiroga, Thainan Castro e Vilar apresentam trabalhos inéditos e exclusivos em exposição na Matias Brotas Arte Contemporânea, a partir do dia 5 de dezembro. A mostra reúne esculturas, pinturas, gravuras, instalações, entre outros trabalhos.

Colecionador e curador

A exposição marca o início de um novo formato do Clube do Colecionador, que agrega o predicado ‘Séries Exclusivas’, propondo o colecionador como curador da sua própria coleção.

Um colecionador é, por natureza, um acumulador apaixonado e interessado em arte, que com o passar do tempo cria um acervo e se envolve com seus objetos de desejo, criando um repertório pessoal e deixando de ser um simples espectador, para assumir uma postura ativa dentro desse universo.

Segundo a galerista Lara Brotas, as ‘Séries Exclusivas’ propõem o colecionador como curador, na medida em que as escolhas partem da sua autonomia em estabelecer conexões singulares com o mundo da arte contemporânea.

“Ao estimular a curadoria da própria coleção, mantemos nosso compromisso de acender no público o universo sensível da natureza humana, tão peculiar no encontro com a arte”, enfatiza.

Serviço:

Período: 5 de dezembro a 21 de fevereiro de 2020

Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h, e aos sábados com agendamento

Local: Galeria Matias Brotas, localizada na Av. Carlos Gomes de Sá, 130, Mata da Praia

Contato: (27) 3327-6966 | (27) 99933-8172

Programação de abertura no dia 5 de dezembro:

9h30: Welcome Coffee

10h: Bate-papo com Nei Vargas (UFRGS) e Almerinda Lopes (UFES)

15h às 17h: Encontro com os artistas

17h às 20h: Vernissage

Para Ler: Dica de livro por Orlando da Rosa Farya

O Pintassilgo, de Donna Tartt

A história tem por protagonista Theo Decker, um nova-iorquino, que sobrevive aos 13 anos a um ataque terrorista que vitima mortalmente a mãe. Desorientado, numa nova casa, numa escola onde tem colegas que o perseguem, refugia-se num quadro, a obra de Carel Fabritius, “O Pintassilgo”. Este romance é sobre a perda, o instinto de sobrevivência e a história de uma obsessão. O livro é vencedor do prêmio Pulitzer de Literatura. Mais de trinta semanas na lista de mais vendidos do New York Times.

  • Orlando da Rosa Farya | Projeto 027 | Sesi Arte Galeria | Vitória | 28.09.17 a 10.12.17 | Matias Brotas
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    Orlando da Rosa Farya | Projeto 027 | Sesi Arte Galeria | Vitória | 28.09.17 a 10.12.17

Orlando da Rosa Farya | Projeto 027 | Sesi Arte Galeria | Vitória | 28.09.17 a 10.12.17

O artista capixaba Orlando da Rosa Farya, indicado ao Prêmio PIPA 2017, é um dos artistas que compõe a exposição ‘Projeto 027’, que abriu ao público no último dia 28 de setembro e segue para visitação até o dia 10 de dezembro, no Sesi Arte Galeria, no Edifico Findes, em Vitória.

O artista apresenta obras de sua série ‘Terra em transe’, inspirada no filme homônimo de Glauber Rocha”. As obras remetem ao terremoto que em 1755 arrasou Lisboa. Ele faz uma espécie de alegoria virtual com imagens distorcidas da capital portuguesa, que ele as chamou de onomatopeias da cidade.
 
Além dos trabalhos de Orlando da Rosa Farya, nesta primeira edição, o “Projeto 027” traz também os trabalhos da artista Heidi Liebermann e também representantes da nova geração, como Gui Castor e Ana De Sena, além da artista capixaba Helena Dias Sardenberg. Diferentes gerações reunidas em um único espaço para mostrar individualmente o universo artístico de cada um.
 
A exposição cria uma conversa entre artistas em suas diferentes linguagens e possibilitar que o público tenha acesso à produção local por meio de vertentes poéticas, seja por meio da pintura, colagem, vídeo, foto e desenho.

  • Orlando da Rosa Farya | Prêmio PIPA 2017 | Votação até 23 de julho | Matias Brotas
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    Orlando da Rosa Farya | Prêmio PIPA 2017 | Votação até 23 de julho

Orlando da Rosa Farya | Prêmio PIPA 2017 | Votação até 23 de julho

O artista capixaba Orlando da Rosa Farya é um dos indicados ao Prêmio PIPA 2017, o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais e uma das principais plataformas de pesquisa sobre arte contemporânea brasileira.

Para votar no artista basta acessar este link. O prêmio busca premiar artistas brasileiros que tenham uma produção consistente e em evidência nacional e/ou internacional.

Orlando da Rosa Farya é graduado em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo, (UFES) e doutorando Faculdade de Belas Arte – Universidade de Lisboa. Ele é especialista em conservação de bens culturais móveis (UFRJ), especialista em História da Arte e Arquitetura no Brasil e Mestre em História Social da Cultura, PUC-Rio. Oficinas no Galpão do MAM e Escola de Artes Visuais do Parque Lage, RJ. Desde os anos 80 participa de salões de artes plásticas, festivais de arte, cinema e vídeo, exposições coletivas e individuais no Brasil e no exterior.

Conheça um pouco mais do trabalho do artista no vídeo produzido pela Do Rio Filmes, exclusivamente para o Prêmio PIPA 2017: Veja aqui

  • Orlando da Rosa Farya | Série fotografias 'Acheiropoieta' | Acervo Matias Brotas
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    Orlando da Rosa Farya | Série fotografias ‘Acheiropoieta’ | Acervo Matias Brotas

Orlando da Rosa Farya | Série fotografias ‘Acheiropoieta’ | Acervo Matias Brotas

Três fotografias da série “Acheiropoieta” de Lando passam a compor o acervo da Matias Brotas arte contemporânea
 
Depois de ficarem em cartaz na exposição fotográfica “Imagem-Passagem: Dinâmicas da fotografia em contexto de viagem” no Centro Cultural Sesc Glória, no final de 2016, três fotografias da série “Acheiropoieta” de Orlando da Rosa Farya agora fazem parte do acervo da Matias Brotas arte contemporânea. Mais conhecido como Lando, o artista capixaba acaba de ser indicado para concorrer ao prêmio PIPA 2017.

Veja texto crítico do artista sobre sua série fotográfica “Acheiropoieta”:

ACHEIROPOIETON (o que não é feito pela mão do homem)
É o caráter provisório dos deslocamentos, viagens e derivas, que ao meu ver, promove os encontros, as descobertas. Deambular pelos meandros, atalhos, desvios e adjacências das cidades. Perder-se no desconhecido. Tudo isso, aguça a percepção, apresenta novas perspectivas e abordagens do mundo. Ao meu ver, por privilegiar incursões por terrenos desconhecidos, viagens predispõem os sentidos para novas aquisições de sensibilidades. Portanto, o gosto pela viagem, a inquietação com a imagem são aspectos importantes, contemplados na série que denominei Acheiropoieta que conectam desejos e expectativas neste projeto artístico.
 
As imagens fazem parte de uma série de autorretratos feitos a partir do registro
de sombras projetadas sobre superfícies diferenciadas, tanto podem extratos da natureza: árvores, arbustos, pedregulhos, relvados, etc, quanto aspectos variados da paisagem urbana e humana.
 
De tal circunstância, ou seja da apropriação da sombra, deriva, por aproximação poética, o título da série, fazendo referência aos acheiropoieta, ou seja, imagens (ícones), que segundo a tradição cristã, surgem de forma misteriosa, sem a participação da mão humana. Portanto, o dado natural, espontâneo que fundamenta o fenômeno fotográfico (do grego photo = luz e grafia = escrita), implicado na formação da imagem, reitera certa aura […]

Orlando da Rosa Farya | Jardim do Éden | Lisboa, Portugal

Chamada de ‘Jardim do Éden’, a obra de 110 metros de Chitão com variadas padronagens cobrem o piso da Capela-mor da antiga igreja do Convento do Carmo, em Lisboa, Portugal.

A intervenção artística é do capixaba Orlando da Rosa Farya e faz parte do Projeto Chiado/ Carmo 2016, Arte na Esfera Pública, Arte Utopia e Metrópole, do qual participam artistas portugueses e brasileiros.

A obra faz referência ao imaginário europeu dos sec. XV e XVI quando as Américas eram idealizadas como o Éden terrestre.

A intervenção Jardim do Éden faz uma alegoria dessa noção de paraíso terrestre a partir do estereótipo da beleza e exotismo associados ao desconhecido, ao estrangeiro, ao outro.

As padronagens simples e exuberantes características do Chitão, ao serem aplicadas no piso da Capela-mor da igreja, criam a imagem de um jardim florido, multicolorido, exuberante.

A intervenção funciona como uma espécie de Refluxo poético.

Criou-se, assim, um jardim simbólico, um simulacro da exuberância e beleza estereotipadas do paraíso tropical.