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  • Exposição de José Bechara_Território Oscilante
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    Porto Alegre recebe artista José Bechara pela 1ª vez com exposição ‘Território Oscilante’

Porto Alegre recebe artista José Bechara pela 1ª vez com exposição ‘Território Oscilante’

Aberta a visitações até 15 de dezembro, ‘Território Oscilante’ é o título da exposição individual do artista carioca José Bechara na Fundação Iberê, em Porto Alegre. A mostra tem curadoria de Luiz Camillo Osório e reúne pinturas, esculturas, instalações, desenhos e fotografias.

Essa é a primeira exposição do artista em Porto Alegre e reúne diversos momentos de sua trajetória, desde as pinturas oxidadas, passando pelos exercícios fotográficos, seus muitos pequenos desenhos de ateliê e suas potentes instalações com vidro.

José Bechara iniciou os estudos em 1987, e as experimentações com suportes e técnicas diversificadas são características marcantes de seus trabalhos. Outra particularidade de Bechara é a geometria, fortemente influenciado por Kasimir Malevich (1878-1935).

“A minha geometria sustenta peças que podem desmontar, vidros que podem quebrar, objetos depositados com gravidade e podem cair. Uma geometria com drama, esforçando-se para existir”, diz o artista

O artista

José Bechara é um artista plástico carioca, conhecido pelo seu caráter experimental e a utilização diversificada de métodos e materiais, o que permite novas experiências no campo pictórico. Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV) e hoje vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Programe-se:

‘Território Oscilante’

Local: Av. Padre Cacique, 2000, Porto Alegre

Data: A partir do dia 12 de outubro até 15 de dezembro de 2019

Visitação: Quarta a domingo, das 14h às 19h

Agendamento de visitação: agendamento@iberecamargo.org.br ou telefone (51) 3247- 8001

  • MiroSoares_overseas_
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    Palácio Anchieta recebe exposição individual ‘Overseas’ de Miro Soares

Palácio Anchieta recebe exposição individual ‘Overseas’ de Miro Soares

O deslocamento, a viagem e a caminhada norteiam o processo criativo de ‘Overseas’, exposição que Miro Soares, artista representado pela galeria MBac, inaugurou na última quinta-feira (10), no Espaço Cultural Palácio Anchieta, Cidade Alta, Centro de Vitória.

Dentre as 45 obras, destaca-se a vídeo instalação Sea Studies, que ocupa a sala principal do espaço expositivo, e exibe imagens gravadas em vários pontos da costa da Lituânia, Letônia e Estônia, em 2010, 2011 e 2016, criando um retrato do Mar Báltico e de sua região ao longo das estações.

Também na obra Itinerários Imprecisos #1, uma série de vídeos que mostra as primeiras impressões de sete pessoas sobre a cidade de Bergen, na Noruega, resultado do pedido do artista para que elas desenhassem em um mapa um itinerário para seguir em seus primeiros dias no local; onde o artista solicita a sete pessoas diferentes para desenhar em um mapa um itinerário para seguir nos seus primeiros dias na cidade de Bergen, levando-o às impressões iniciais sobre a cidade.

O artista

Miro Soares é professor adjunto do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Artista visual, filmmaker, pesquisador e viajante, Miro Soares trabalha na intersecção dos campos da fotografia, do cinema, do vídeo e de novas mídias, explorando os conceitos de mobilidade e de arte contextual.

Programe-se:

‘Overseas’

Local: Espaço Cultural Palácio Anchieta, Praça João Clínico, Cidade Alta, Vitória

Data: A partir do dia 10 de outubro até 8 de março de 2020

Visitação: Terça a sexta-feira, das 9h às 17h. Sábados, domingos e feriados, das 9h às 16h

Agendamento de visitação: (27) 3636-1032

 

  • Náufrago calado, Pedro Motta. Foto_Divulgação
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    Exposição coletiva reúne obras de 22 artistas no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia

Exposição coletiva reúne obras de 22 artistas no Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia

A exposição coletiva ‘Mostra Ambiental: arte e movimentos’ reúne obras de 22 artistas no Museu Brasileiro da Escultura (MuBE), localizado no Jardim Europa, cidade de São Paulo. A mostra pode ser visitada entre 31 de agosto e 3 novembro de 2019. A entrada é gratuita.

Com curadoria de Cauê Alves, curador chefe do Museu, e Marcia Hirota, diretora-executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, a exposição reúne desenhos, pinturas, fotografias e instalações que dialogam direta e indiretamente com questões ecológicas, além de abrir espaço para que organizações socioambientais apresentem suas ideias e ações.

A coletiva traz obras de artistas como Shirley Paes Leme, Vanderlei Lopes, Yiftah Peled, Alexandre da Cunha, Arthur Lescher, Brígida Baltar, Cláudia Jaguaribe, Dudi Maia Rosa, Luiz Zerbini, Pedro Motta e Rodrigo Bueno.

A convite do MuBE, as organizações Fundação SOS Mata Atlântica, Greenpeace, Instituto Socioambiental (ISA), Fundação Pró-Tamar, Save-Brasil e WWF-Brasil ocupam a área externa do Museu no dia da abertura e na tradicional feira dominical, trazendo uma série de ações ao longo do período expositivo.

Ambiental: arte e movimentos
Data: De 1 de setembro a 3 de novembro. Terça a domingo, das 10h às 18h
Local: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura e da Ecologia – Rua Alemanha, 221, Jardim Europa, São Paulo, SP
Mais informações: www.mube.space

  • José Bechara - “Ok, ok Let’s talk” - Em Berlim
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    Carioca José Bechara participa da exposição coletiva “Walking through Walls”, em Berlim

Carioca José Bechara participa da exposição coletiva “Walking through Walls”, em Berlim

Com curadoria de Sam Bardaouil e Till Fellrath, a exposição coletiva “Walking Through Walls” será inaugurada no dia 12 de setembro no Gropius Bau, Berlim.
A instalação “Ok, ok Let’s talk”, do artista carioca José Bechara, que integra o portfólio de representação da galeria Matias Brotas, estará na mostra.
O trabalho utiliza peças do mobiliário doméstico para produzir uma experiência plástica com marcado rigor formal, que sugere experiência sobre diálogos familiares difíceis, quase impossíveis.
Nesse mesmo período a cidade de Berlim oferece a Berlin Art Week com inúmeras exposições em galerias e museus e também as feiras Positions Berlin Art Fair e Art Berlin.
Sobre o artista
José Bechara é um artista plástico carioca, conhecido pela utilização diversificada de métodos e materiais.
Entre as principais exposições de Bechara estão a 25ª Bienal de São Paulo, o 29ª Panorama da Arte Brasileira, a 5ª Bienal do Mercosul e a  Trienal de Arquitetura de Lisboa de 2011.
Realizou individuais no Museu de Arte Moderna (MAM) do Rio, em 2010, e no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, em 2013, entre outras. Bechara vive e trabalha no Rio de Janeiro.
Serviço:
Data: 12 de Setembro 2019 à 12 de Janeiro 2020
Local: Gropius Bau – Niederkirchnerstraße 7, 10963. Berlin, Alemanha

  • As paisagens são tema constante na trajetória da artista.
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    Artista Mai-Britt Wolthers invade Vitória com exposição inédita

Artista Mai-Britt Wolthers invade Vitória com exposição inédita

Em 22 de agosto, a Matias Brotas Arte Contemporânea abriu suas portas para uma exposição individual que celebra os 25 anos de atividade profissional da dinamarquesa Mai-Britt Wolthers.
A mostra  traz diversas informações geográficas, estéticas, filosóficas e culturais no interior de cada obra, oferecendo uma viagem inédita por seu processo criativo, que sintetiza experiências anteriores da artista. A entrada é gratuita.
Intitulada de “Confluências em Verde”, a mostra reúne 13 obras que provocam o espectador por seu equilíbrio visual: é exuberante, barroca e intensa, mas é também contida, objetiva e silenciosa.
Os trabalhos se resumem, em geral, nas relações que consegue estabelecer entre forma, linha, cor, seja na pintura, escultura ou outros suportes.
“Gosto de fazer novas relações entre esses itens, sempre buscando o equilíbrio e às vezes até o desequilíbrio. Porém, sempre desejando alcançar o belo e a harmonia de alguma forma, mesmo em um trabalho menos equilibrado eu procuro a beleza, que obviamente é algo subjetivo”, destaca Mai-Britt.
 As paisagens são tema constante na trajetória da artista, ora elas falam de uma paisagem natural, externa e tropical, ora falam de uma paisagem doméstica, íntima e cotidiana.
Por isso os seus elementos formais sugerem tanto imagens naturais oriundas da botânica quanto imagens criadas pelo homem em ações artesanais e industriais.
Para a exposição, a artista produziu uma escultura inédita em madeira e cimento pintado com mais de dois metros de altura.
“A obra na exposição tem a função de unir as demais obras que estarão ao redor dela dialogando; e ao mesmo tempo ela se encontra um pouco sozinha e diferente das demais obras, bem no meio da sala”, ressalta Mai-Britt.
Nomeada de “Lonely tree”, a escultura pode ser associada ao indivíduo na contemporaneidade; solitário e ao mesmo tempo ciente da importância das relações para […]

  • Antônio Bokel - série “sede”
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    Exposição reúne obras de 19 artistas no Centro Cultural dos Correios

Exposição reúne obras de 19 artistas no Centro Cultural dos Correios

Artistas brasileiros e internacionais apresentam seus trabalhos na exposição ‘O Negócio da Alma’, que foi iniciada no dia 17 de julho, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro.

A mostra, que fica em cartaz até 1º de setembro, reúne obras em diversas linguagens e suportes como pinturas, desenhos, esculturas e gravuras.

A exposição, idealizada por Antonio Bokel, com o acompanhamento curatorial de Sonia Salcedo del Castillo, contará com 19 artistas de diferentes backgrounds e propõe um diálogo atemporal entre abstração e figuração; alternando formas e expressões que vão do primitivo ao frescor urbano contemporâneo. Segundo Bokel, a exposição é um diálogo atemporal entre artistas que tem o gesto, a espontaneidade e trabalham a arte de forma instintiva.

“A mostra propõe uma reflexão entre forma e expressão. E o meu papel neste trabalho é o de acompanhar o projeto curatorialmente, ou seja, orientar e editar o que será apresentado”, destaca Sonia Salcedo del Castillo.

Sobre Antonio Bokel 

A trajetória do trabalho de Antonio Bokel, formou, em poucos anos de investigação pictórica; à criação de um mundo de signos próprios; que relacionam-se entre si pelo total despreconceito tipológico.

O traço culto convive com símbolos gráficos primários de forma a complementá-los ora de forma crítica; ora envoltos em harmonias desconcertantes que amplificam suas intenções; criando então a complexidade que sua obra encerra.

O trabalho de Antônio Bokel tem a seu favor, a energia de uma posição estética bem definida; mesmo que com um grande número de referências visuais.

Programe-se:

“O Negócio da Alma”

– Período expositivo: até 1º de setembro de 2019

– Horário: de 12h a 19h (de terça a domingo)

– Local: Centro Cultural dos Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro)

– Classificação etária: livre

– Entrada franca

 

  • José Bechara: “Casa pintada”, série Open House – Projeto A Casa (2006) / foto: Jaime Acioli
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    Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugurou em julho uma exposição em homenagem a Reynaldo Roels Jr., falecido durante sua gestão como curador do Museu.

Com curadoria de Fernando Cocchiarale, a mostra reúne obras de 15 artistas que Reynaldo admirava e com os quais mantinha contato permanente, como José Bechara; Manfredo de Souzanetto; Anna Maria Maiolino; Vicente de Mello; Franz Weissmann e Victor Arruda.

Trata-se de um resumo que materializa referências e rumores artístico-afetivos de Roels no espaço onde a mostra está montada.

Trajetória de Roels

A trajetória profissional de Reynaldo Roels Jr. se entrecruza com diversos momentos da história recente do MAM Rio, de onde foi curador de 2007 até a sua morte súbita em 2009, e coordenador do Núcleo de Pesquisa do Museu de 1991 a 1992.

Foi ainda curador da Coleção Gilberto Chateaubriand de 1997 a 2000, e diretor da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage entre 2002 e 2006, e crítico de arte do “Jornal do Brasil”, de 1985 a 1990.

Programe-se:

“Homenagem a Reynaldo Roels Jr.”

– Período expositivo: até 25 de agosto de 2019

– Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo)

– Classificação etária: livre

  • Raphael Bianco e Matias Mesquita_Foto Cacá Lima
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    Última semana para visitar a exposição ‘Cenas de lembranças impermanentes’

Última semana para visitar a exposição ‘Cenas de lembranças impermanentes’

Quem ainda não conferiu a exposição “Cenas de lembranças impermanentes”, que está sendo exibida na Matias Brotas Arte Contemporânea, tem poucos dias para conhecê-la. Ela fica em cartaz somente até a próxima sexta-feira (9).

A exibição traz ao público produções inéditas dos artistas Matias Mesquita e Raphael Bianco, que apresentam proposições diferenciadas sobre a produção de imagens na contemporaneidade. A entrada é gratuita.

Segundo a curadora Ananda Carvalho, os artistas tratam de distintas perspectivas e cenas acerca da representação da ilusão e da efemeridade, por isso o nome da exposição.

Matias trabalha a ideia de impermanência por meio de uma pintura que desconstrói seu suporte tradicional. São paisagens sobrepostas a materiais como barro ou blocos de cimento; Raphael, por sua vez, solicita o espaço da tela por meio de imagens aparentemente realistas. Suas obras buscam discutir sobre a construção da memória, ressaltando um passado que se reinventa constantemente.

Já o processo artístico do capixaba Raphael Bianco contempla o papel da imaginação na construção da memória. Para Bianco, ao contrário de Mesquita, é importante solicitar o espaço da tela para a pintura.

O processo de criação da série presente nesta exposição coincidiu com a mudança de local do ateliê do artista. Nos gestos de desmontagem do espaço, as memórias também se reorganizam, também são desmontadas. Em suas novas pinturas, o artista procura perscrutar momentos breves de paisagens que embaralham objetos, lembranças e recorrências de trabalhos anteriores.

Programe-se:

“Cenas de lembranças impermanentes”

– Período expositivo: até 9 de agosto de 2019

– Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h, e aos sábados com agendamento.

– Local: Galeria Matias Brotas, localizada na Av. Carlos Gomes de Sá, 130, Mata da Praia

  • ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ
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    ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ

ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ

Matias Brotas leva 12 artistas e obras inéditas para a Art Rio 2018 e lança 5ª edição do Clube do Colecionador

A galeria de Vitória, Espírito Santo, fará parte do programa Panorama, espaço da feira que reúne as galerias já consolidadas no circuito internacional de arte com as principais galerias do mundo.

A Matias Brotas arte contemporânea estará presente em um dos maiores eventos de arte da América Latina, a Art Rio 2018, que acontece entre os dias 26 e 30 de setembro, na Marina da Glória. A galeria fará parte do programa Panorama, espaço da feira que reúne as galerias já consolidadas no circuito internacional de arte com as principais galerias do mundo. Estarão no stand os artistas: Adrianna Eu, Andréa Brown, Antônio Bokel, José Bechara, Lara Felipe, Mai-Britt Wolthers, Matias Mesquita, Raphael Bianco, Rosana Paste, Sandro Novaes, Suzana Queiroga e Vanderlei Lopes, que vão apresentar, em sua maioria, obras criadas especialmente para a feira.

Também para o evento, a Matias Brotas prepara o lançamento da 5ª edição do Clube do Colecionador, que traz, em múltiplos, obras exclusivas dos artistas Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes.

Adrianna Eu apresenta um objeto que trata da força que torna real o desejo. Uma síntese de não sabedorias decorrentes de uma relação que se instaura inicialmente consigo mesmo, com o outro, com o espaço em que habita e ulteriormente com o tempo. O carretel com linhas vermelhas e agulha, que marca de maneira singular as obras da artista, traz talhado na madeira a frase “Desejo acha caminho”, artesanalmente datilografada à mão, com as letras destacadas da máquina de escrever.

O trabalho desenvolvido por Claudia Melli para o Clube do Colecionador é um desdobramento da série ‘Nem todo Silêncio’, na qual […]

  • Antonio Bokel | INQUIET (AÇÃO) | AM Galeria | Belo Horizonte – MG | 04.08.18 a 23.09.18
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    Antonio Bokel | INQUIET (AÇÃO) | AM Galeria | Belo Horizonte – MG | 04.08.18 a 23.09.18

Antonio Bokel | INQUIET (AÇÃO) | AM Galeria | Belo Horizonte – MG | 04.08.18 a 23.09.18

O instigante nome ‘Inquiet(ação)’, o artista Antonio Bokel abriu individual na AM Galeria de Arte, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Com curadoria de Vanda Klabin, a exposição reúne 40 trabalhos de Bokel, dentre pinturas, esculturas e uma instalação – algumas dessas obras já conhecidas e outras apresentadas ao público pela primeira vez.

Inspirada na temática de morte e renascimento, há um olhar sobre o olhar da pintura, que cria uma interlocução com outras linguagens, como a literatura. Antonio Bokel relaciona suas obras à linguagem de artistas urbanos e da arte pop, como Andy Warhol, Keith Haring e Jean Michel Basquiat, assim como outros nomes da vanguarda contemporânea, como Amílcar de Castro e Mira Schendel.

A temática dos ciclos da vida norteia a mostra: morte e renascimento são abordagens constantes. O artista criou também elementos geométricos e apostou na repintura de telas, reforçando a ideia de memória e reconstrução de passado, sem deixar de lado a poética urbana que atravessa toda a obra do artista.

A exposição segue para visitação gratuita até dia 23 setembro.

Veja texto crítico na íntegra da curadora:

INQUIET (AÇÃO) por Vanda Klabin
A trajetória artística de Antonio Bokel é uma das ricas e variadas da sua geração. Beneficiário de uma liberdade contemporânea, uma poética de suas experimentações artísticas tem outra duração, outra intensidade. O crítico de arte Giulio Carlo Argan é umlivro de arte que faz uma representação do mundo e uma ação que realiza .  Antonio Bokel trabalha com a corrosão do conceito de arte, ao utilizar um equipamento crítico que remete, através do seu repertório prolixo, a transformadores transformadores. Suas obras são experiências multidirecionadas, inquietas e interrogativas. As suas críticas às pressões de tessitura urbana, desordenada e anónima, são adequadas ao olhar do artista […]