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  • ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ
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    ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ

ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ

Matias Brotas leva 12 artistas e obras inéditas para a Art Rio 2018 e lança 5ª edição do Clube do Colecionador

A galeria de Vitória, Espírito Santo, fará parte do programa Panorama, espaço da feira que reúne as galerias já consolidadas no circuito internacional de arte com as principais galerias do mundo.

A Matias Brotas arte contemporânea estará presente em um dos maiores eventos de arte da América Latina, a Art Rio 2018, que acontece entre os dias 26 e 30 de setembro, na Marina da Glória. A galeria fará parte do programa Panorama, espaço da feira que reúne as galerias já consolidadas no circuito internacional de arte com as principais galerias do mundo. Estarão no stand os artistas: Adrianna Eu, Andréa Brown, Antônio Bokel, José Bechara, Lara Felipe, Mai-Britt Wolthers, Matias Mesquita, Raphael Bianco, Rosana Paste, Sandro Novaes, Suzana Queiroga e Vanderlei Lopes, que vão apresentar, em sua maioria, obras criadas especialmente para a feira.

Também para o evento, a Matias Brotas prepara o lançamento da 5ª edição do Clube do Colecionador, que traz, em múltiplos, obras exclusivas dos artistas Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes.

Adrianna Eu apresenta um objeto que trata da força que torna real o desejo. Uma síntese de não sabedorias decorrentes de uma relação que se instaura inicialmente consigo mesmo, com o outro, com o espaço em que habita e ulteriormente com o tempo. O carretel com linhas vermelhas e agulha, que marca de maneira singular as obras da artista, traz talhado na madeira a frase “Desejo acha caminho”, artesanalmente datilografada à mão, com as letras destacadas da máquina de escrever.

O trabalho desenvolvido por Claudia Melli para o Clube do Colecionador é um desdobramento da série ‘Nem todo Silêncio’, na qual […]

  • #Curso3 MBac | Inscrições abertas | 'Arte, Arquitetura e Cidade' | 6, 13, 20 e 27 de novembro
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    #Curso3 MBac | Inscrições abertas | ‘Arte, Arquitetura e Cidade’ | 6, 13, 20 e 27 de novembro

#Curso3 MBac | Inscrições abertas | ‘Arte, Arquitetura e Cidade’ | 6, 13, 20 e 27 de novembro

A Matias Brotas arte contemporânea está com as inscrições abertas para o Curso 03, o último de 2018 do projeto ‘Ciclo de Cursos’. Para fechar o cronograma, a galeria receberá quatro professores para tratar do tema “Arte, Arquitetura e Cidade’. O curso abordará no seu todo as tensões entre concepções artísticas contemporâneas e seus respectivos espaços expositivos, partindo do princípio de que o significado das obras se constrói no atrito com as condições materiais e institucionais de sua exibição. Para tanto, examina experiências artísticas específicas instauradas em museus, bienais, espaços a céu aberto, ambientes urbanos e espaços à deriva

O #Curso3 da Matias Brotas inicia no dia 06 de novembro e tem a primeira aula com o crítico de arte e curador Agnaldo Farias que falará sobre “O que faz dos museus de hoje tão diferentes, tão estranhos, eventualmente tão acolhedores?”. Segundo Agnaldo, desde a inauguração da célebre sede nova-iorquina do Museu Guggenheim, em 1959, obra de Frank Lloyd Wright, a relação dos artistas com arquitetos ficou um tanto azedada, com os primeiros acusando os segundos de quererem concorrer com as obras expostas. Com o Guggenheim de Bilbao, em 1997, obra de Frank Gehry, a situação senão piorou, pelo menos deixou claro a importância crescente dos arquitetos numa curiosa associação entre produção cultural e economia. A situação tem muitos desdobramentos, tanto no âmbito interno da relação entre arte e arquitetura, quanto na relação da arquitetura com a economia. “No que se refere ao primeiro ponto, a relação entre arte e arquitetura, edificações recentes propõem questões fascinantes. É o caso do Museu do Século XXI, de Kanazawa, obra do escritório japonês, SANAA, da Fundação Louis Vuitton, também do canadense Frank Gehry, a nova ala do […]

  • Suzana Queiroga | Residência na AIR 351 | Lisboa - Portugal
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    Suzana Queiroga | Residência na AIR 351 | Lisboa – Portugal

Suzana Queiroga | Residência na AIR 351 | Lisboa – Portugal

A artista Suzana Queiroga, sempre em busca de conhecimento e aprimoramento em torno da arte, está em Lisboa, Portugal, onde participa de residências artística no espaço AIR 351, que é um programa internacional independente de residência em artes visuais destinado a artistas e curadores de todo o mundo.

No luminoso studio da AIR 351, situado em Cascais, Lisboa, Suzana dá continuidade aos seus trabalhos em pintura, desenhos e projetos de instalação e escultura de grande formato que pretende desenvolver em Portugal.

Suzana nos diz:
“ O espaço destinado aos studios dos artistas residentes da AIR 351 fica situado numa antiga escola que foi totalmente remodelada para abrigar este programa. A luz incrível do espaço, o ambiente silencioso e calmo tem me proporcionado as condições ideais para uma imersão profunda no meu processo de trabalho. Acredito que nos 3 meses de trabalho intenso que tenho na residência conseguirei avançar bastante em minhas pesquisas”.

Quem também já passou por esse mesmo programa de residência foi o artista americano Gary Hill, considerado uns dos fundadores da videoarte, um expoente da produção artística contemporânea, artista ativo desde os anos 1970 e que apresentou recentemente uma exposição no novo museu MAAT, em Lisboa, fruto de sua vivência na AIR 351.

O objetivo principal do programa AiR 351 é promover projetos artísticos e intercâmbios. Consciente da posição de interseção do país entre Europa, América e África, a AiR 351 visa tornar-se um espaço de confluência, diálogo e pensamento crítico. Além disso, a residência segue um modelo colaborativo baseado em sólidas relações um-para-um dentro do mundo da arte. Sua equipe trabalha em estreita colaboração com cada residente em um ambiente de apoio, antecipando e reagindo às suas necessidades. Por meio de […]

Para Ler: Dica de livro por Orlando da Rosa Farya

O Pintassilgo, de Donna Tartt

A história tem por protagonista Theo Decker, um nova-iorquino, que sobrevive aos 13 anos a um ataque terrorista que vitima mortalmente a mãe. Desorientado, numa nova casa, numa escola onde tem colegas que o perseguem, refugia-se num quadro, a obra de Carel Fabritius, “O Pintassilgo”. Este romance é sobre a perda, o instinto de sobrevivência e a história de uma obsessão. O livro é vencedor do prêmio Pulitzer de Literatura. Mais de trinta semanas na lista de mais vendidos do New York Times.

  • Adrianna EU | ‘Transformação’ | Casa Firjan | Rio de Janeiro | agosto a dezembro
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    Adrianna EU | ‘Transformação’ | Casa Firjan | Rio de Janeiro | agosto a dezembro

Adrianna EU | ‘Transformação’ | Casa Firjan | Rio de Janeiro | agosto a dezembro

Casa Firjan, uma mansão centenária no bairro Botafogo, no Rio de Janeiro, é o mais novo espaço de arte da cidade carioca. Com curadoria de Marcelo Dantas, a casa abriu ao público com a exposição coletiva ‘Transformação’, que marca a programação dos seis primeiros meses da Casa e segue com visitação gratuita até dezembro.

A instalação inédita “aula de pesca para iniciantes”, da artista Adrianna EU, é um dos destaques da mostra. A obra é composta de cinco milhões de metros de fio de linha de costura vermelha, e anzóis prateados, e fala sobre a eliminação do objeto a ser capturado. Nas palavras da própria artista ‘A pesca do próprio mar como uma alusão ao amor pelo ato de amar. O desejo de amar”.

A mostra “Transformação” também traz painéis digitais, objetos, esculturas e atividades interativas, convidando o público a entrar por um túnel e fazer um passeio pela história da indústria no Rio de Janeiro e no Brasil. Ao contemplar o presente e vislumbrar o futuro da indústria e da sociedade como um todo, o visitante é levado a refletir sobre os desafios da nova economia.

Reunindo um casarão histórico, um prédio novo de quatro andares, duas casas geminadas e um jardim — são 10. 000 metros quadrados de terreno e 7.500 de área construída —, a ideia da Casa Firjan é abrigar palestras, workshops, cursos, aulas imersivas e laboratórios, além de atividades culturais, como exposições, apresentações musicais, sessões de cinema ao ar livre e um restaurante.

Para montarem a Casa Firjan, profissionais da Federação das Indústrias visitaram centros de ponta na Europa, como o Waag Society & Fablab, em Amsterdã, e o Space 10, referência em estudos de futuro, em Copenhague.
O espaço de inovação carioca […]

  • Antonio Bokel | INQUIET (AÇÃO) | AM Galeria | Belo Horizonte – MG | 04.08.18 a 23.09.18
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    Antonio Bokel | INQUIET (AÇÃO) | AM Galeria | Belo Horizonte – MG | 04.08.18 a 23.09.18

Antonio Bokel | INQUIET (AÇÃO) | AM Galeria | Belo Horizonte – MG | 04.08.18 a 23.09.18

O instigante nome ‘Inquiet(ação)’, o artista Antonio Bokel abriu individual na AM Galeria de Arte, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Com curadoria de Vanda Klabin, a exposição reúne 40 trabalhos de Bokel, dentre pinturas, esculturas e uma instalação – algumas dessas obras já conhecidas e outras apresentadas ao público pela primeira vez.

Inspirada na temática de morte e renascimento, há um olhar sobre o olhar da pintura, que cria uma interlocução com outras linguagens, como a literatura. Antonio Bokel relaciona suas obras à linguagem de artistas urbanos e da arte pop, como Andy Warhol, Keith Haring e Jean Michel Basquiat, assim como outros nomes da vanguarda contemporânea, como Amílcar de Castro e Mira Schendel.

A temática dos ciclos da vida norteia a mostra: morte e renascimento são abordagens constantes. O artista criou também elementos geométricos e apostou na repintura de telas, reforçando a ideia de memória e reconstrução de passado, sem deixar de lado a poética urbana que atravessa toda a obra do artista.

A exposição segue para visitação gratuita até dia 23 setembro.

Veja texto crítico na íntegra da curadora:

INQUIET (AÇÃO) por Vanda Klabin
A trajetória artística de Antonio Bokel é uma das ricas e variadas da sua geração. Beneficiário de uma liberdade contemporânea, uma poética de suas experimentações artísticas tem outra duração, outra intensidade. O crítico de arte Giulio Carlo Argan é umlivro de arte que faz uma representação do mundo e uma ação que realiza .  Antonio Bokel trabalha com a corrosão do conceito de arte, ao utilizar um equipamento crítico que remete, através do seu repertório prolixo, a transformadores transformadores. Suas obras são experiências multidirecionadas, inquietas e interrogativas. As suas críticas às pressões de tessitura urbana, desordenada e anónima, são adequadas ao olhar do artista […]

  • QUEERMUSEU: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira | Escola de Artes Visuais do Parque Lage | Rio de Janeiro | 18.08.18 a 16.09.18
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    QUEERMUSEU: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira | Escola de Artes Visuais do Parque Lage | Rio de Janeiro | 18.08.18 a 16.09.18

QUEERMUSEU: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira | Escola de Artes Visuais do Parque Lage | Rio de Janeiro | 18.08.18 a 16.09.18

A exposição Queermuseu: Cartografias da Diferença na Arte Brasileira, fechada e censurada em 10 de setembro do ano passado (no Santander Cultural, em Porto Alegre), foi reaberta agora em agosto nas Cavalariças da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV).

A aguardada remontagem no Rio conta com 223 obras de 84 artistas reconhecidos nacional e internacionalmente, como Adriana Varejão, Alair Gomes, Alfredo Volpi, Cândido Portinari, Efrain Almeida, Guignard, Leonilson, Lygia Clark, Pedro Américo, Sidney Amaral e Yuri Firmeza.

A curadoria de Gaudêncio Fidelis reuniu trabalhos provenientes de coleções públicas e particulares, que percorrem um arco histórico de meados do século XX até a atualidade, formando um mosaico significativo da diversidade estética e geracional da produção artística no país. A Queermuseu é a primeira plataforma curatorial com abordagem exclusivamente queer já realizada no Brasil e a primeira da América Latina com tal envergadura.
A diferença é um dos fundamentos do queer, termo de origem pejorativa que teve seu significado transformado nos anos 1980 na luta por direitos civis e movimentos LGBTI+. Desde então, queer passou a designar a diversidade e o direito a uma existência fora da norma.

“Queermuseu: cartografias da diferença na arte brasileira” explora a expressão e identidade de gênero, a diversidade e a diferença na arte brasileira por meio de um conjunto de obras que percorrem um arco histórico de meados do século XX até a atualidade.

Em paralelo à mostra, como programa público, a EAV promoverá o Fórum Queermuseu. Discussões em torno das manifestações culturais periféricas, das diversas identidades de gênero e orientações sexuais pretendem reforçar o movimento contra a censura e a intolerância, além de reconhecer a pluralidade artística brasileira.

A Queermuseu no Rio contará ainda com apresentações musicais em todos os finais de semana da […]

Para Ler: Dica de livro por Celina Portella

“Todos os fogos o fogo” de Julio Cortázar

A coletânea traz oito contos do argentino Julio Cortázar, que no quadro mundial dos contistas modernos, ele é um dos maiores autores do gênero. O livro ‘Todos os fogos o fogo’, reúne oito histórias que são oito obras-primas do conto moderno. Nestas histórias – algumas simétricas, outras paralelas e simultâneas, estas tecidas por associações de ideias, aquelas contraponteando tempo e espaço, umas concêntricas e, assim, em oposição às evocativas, quando então a memória envereda por espiralados volteios – há que destacar, sempre, a força de persuasão do escritor. Persuasão que integra o leitor de tal modo na narrativa que o torna um seu participante, que o faz cúmplice do que lê e do que vive.
O contista argentino conquistou essa destacada posição em virtude do seu fazer literário repleto de inovações e, ainda, por sua extrema acuidade no surpreender os mais recônditos móveis dos atos humanos, as suas esquivas, misteriosas ou secretas causas.
Cortázar é um atento minucioso perquiridor do homem, vale dizer, da vida. A Descoberta do lado oculto das pessoas e dos imprevistos associados em cada situação vital – situação que jaz aparentemente tranquila em circunstâncias várias, umas banais, outras de exceção – constitui mesmo a matéria que trabalha e retrabalha em todas as páginas de seus contos envolventes e fascinantes.

  • Suzana Queiroga | Exposição Individual | Cassia Bomeny | Ipanema, Rio de Janeiro | 05.07.18 a 17.08.18
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    Suzana Queiroga | Exposição Individual | Cassia Bomeny | Ipanema, Rio de Janeiro | 05.07.18 a 17.08.18

Suzana Queiroga | Exposição Individual | Cassia Bomeny | Ipanema, Rio de Janeiro | 05.07.18 a 17.08.18

A artista plástica Suzana Queiroga inaugura no dia 05 de julho exposição individual de pinturas na Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema, Rio de Janeiro, com curadoria do crítico de arte Fernando Cocchiarale, curador do MAM Rio.
A exposição é dedicada exclusivamente à pintura e serão apresentados cerca de quinze trabalhos inéditos, que tratam do cromatismo, da propagação de luz e remetem à ideia de infinito e continuidade, em um desdobramento da pesquisa da artista sobre os fluxos.

A exposição terá pinturas em tamanhos variados, que vão desde 40cmX40cm até 1,20mX2,40cm. A palheta de cores passa pelo azul, pelo verde e pelo violeta. “São cores ligadas  imenso, aos grandes espaços como o céu e o mar, e as relaciono com a ideia de infinito”, explica Suzana Queiroga. Artista multimídia, ela sempre produziu em todos os suportes, como pintura, desenho, vídeo e instalação, mas há sete anos não fazia uma exposição somente de pinturas. “Eu comecei minha trajetória artística pintando e nunca deixei de pintar. Estava devendo a mim e ao Rio de Janeiro uma exposição dedicada exclusivamente à pintura“, conta.
“Conforme as anotações da própria artista, é possível concluir que sob as notáveis transformações experimentadas por sua pintura permanece, alinhavando-as, a diferença alternativa de sua fatura luminosa em relação à fatura matérica que frequentemente marcou a  produção daqueles que promoveram a retomada da pintura na década de 1980”, ressalta o curador Fernando Cocchiarale. 
Há 10 anos a artista pesquisa a questão do fluxo e do tempo. Em sua recente exposição no Paço Imperial, realizada de março a maio deste ano, essas questões se desenvolveram muito ligadas à cartografia das cidades e à paisagem. Nos trabalhos que serão apresentados na exposição, a questão dos fluxos continua presente, mas […]

  • Renata Egreja | ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’ | Museu de Arte de Goiânia | 10.07.18 a 26.08.18
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    Renata Egreja | ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’ | Museu de Arte de Goiânia | 10.07.18 a 26.08.18

Renata Egreja | ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’ | Museu de Arte de Goiânia | 10.07.18 a 26.08.18

A artista Renata Egreja inaugura no dia 10 de julho exposição individual no Museu de Arte de Goiânia com visita guiada por ela no dia de abertura.
A exposição contará com um apanhado de obras de diversos momentos e uma grande pintura inédita intitulada ‘Já que temos tempo, sejamos felizes’. Nelas dois seres dialogam em meio a um ambiente onírico e fantasioso. Em que tempo eles estão? A pintura tem um tempo?
Segundo a artista, essa obra carrega o nome da exposição que é otimista e se posiciona como uma bandeira de esperança perante as tragédias cotidianas, as vezes perante um expectador mais aflito pode parecer irônica.
‘Já que temos tempo, sejamos felizes é uma exposição contemporânea, onde sentimentos de impermanência, ilusão e alienação correm lado a lado com a urgência de deslocamento e mudança. Minhas pinturas narram essas desventuras de forma sutil e poética’, explica a artista.
A exposição fica aberta para divulgação até 26 de agosto.
Sobre a artista
Renata Egreja nasceu em São Paulo em 1984. Iniciou os estudos em artes visuais na FAAP e terminou na Ecole dês Beaux Arts de Paris, onde também concluiu o mestrado em 2010. Quando retornou para São Paulo participou de diversas exposições individuais e coletivas. Entre os prêmios mais relevantes obteve em 2012 o Premio Itamaraty de Arte Contemporânea e a residência artística na Índia oferecida pelo Itamaraty e o MAB Faap. Sua pintura é de forte inspiração ornamental e suas composições apresentam uma tendência um tanto quanto construtiva. A utilização de uma grande paleta de cores é uma forte característica de suas obras.