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  • José Bechara | 'Um raio todos os dias' | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19
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    José Bechara | ‘Um raio todos os dias’ | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19

José Bechara | ‘Um raio todos os dias’ | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19

O artista José Bechara abriu sua individual ‘Um Raio Todos os Dias’ na Carlos Carvalho Arte Contemporânea, em Lisboa, Portugal.

A exposição, que segue até 12 de janeiro, reúne trabalhos do artista produzidos a partir de 2017 e 2018 e também inclui alguns inéditos. O conjunto é formado por cerca de 20 pinturas de grande, médio e pequeno formatos, muitas das quais produzidas com recurso ao processo habitual do artista: a intervenção de acrílico e oxidação de emulsões metálicas sobre lona usada de caminhão.

Nesta nova fase de trabalhos, José Bechara alarga o campo de pesquisa sobre o desenho, a pintura, a escultura e a instalação ao construir obras quase imersivas e expansivas que estendem a linha, a superfície, o plano a outras possibilidades, reconfigurando o espaço expositivo da galeria.

A exposição apresenta também uma instalação inédita de grande escala, produzido a partir da ordenação no espaço arquitetónico de vidros planos e uma variedade de objetos em madeira, papel cartão, outros elementos metálicos e eventualmente mármore. O uso desta multiplicidade de materiais propõe uma discussão sobre fronteiras e géneros das linguagens visuais fazendo colidir práticas oriundas das experiências escultórica, pictórica e gráfica. Situar o trabalho entre fronteiras, chamar atenção para uma permanente oscilação entre gêneros constitui matéria fundamental nas investigações de Bechara.

É esta impertinência e transitoriedade do seu trabalho que o artista transpõe para a própria existência:
“Tudo é frágil em meu trabalho que contém esforço e dificuldades para emergir, assim como nós, indivíduos humanos. Embora possam parecer nascer de operações brutais os trabalhos podem quebrar-se, despencar de diferentes alturas, desfazer-se por uma perturbação inesperada do espaço ao redor. Minha geometria hesita. Ora aparece, ora desaparece. Falha, portanto, como falhamos. Esforça-se, como nos esforçamos para existir.”

  • Suzana Queiroga | 'Mulheres na Coleção MAR' | Museu de Arte do Rio – MAR | Rio de Janeiro | 16.11.18 a 10.04.19
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    Suzana Queiroga | ‘Mulheres na Coleção MAR’ | Museu de Arte do Rio – MAR | Rio de Janeiro | 16.11.18 a 10.04.19

Suzana Queiroga | ‘Mulheres na Coleção MAR’ | Museu de Arte do Rio – MAR | Rio de Janeiro | 16.11.18 a 10.04.19

A artista Suzana Queiroga participa da nova exposição do MAR – Museu de Arte do Rio, a coletiva ‘Mulheres na Coleção MAR’.

Suzana expõe uma tela em grande formato de sua série ‘Semeadura de Nuvens’ que este ano esteve em exposição no Paço Imperial, na ‘Miradouro’, e em seguida passou para a coleção do MAR.

A Mostra Mulheres na Coleção MAR” apresenta um recorte de obras de mais de 150 artistas brasileiras e estrangeiras que integram o acervo. Suzana Queiroga expõe ao lado de artista como Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sá, Jenny Holzer, Leila Danziger, Regina Silveira, Vânia Mignone e Célia Euvaldo. A exposição está dividida em cinco núcleos significativos: Retrato/Representação, Corpo Político, Cidade e Paisagem, Abstrações e Poéticas.

Pela primeira vez na história do MAR, a curadoria desta exposição foi realizada a partir de um processo colaborativo que envolveu mulheres de todos os setores do museu, entre seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas e de serviços gerais, advogadas, jornalistas, designers, museólogas e gestoras. Em uma série de encontros realizados ao longo de dois meses, as funcionárias trocaram experiências de vida e de trabalho, conversaram sobre o universo feminino e a respeito das múltiplas representações da mulher na arte, nos espaços culturais, na família e na sociedade. O grupo também foi apresentado ao conceito da exposição e a uma série de obras de artistas mulheres presentes na Coleção MAR. E experimentou exercícios de curadoria, selecionando trabalhos de acordo com os desejos e conceitos mapeados nos encontros e norteando a curadoria da exposição.

“Então a exposição está sendo amalgamada não só por um corte profissional, frio, “curatorial”, mas faz parte de um caldo muito maior, […]

  • Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18
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    Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18

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Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18

Em comemoração aos seus 25 anos de carreira, a artista dinamarquesa radicada no Brasil, Mai-Britt Wolthers, abre exposição individual comemorativa na Galeria Braz Cubas, em Santos, São Paulo, cidade onde ela vive a mais de 30 anos, onde criou sua família e desenvolveu sua carreira de artista.

Com curadoria de Marcus Lontra, a exposição intitulada ‘Confluências’ traz pinturas da produção mais recente da artista, além de escultura, objetos e vídeo-performance.

Segundo Marcus Lontra, as obras de Mai Britt trabalham na confluência de vetores distintos que se encontram no espaço de materialização da obra de arte; o talento e a inteligência da artista agem na direção de selecionar e sintetizar experiências anteriores permitindo assim que diversas informações geográficas, estéticas, filosóficas e culturais atuem no interior de cada obra, dando-lhes potência e refinamento sensível e intelectual.

“Nascida na Dinamarca, desde cedo convive com a tradição pictórica dos grandes centros europeus. O Brasil trouxe para a artista a riqueza e a exuberância das paisagens e a capacidade de refletir sobre o tempo em ritmos e escalas diferentes. A obra de Mai-Britt provoca o espectador por sua dualidade; ela é exuberante, barroca e intensa, mas é também contida, objetiva e silenciosa. As cores vibrantes definem áreas marcantes circunscritas a elementos formais que atuam num cenário claro e despojado. No limite entre o figurativo e a abstração, a obra estimula o nosso olhar, convidando-nos a descobrir seus encantos e mistérios. Como uma esfinge contemporânea ela provoca: “Decifra-me ou te devoro”. Assim são os enigmas da arte e os desafios da vida. A paisagem é tema constante na trajetória da artista; ora elas falam de uma paisagem natural, externa e tropical ora falam de uma paisagem doméstica, íntima e cotidiana. Por isso […]

  • Sandro Novaes | 'Trato' | Matias Brotas arte contemporânea | até 20.01.19
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    Sandro Novaes | ‘Trato’ | Matias Brotas arte contemporânea | até 20.01.19

Sandro Novaes | ‘Trato’ | Matias Brotas arte contemporânea | até 20.01.19

Selecionado recentemente pelo diretor cultural, Paulo Herkenhoff, para o acervo do Museu de Arte do Rio (MAR), o artista visual capixaba e bacharel em artes plásticas, Sandro Novaes,que reside na Espanha, expõe cerca de 30 obras em sua primeira individual na Matias Brotas arte contemporânea, em Vitória, a exposição ‘Trato’.

A mostra está aberta ao público até dia 20 de janeiro de 2019 e conta com texto crítico do professor do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), João Wesley de Souza.

A exposição é fruto de uma análise de sua produção artística como consequência de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes resultados. São trabalhos em diferentes suportes e visualidades, que buscam discutir questões relativas à apreensão do tempo, e a espacialidade tendo como princípio investigativo a linguagem do desenho a partir de sua forma mais característica e tradicional: lápis sobre papel, que aqui se desdobram para o espaço real e se apresentam como desenhos, esculturas, instalações, objetos, entre outros.

“A exposição é a consequência de uma análise de minha produção artística como resultado de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes efeitos”, explica o artista Sandro Novaes.

O trabalho é feito com a pratica do desenho na contemporaneidade. Na ocasião, são apresentados os desdobramentos de uma pesquisa que Sandro pratica há alguns anos. “Comecei a trabalhar com o grafite sobre papel, fazendo linhas à mão livre variando as tonalidades para tentar simular uma profundidade espacial no suporte plano. Depois, com a prática, o […]

Para Ler: Dica de livro por Manfredo de Souzanetto

BLEU, de Michel Pastoureau

“Estou lendo o livro ‘BLEU (azul), história de uma cor’ de Michel Pastoureau. O livro acompanha através da história como o azul, de desagradável para gregos e romanos, se tornou a cor preferida dos europeus e de quase todo o mundo. Muito interessante”, conta Manfredo.
Michel Pastoureau é um dos maiores especialistas na simologia das cores. Diretor de estudos na École Pratique des Hautes Études, onde ocupa a cátedra de História da Simbólica Ocidental, recebeu, em 2010, o Prémio Médicis para ensaio, com Les Couleurs de nos souvenirs. Publicou diversos estudos dedicados à história das cores, dos animais e dos símbolos, sendo autor de Bleu – Histoire d’une couleur e L’Étoffe du Diable – Une histoire des rayures et des tissus rayés, entre outros títulos.
O livro percorre mais de dois mil anos de um fenómeno deveras curioso: a forma como culturalmente se institucionalizou a cor azul e como se hierarquizou o seu valor estético e simbólico. O azul passou de uma cor marginal, insignificante – há quem admita até que no mundo greco-romano fora uma cor inexistente – até adquirir, desde século XII à atualidade – um estatuto imponente de gosto e preferência, em praticamente todo o mundo ocidental. Michel Pastoureau, o historiador, consegue, em mais de duzentas páginas, construir uma narrativa fascinante de descoberta (que vem desde o indigo e o pastel dos tintureiros) até à forma como, acima das diversas contingências histórico-sociais, se procurou encontrar uma simbologia existencial. Essa trajetória foi capaz de traduzir toda uma natureza enigmática e mística com que esta cor específica se implementou na construção cultural e social europeia.

  • Inscrições abertas para o #Curso3 MBac | 'Arte, Arquitetura e Cidade' | 6, 13, 20 e 27 de novembro
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    Inscrições abertas para o #Curso3 MBac | ‘Arte, Arquitetura e Cidade’ | 6, 13, 20 e 27 de novembro

Inscrições abertas para o #Curso3 MBac | ‘Arte, Arquitetura e Cidade’ | 6, 13, 20 e 27 de novembro

#Curso3 MBac | Inscrições abertas | “Arte, Arquitetura e Cidade” | 6, 13, 20 e 27 de novembro

“Arte, Arquitetura e Cidade” é o tema de último curso de projeto da Matias Brotas

Aula inaugural do Curso 3 será no dia 06 de novembro com o crítico de arte e curador Agnaldo Farias

Para fechar o cronograma do projeto “Ciclo de Cursos”, a Matias Brotas arte contemporânea está com as inscrições abertas para o Curso 3, que receberá quatro professores para tratar do tema “Arte, Arquitetura e Cidade”. O curso abordará no seu todo as tensões entre concepções artísticas contemporâneas e seus respectivos espaços expositivos, partindo do princípio de que o significado das obras se constrói no atrito com as condições materiais e institucionais de sua exibição. Para tanto, examina experiências artísticas específicas instauradas em museus, bienais, espaços a céu aberto, ambientes urbanos e espaços à deriva.

A primeira aula do #Curso3 da Matias Brotas será com o crítico de arte e curador Agnaldo Farias, no dia 06 de novembro. Ele vai falar sobre “O que faz dos museus de hoje tão diferentes, tão estranhos, eventualmente tão acolhedores?”. Agnaldo Farias é professor da FAUUSP e indicado para ser o curador da Bienal de Coimbra de 2019.

No dia 13 de novembro, será a vez da professora Eliana Kuster, que está sendo convidada a falar sobre “Quando a obra se torna maior do que o homem”. Ela é arquiteta, doutora em Planejamento Urbano, professora titular do Ifes e professora convidada da École de Hautes Études en Sciences Sociales, EHESS, Paris. Sua aula vai tratar das cidades nas artes e as artes na cidade. “Investigaremos, juntos, por onde elas se atravessam, como se influenciam e de que maneira […]

  • Exposição “Trato” individual | Sandro Novaes | Selecionado para o acervo do Museu de Arte do Rio – MAR
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    Exposição “Trato” individual | Sandro Novaes | Selecionado para o acervo do Museu de Arte do Rio – MAR

Exposição “Trato” individual | Sandro Novaes | Selecionado para o acervo do Museu de Arte do Rio – MAR

O crítico de arte inglês, John Berger, afirma em seu livro “Sobre o Desenho” que para o artista, desenhar é descobrir. E o resultado dessa busca é apresentado pelo artista visual Sandro Novaes em sua mostra individual “Trato”, que está aberta na galeria Matias Brotas Arte Contemporânea. Selecionado recentemente pelo diretor cultural, Paulo Herkenhoff, para o acervo do Museu de Arte do Rio (MAR), o artista capixaba Sandro Novaes, que reside na Espanha, está em Vitória, a convite de Sandra Matias e Lara Brotas. A mostra está aberta ao público até dia 20 de janeiro de 2019 e conta com texto crítico do professor do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), João Wesley de Souza.

De acordo com as galeristas, estão expostas cerca de 30 obras no ambiente, que também possui uma instalação preparada pelo artista. “Os trabalhos apresentados, reproduzem a relação do artista com o tempo e o espaço. Além disso, ressaltam todas as sistemáticas, utilizando linhas e o grafite sobre papel, resultando os dispositivos do olhar”, contam Sandra Matias e Lara Brotas.

A exposição é fruto de uma análise de sua produção artística como consequência de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes resultados. São trabalhos em diferentes suportes e visualidades, que buscam discutir questões relativas à apreensão do tempo, e a espacialidade tendo como princípio investigativo a linguagem do desenho a partir de sua forma mais característica e tradicional: lápis sobre papel, que aqui se desdobram para o espaço real e se apresentam como desenhos, esculturas, instalações, objetos, entre outros.

“Estar em Vitória, em um trato com o mundo, é […]

  • #05 edição do Clube do Colecionador MBac | Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes
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    #05 edição do Clube do Colecionador MBac | Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes

#05 edição do Clube do Colecionador MBac | Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes

A Matias Brotas arte contemporânea lançou a #05 edição do Clube do Colecionador, que traz, em múltiplos, obras exclusivas dos artistas Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes.

Adrianna Eu apresenta um objeto que trata da força que torna real o desejo. Uma síntese de não sabedorias decorrentes de uma relação que se instaura inicialmente consigo mesmo, com o outro, com o espaço em que habita e ulteriormente com o tempo. O carretel com linhas vermelhas e agulha, que marca de maneira singular as obras da artista, traz talhado na madeira a frase “Desejo acha caminho”, artesanalmente datilografada à mão, com as letras destacadas da máquina de escrever.

 

 

 

 

O trabalho desenvolvido por Claudia Melli para o Clube do Colecionador é um desdobramento da série ‘Nem todo Silêncio’, na qual os balanços em movimento nos deixam entrever que alguém já esteve ali, mas o que fica registrado é o vestígio de uma presença ausente. O antes e o depois, e não o momento central do acontecimento, na contramão de nossos dias, ávidos por produzir e consumir imagens instantâneas do aqui e agora.

 

 

 

Já para Sandro Novaes, a mudança de grafite e os riscos contínuos sobre o suporte aludem diretamente ao tempo, através do gesto repetido à exaustão, e à profundidade espacial sugerida pela mudança de tonalidade. Nos trabalhos com papel, as dobras possibilitam discutir questões relativas à espacialidade real em uma relação complementar e – por que não? – discordante com a simulada pela trama monocromática.

Nesta edição, o Clube conta com tiragens de 10 obras, e os colecionadores poderão adquiri-las neste link individualmente ou em conjunto, com formas de pagamento diferenciadas. Além disso, o Clube contempla um programa de benefícios junto a estabelecimentos parceiros, com descontos e vantagens […]

Para Ler: Dica de livro por Claudia Melli

Mr. Gwyn, de Alessandro Baricco

Com delicadeza e humor, a obra possui uma narrativa que aos poucos ganha contornos de fábula. Jasper Gwyn, escritor de sucesso, decide abandonar a literatura à procura de uma questão mais essencial, que nem ele sabe ao certo, mas a necessidade de algo mais profundo o impele ao desconhecido. Aos poucos, deixando-se levar pelos sentimentos e auxiliado por companheiros cativantes, ele mergulha, e também leva junto o leitor, numa busca pelo poder transformador da palavra.

O livro de Alessandro Baricco – um dos escritores fundamentais da atual literatura italiana – leva a uma reflexão sobre a criação, o tempo, a amizade, o ver e o deixar-se ver. É também uma jornada ao núcleo fundamental da literatura, e uma amostra de como ela transforma cada um de nós.

  • ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ
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    ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ

ArtRio 2018 | Matias Brotas arte contemporânea | STAND D12 | 26 a 30 de setembro | Marina da Glória | Rio de Janeiro | RJ

Matias Brotas leva 12 artistas e obras inéditas para a Art Rio 2018 e lança 5ª edição do Clube do Colecionador

A galeria de Vitória, Espírito Santo, fará parte do programa Panorama, espaço da feira que reúne as galerias já consolidadas no circuito internacional de arte com as principais galerias do mundo.

A Matias Brotas arte contemporânea estará presente em um dos maiores eventos de arte da América Latina, a Art Rio 2018, que acontece entre os dias 26 e 30 de setembro, na Marina da Glória. A galeria fará parte do programa Panorama, espaço da feira que reúne as galerias já consolidadas no circuito internacional de arte com as principais galerias do mundo. Estarão no stand os artistas: Adrianna Eu, Andréa Brown, Antônio Bokel, José Bechara, Lara Felipe, Mai-Britt Wolthers, Matias Mesquita, Raphael Bianco, Rosana Paste, Sandro Novaes, Suzana Queiroga e Vanderlei Lopes, que vão apresentar, em sua maioria, obras criadas especialmente para a feira.

Também para o evento, a Matias Brotas prepara o lançamento da 5ª edição do Clube do Colecionador, que traz, em múltiplos, obras exclusivas dos artistas Adrianna Eu, Claudia Melli e Sandro Novaes.

Adrianna Eu apresenta um objeto que trata da força que torna real o desejo. Uma síntese de não sabedorias decorrentes de uma relação que se instaura inicialmente consigo mesmo, com o outro, com o espaço em que habita e ulteriormente com o tempo. O carretel com linhas vermelhas e agulha, que marca de maneira singular as obras da artista, traz talhado na madeira a frase “Desejo acha caminho”, artesanalmente datilografada à mão, com as letras destacadas da máquina de escrever.

O trabalho desenvolvido por Claudia Melli para o Clube do Colecionador é um desdobramento da série ‘Nem todo Silêncio’, na qual […]