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  • Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019
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    Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019

Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019

“Cartography for Peace“ é o título da nova exposição da artista plástica luso-brasileira, Suzana Queiroga, que será apresentada a partir do dia 26 de janeiro até 16 de março, na galeria Sput&nik the Window, no Porto, em Portugal. A mostra é um ensaio em papel livre, e inédito, com quase-modelos para obras tridimensionais, em grande escala, que irão tomar forma numa futura “escultura/instalação“.

Trata-se de uma obra-projeto que visa gerar uma pausa no espectador e reunir subjetividades em torno da paz, do conceito lato ou intrínseco, que habita em cada um de nós ou fora do ser coletivo. “É, a longo prazo, um projeto para ser realizado de diferentes formas em função das histórias e características de cada local, cidade e país”, define Suzana Queiroga.

Em “Cartography for Peace“, a artista explora ora mapas inventados, ora estuda as diferentes regiões, plantas citadinas e os tecidos urbanos, traduzindo-os em materiais como o papel, guache e recortes. Esta exposição partiu de um estudo sobre os sistemas e subsistemas citadinos, redes visíveis e invisíveis existentes nas metrópoles, sejam estas, redes de telecomunicações, de transportes, de eletricidade, de alimentação ou redes de histórias e pensamentos.

Tal como as cidades, enquanto organismos vivos e em constante mutação, também a obra de Suzana Queiroga, que estará na galeria Sput&nik the Window, traduz esta transformação e vontade de fuga. A ideia passa por conferir uma dimensão pública às suas obras de arte – algo que está bem patente no seu já vasto currículo artístico.

Nas palavras da artista, “Cartography for Peace“ dá assim o mote a uma obra futura que seja percepcionada em coletivo e que permita “instaurar um local de convívio, de relaxamento e de introspeção na forma de um mapa a ser caminhado, […]

  • Matias Mesquita | 'Intempéries Permanentes' | Referência Galeria de Arte | Brasília | de 08.12.18 a 23.02.19
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    Matias Mesquita | ‘Intempéries Permanentes’ | Referência Galeria de Arte | Brasília | de 08.12.18 a 23.02.19

Matias Mesquita | ‘Intempéries Permanentes’ | Referência Galeria de Arte | Brasília | de 08.12.18 a 23.02.19

O artista Matias Mesquita abriu exposição individual ‘Intempéries Permanentes’, na Referência Galeria de Arte, em Brasília. Na mostra, que tem curadoria de Cinara Barbosa, Mesquita dá continuidade à sua pesquisa com materiais de construção, estruturais e arquitetônicos, ampliando o leque de suportes possíveis para receber sua pintura.

Na exposição, ele agrega à sua produção novos materiais como: chapas de alumínio, caixas de ferro, placas de concreto e de terra vermelha do Cerrado, blocos de concreto, de tijolos e de alvenaria. A matéria-prima opera como indício de nossa realidade urbana, destrinchando sua condição social, massificada e industrial.

É na imersão contemplativa dentro do cotidiano corriqueiro que Matias Mesquita encontra a primeira força motriz para o desenvolvimento de seus trabalhos. A livre associação de situações do dia a dia gera imagens e reflexões que começam a dar contorno às ideias e ao conceito das obras.

No contraste entre as delicadas pinceladas e a brutalidade dos suportes, justaposição que ora funciona como complemento simbólico, ora como jogo de opostos, transmuta-se a poética essencial do trabalho do artista. Rompem-se, portanto, os limites que delimitam a fronteira entre a instalação, a escultura e a pintura para percebermos a vertente de um trabalho híbrido.
A curadora Cinara Barbosa acompanha a produção de Matias Mesquita desde 2016. Ela afirma que o processo de construção desta mostra partiu do interesse e da expertise do artista em pintura sobre materiais diversos.

Segundo a curadora, existe a preocupação em apresentar pelo menos a trajetória de um processo que já se encontra em outras etapas, mas em que se podem conferir as nuances dessa origem e dos novos apontamentos da pesquisa. “Ao longo de dois anos, desenvolvemos uma serie de interlocuções pensando em projetos de exposição. Muitas questões foram discutidas […]

  • Sandro Novaes | TRATO | Matias Brota arte contemporânea | Vitória | até 20 de janeiro
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    Sandro Novaes | TRATO | Matias Brota arte contemporânea | Vitória | até 20 de janeiro

Sandro Novaes | TRATO | Matias Brota arte contemporânea | Vitória | até 20 de janeiro

O capixaba Sandro Novaes expõe cerca de 30 obras na Matias Brotas arte contemporânea

O artista, que reside na Espanha, expõe pela primeira vez na galeria. A mostra segue para visitação gratuita até 20 de janeiro
Últimos dias para conferir a exposição ‘Trato’ do artista visual capixaba e bacharel em artes plásticas, Sandro Novaes. Selecionado recentemente pelo diretor cultural, Paulo Herkenhoff, para o acervo do Museu de Arte do Rio (MAR), Sandro, que reside na Espanha, expõe cerca de 30 obras em sua primeira individual na Matias Brotas arte contemporânea, em Vitória. A mostra está aberta ao público até dia 20 de janeiro de 2019 e conta com texto crítico do professor do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), João Wesley de Souza.

A exposição é fruto de uma análise de sua produção artística como consequência de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes resultados. São trabalhos em diferentes suportes e visualidades, que buscam discutir questões relativas à apreensão do tempo, e a espacialidade tendo como princípio investigativo a linguagem do desenho a partir de sua forma mais característica e tradicional: lápis sobre papel, que aqui se desdobram para o espaço real e se apresentam como desenhos, esculturas, instalações, objetos, entre outros.

“A exposição é a consequência de uma análise de minha produção artística como resultado de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes efeitos”, explica o artista Sandro Novaes.

O trabalho é feito com a prática do desenho na contemporaneidade. Na ocasião, são apresentados […]

Para Ler: Dica de livro por Agnaldo Farias

‘Dentro do Nevoeiro’, de Guilherme Wisnik

“Recomendo vivamente o livro ‘Dentro do Nevoeiro’, de Guilherme Wisnik, publicado pela UBU, editora de São Paulo. Guilherme é professor da FAUUSP de Arte e Arquitetura Contemporâneas e este livro, uma versão nada acadêmica da sua tese de doutorado, traz um estudo sobre um ângulo surpreendente da vida e cultura contemporânea. Wisnik escolhe alguns artistas e arquitetos contemporâneos – Olafur Eliasson, Francis Alys, Diller & Scofidio, Frank Ghery, entre outros, e, apontando e analisando seus denominadores comuns e suas particularidades, constrói um quadro que esclarece sobre a sensibilidade contemporânea. Embora formado em Arquitetura, Wisnik também escreve correntemente sobre música, artes plásticas e cinema”, conta Agnaldo.

  • José Bechara | 'Um raio todos os dias' | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19
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    José Bechara | ‘Um raio todos os dias’ | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19

José Bechara | ‘Um raio todos os dias’ | Carlos Carvalho Arte Contemporânea | Lisboa, Portugal |17.11.18 a 12.01.19

O artista José Bechara abriu sua individual ‘Um Raio Todos os Dias’ na Carlos Carvalho Arte Contemporânea, em Lisboa, Portugal.

A exposição, que segue até 12 de janeiro, reúne trabalhos do artista produzidos a partir de 2017 e 2018 e também inclui alguns inéditos. O conjunto é formado por cerca de 20 pinturas de grande, médio e pequeno formatos, muitas das quais produzidas com recurso ao processo habitual do artista: a intervenção de acrílico e oxidação de emulsões metálicas sobre lona usada de caminhão.

Nesta nova fase de trabalhos, José Bechara alarga o campo de pesquisa sobre o desenho, a pintura, a escultura e a instalação ao construir obras quase imersivas e expansivas que estendem a linha, a superfície, o plano a outras possibilidades, reconfigurando o espaço expositivo da galeria.

A exposição apresenta também uma instalação inédita de grande escala, produzido a partir da ordenação no espaço arquitetónico de vidros planos e uma variedade de objetos em madeira, papel cartão, outros elementos metálicos e eventualmente mármore. O uso desta multiplicidade de materiais propõe uma discussão sobre fronteiras e géneros das linguagens visuais fazendo colidir práticas oriundas das experiências escultórica, pictórica e gráfica. Situar o trabalho entre fronteiras, chamar atenção para uma permanente oscilação entre gêneros constitui matéria fundamental nas investigações de Bechara.

É esta impertinência e transitoriedade do seu trabalho que o artista transpõe para a própria existência:
“Tudo é frágil em meu trabalho que contém esforço e dificuldades para emergir, assim como nós, indivíduos humanos. Embora possam parecer nascer de operações brutais os trabalhos podem quebrar-se, despencar de diferentes alturas, desfazer-se por uma perturbação inesperada do espaço ao redor. Minha geometria hesita. Ora aparece, ora desaparece. Falha, portanto, como falhamos. Esforça-se, como nos esforçamos para existir.”

  • Suzana Queiroga | 'Mulheres na Coleção MAR' | Museu de Arte do Rio – MAR | Rio de Janeiro | 16.11.18 a 10.04.19
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    Suzana Queiroga | ‘Mulheres na Coleção MAR’ | Museu de Arte do Rio – MAR | Rio de Janeiro | 16.11.18 a 10.04.19

Suzana Queiroga | ‘Mulheres na Coleção MAR’ | Museu de Arte do Rio – MAR | Rio de Janeiro | 16.11.18 a 10.04.19

A artista Suzana Queiroga participa da nova exposição do MAR – Museu de Arte do Rio, a coletiva ‘Mulheres na Coleção MAR’.

Suzana expõe uma tela em grande formato de sua série ‘Semeadura de Nuvens’ que este ano esteve em exposição no Paço Imperial, na ‘Miradouro’, e em seguida passou para a coleção do MAR.

A Mostra Mulheres na Coleção MAR” apresenta um recorte de obras de mais de 150 artistas brasileiras e estrangeiras que integram o acervo. Suzana Queiroga expõe ao lado de artista como Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sá, Jenny Holzer, Leila Danziger, Regina Silveira, Vânia Mignone e Célia Euvaldo. A exposição está dividida em cinco núcleos significativos: Retrato/Representação, Corpo Político, Cidade e Paisagem, Abstrações e Poéticas.

Pela primeira vez na história do MAR, a curadoria desta exposição foi realizada a partir de um processo colaborativo que envolveu mulheres de todos os setores do museu, entre seguranças, recepcionistas, produtoras, auxiliares administrativas e de serviços gerais, advogadas, jornalistas, designers, museólogas e gestoras. Em uma série de encontros realizados ao longo de dois meses, as funcionárias trocaram experiências de vida e de trabalho, conversaram sobre o universo feminino e a respeito das múltiplas representações da mulher na arte, nos espaços culturais, na família e na sociedade. O grupo também foi apresentado ao conceito da exposição e a uma série de obras de artistas mulheres presentes na Coleção MAR. E experimentou exercícios de curadoria, selecionando trabalhos de acordo com os desejos e conceitos mapeados nos encontros e norteando a curadoria da exposição.

“Então a exposição está sendo amalgamada não só por um corte profissional, frio, “curatorial”, mas faz parte de um caldo muito maior, […]

  • Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18
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    Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18

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Mai-Britt Wolthers | Confluências | Galeria Bras Cuba | Santos – São Paulo | 29.11.18 a 16.12.18

Em comemoração aos seus 25 anos de carreira, a artista dinamarquesa radicada no Brasil, Mai-Britt Wolthers, abre exposição individual comemorativa na Galeria Braz Cubas, em Santos, São Paulo, cidade onde ela vive a mais de 30 anos, onde criou sua família e desenvolveu sua carreira de artista.

Com curadoria de Marcus Lontra, a exposição intitulada ‘Confluências’ traz pinturas da produção mais recente da artista, além de escultura, objetos e vídeo-performance.

Segundo Marcus Lontra, as obras de Mai Britt trabalham na confluência de vetores distintos que se encontram no espaço de materialização da obra de arte; o talento e a inteligência da artista agem na direção de selecionar e sintetizar experiências anteriores permitindo assim que diversas informações geográficas, estéticas, filosóficas e culturais atuem no interior de cada obra, dando-lhes potência e refinamento sensível e intelectual.

“Nascida na Dinamarca, desde cedo convive com a tradição pictórica dos grandes centros europeus. O Brasil trouxe para a artista a riqueza e a exuberância das paisagens e a capacidade de refletir sobre o tempo em ritmos e escalas diferentes. A obra de Mai-Britt provoca o espectador por sua dualidade; ela é exuberante, barroca e intensa, mas é também contida, objetiva e silenciosa. As cores vibrantes definem áreas marcantes circunscritas a elementos formais que atuam num cenário claro e despojado. No limite entre o figurativo e a abstração, a obra estimula o nosso olhar, convidando-nos a descobrir seus encantos e mistérios. Como uma esfinge contemporânea ela provoca: “Decifra-me ou te devoro”. Assim são os enigmas da arte e os desafios da vida. A paisagem é tema constante na trajetória da artista; ora elas falam de uma paisagem natural, externa e tropical ora falam de uma paisagem doméstica, íntima e cotidiana. Por isso […]

  • Sandro Novaes | 'Trato' | Matias Brotas arte contemporânea | até 20.01.19
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    Sandro Novaes | ‘Trato’ | Matias Brotas arte contemporânea | até 20.01.19

Sandro Novaes | ‘Trato’ | Matias Brotas arte contemporânea | até 20.01.19

Selecionado recentemente pelo diretor cultural, Paulo Herkenhoff, para o acervo do Museu de Arte do Rio (MAR), o artista visual capixaba e bacharel em artes plásticas, Sandro Novaes,que reside na Espanha, expõe cerca de 30 obras em sua primeira individual na Matias Brotas arte contemporânea, em Vitória, a exposição ‘Trato’.

A mostra está aberta ao público até dia 20 de janeiro de 2019 e conta com texto crítico do professor do Centro de Artes da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), João Wesley de Souza.

A exposição é fruto de uma análise de sua produção artística como consequência de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes resultados. São trabalhos em diferentes suportes e visualidades, que buscam discutir questões relativas à apreensão do tempo, e a espacialidade tendo como princípio investigativo a linguagem do desenho a partir de sua forma mais característica e tradicional: lápis sobre papel, que aqui se desdobram para o espaço real e se apresentam como desenhos, esculturas, instalações, objetos, entre outros.

“A exposição é a consequência de uma análise de minha produção artística como resultado de uma investigação prática e teórica sobre o desenho. Um caminho intenso, marcado por tentativas, experimentações, descobrimentos e rupturas que foram de enorme valor para chegar a importantes efeitos”, explica o artista Sandro Novaes.

O trabalho é feito com a pratica do desenho na contemporaneidade. Na ocasião, são apresentados os desdobramentos de uma pesquisa que Sandro pratica há alguns anos. “Comecei a trabalhar com o grafite sobre papel, fazendo linhas à mão livre variando as tonalidades para tentar simular uma profundidade espacial no suporte plano. Depois, com a prática, o […]

Para Ler: Dica de livro por Manfredo de Souzanetto

BLEU, de Michel Pastoureau

“Estou lendo o livro ‘BLEU (azul), história de uma cor’ de Michel Pastoureau. O livro acompanha através da história como o azul, de desagradável para gregos e romanos, se tornou a cor preferida dos europeus e de quase todo o mundo. Muito interessante”, conta Manfredo.
Michel Pastoureau é um dos maiores especialistas na simologia das cores. Diretor de estudos na École Pratique des Hautes Études, onde ocupa a cátedra de História da Simbólica Ocidental, recebeu, em 2010, o Prémio Médicis para ensaio, com Les Couleurs de nos souvenirs. Publicou diversos estudos dedicados à história das cores, dos animais e dos símbolos, sendo autor de Bleu – Histoire d’une couleur e L’Étoffe du Diable – Une histoire des rayures et des tissus rayés, entre outros títulos.
O livro percorre mais de dois mil anos de um fenómeno deveras curioso: a forma como culturalmente se institucionalizou a cor azul e como se hierarquizou o seu valor estético e simbólico. O azul passou de uma cor marginal, insignificante – há quem admita até que no mundo greco-romano fora uma cor inexistente – até adquirir, desde século XII à atualidade – um estatuto imponente de gosto e preferência, em praticamente todo o mundo ocidental. Michel Pastoureau, o historiador, consegue, em mais de duzentas páginas, construir uma narrativa fascinante de descoberta (que vem desde o indigo e o pastel dos tintureiros) até à forma como, acima das diversas contingências histórico-sociais, se procurou encontrar uma simbologia existencial. Essa trajetória foi capaz de traduzir toda uma natureza enigmática e mística com que esta cor específica se implementou na construção cultural e social europeia.

  • Inscrições abertas para o #Curso3 MBac | 'Arte, Arquitetura e Cidade' | 6, 13, 20 e 27 de novembro
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    Inscrições abertas para o #Curso3 MBac | ‘Arte, Arquitetura e Cidade’ | 6, 13, 20 e 27 de novembro

Inscrições abertas para o #Curso3 MBac | ‘Arte, Arquitetura e Cidade’ | 6, 13, 20 e 27 de novembro

#Curso3 MBac | Inscrições abertas | “Arte, Arquitetura e Cidade” | 6, 13, 20 e 27 de novembro

“Arte, Arquitetura e Cidade” é o tema de último curso de projeto da Matias Brotas

Aula inaugural do Curso 3 será no dia 06 de novembro com o crítico de arte e curador Agnaldo Farias

Para fechar o cronograma do projeto “Ciclo de Cursos”, a Matias Brotas arte contemporânea está com as inscrições abertas para o Curso 3, que receberá quatro professores para tratar do tema “Arte, Arquitetura e Cidade”. O curso abordará no seu todo as tensões entre concepções artísticas contemporâneas e seus respectivos espaços expositivos, partindo do princípio de que o significado das obras se constrói no atrito com as condições materiais e institucionais de sua exibição. Para tanto, examina experiências artísticas específicas instauradas em museus, bienais, espaços a céu aberto, ambientes urbanos e espaços à deriva.

A primeira aula do #Curso3 da Matias Brotas será com o crítico de arte e curador Agnaldo Farias, no dia 06 de novembro. Ele vai falar sobre “O que faz dos museus de hoje tão diferentes, tão estranhos, eventualmente tão acolhedores?”. Agnaldo Farias é professor da FAUUSP e indicado para ser o curador da Bienal de Coimbra de 2019.

No dia 13 de novembro, será a vez da professora Eliana Kuster, que está sendo convidada a falar sobre “Quando a obra se torna maior do que o homem”. Ela é arquiteta, doutora em Planejamento Urbano, professora titular do Ifes e professora convidada da École de Hautes Études en Sciences Sociales, EHESS, Paris. Sua aula vai tratar das cidades nas artes e as artes na cidade. “Investigaremos, juntos, por onde elas se atravessam, como se influenciam e de que maneira […]