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    Exposição reúne obras de 19 artistas no Centro Cultural dos Correios

Exposição reúne obras de 19 artistas no Centro Cultural dos Correios

Artistas brasileiros e internacionais apresentam seus trabalhos na exposição ‘O Negócio da Alma’, que foi iniciada no dia 17 de julho, no Centro Cultural dos Correios, no Rio de Janeiro.

A mostra, que fica em cartaz até 1º de setembro, reúne obras em diversas linguagens e suportes como pinturas, desenhos, esculturas e gravuras.

A exposição, idealizada por Antonio Bokel, com o acompanhamento curatorial de Sonia Salcedo del Castillo, contará com 19 artistas de diferentes backgrounds e propõe um diálogo atemporal entre abstração e figuração; alternando formas e expressões que vão do primitivo ao frescor urbano contemporâneo. Segundo Bokel, a exposição é um diálogo atemporal entre artistas que tem o gesto, a espontaneidade e trabalham a arte de forma instintiva.

“A mostra propõe uma reflexão entre forma e expressão. E o meu papel neste trabalho é o de acompanhar o projeto curatorialmente, ou seja, orientar e editar o que será apresentado”, destaca Sonia Salcedo del Castillo.

Sobre Antonio Bokel 

A trajetória do trabalho de Antonio Bokel, formou, em poucos anos de investigação pictórica; à criação de um mundo de signos próprios; que relacionam-se entre si pelo total despreconceito tipológico.

O traço culto convive com símbolos gráficos primários de forma a complementá-los ora de forma crítica; ora envoltos em harmonias desconcertantes que amplificam suas intenções; criando então a complexidade que sua obra encerra.

O trabalho de Antônio Bokel tem a seu favor, a energia de uma posição estética bem definida; mesmo que com um grande número de referências visuais.

Programe-se:

“O Negócio da Alma”

– Período expositivo: até 1º de setembro de 2019

– Horário: de 12h a 19h (de terça a domingo)

– Local: Centro Cultural dos Correios (Rua Visconde de Itaboraí, 20 – Centro)

– Classificação etária: livre

– Entrada franca

 

  • José Bechara: “Casa pintada”, série Open House – Projeto A Casa (2006) / foto: Jaime Acioli
    Permalink José Bechara: “Casa pintada”, série Open House – Projeto A Casa (2006) / foto: Jaime AcioliGallery

    Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugura mostra em homenagem a Reynaldo Roels Jr.

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro inaugurou em julho uma exposição em homenagem a Reynaldo Roels Jr., falecido durante sua gestão como curador do Museu.

Com curadoria de Fernando Cocchiarale, a mostra reúne obras de 15 artistas que Reynaldo admirava e com os quais mantinha contato permanente, como José Bechara; Manfredo de Souzanetto; Anna Maria Maiolino; Vicente de Mello; Franz Weissmann e Victor Arruda.

Trata-se de um resumo que materializa referências e rumores artístico-afetivos de Roels no espaço onde a mostra está montada.

Trajetória de Roels

A trajetória profissional de Reynaldo Roels Jr. se entrecruza com diversos momentos da história recente do MAM Rio, de onde foi curador de 2007 até a sua morte súbita em 2009, e coordenador do Núcleo de Pesquisa do Museu de 1991 a 1992.

Foi ainda curador da Coleção Gilberto Chateaubriand de 1997 a 2000, e diretor da Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage entre 2002 e 2006, e crítico de arte do “Jornal do Brasil”, de 1985 a 1990.

Programe-se:

“Homenagem a Reynaldo Roels Jr.”

– Período expositivo: até 25 de agosto de 2019

– Local: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo)

– Classificação etária: livre

  • Raphael Bianco e Matias Mesquita_Foto Cacá Lima
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    Última semana para visitar a exposição ‘Cenas de lembranças impermanentes’

Última semana para visitar a exposição ‘Cenas de lembranças impermanentes’

Quem ainda não conferiu a exposição “Cenas de lembranças impermanentes”, que está sendo exibida na Matias Brotas Arte Contemporânea, tem poucos dias para conhecê-la. Ela fica em cartaz somente até a próxima sexta-feira (9).

A exibição traz ao público produções inéditas dos artistas Matias Mesquita e Raphael Bianco, que apresentam proposições diferenciadas sobre a produção de imagens na contemporaneidade. A entrada é gratuita.

Segundo a curadora Ananda Carvalho, os artistas tratam de distintas perspectivas e cenas acerca da representação da ilusão e da efemeridade, por isso o nome da exposição.

Matias trabalha a ideia de impermanência por meio de uma pintura que desconstrói seu suporte tradicional. São paisagens sobrepostas a materiais como barro ou blocos de cimento; Raphael, por sua vez, solicita o espaço da tela por meio de imagens aparentemente realistas. Suas obras buscam discutir sobre a construção da memória, ressaltando um passado que se reinventa constantemente.

Já o processo artístico do capixaba Raphael Bianco contempla o papel da imaginação na construção da memória. Para Bianco, ao contrário de Mesquita, é importante solicitar o espaço da tela para a pintura.

O processo de criação da série presente nesta exposição coincidiu com a mudança de local do ateliê do artista. Nos gestos de desmontagem do espaço, as memórias também se reorganizam, também são desmontadas. Em suas novas pinturas, o artista procura perscrutar momentos breves de paisagens que embaralham objetos, lembranças e recorrências de trabalhos anteriores.

Programe-se:

“Cenas de lembranças impermanentes”

– Período expositivo: até 9 de agosto de 2019

– Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h, e aos sábados com agendamento.

– Local: Galeria Matias Brotas, localizada na Av. Carlos Gomes de Sá, 130, Mata da Praia

Matias Brotas oferece o curso Arte Contemporânea no Brasil

A Matias Brotas Arte Contemporânea vai oferecer pela terceira vez o curso Arte Contemporânea no Brasil a partir do dia 7 de agosto. O curso, ministrado por Ricardo Maurício Gonzaga, acontece durante quatro dias, com duração de 3 horas por aula, e início às 19h.

O conteúdo que será abordado apresenta um panorama geral da produção de arte contemporânea no Brasil. A partir do exame dos mais representativos artistas e obras, estabelece relações com a produção internacional; identifica questões teóricas específicas; analisa as singularidades da experiência artística brasileira e discute a redefinição contemporânea da obra de arte.

Sobre Ricardo Maurício

Ricardo Maurício expõe seu trabalho desde 1978, quando participou do 2º Salão Carioca de Arte, a princípio com desenho, depois gravura, pintura, objetos, instalações e, finalmente, performance e vídeo.

Fez parte da chamada Geração 80, participando de várias exposições memoráveis como Pau Pedra Fibra e Metal e Imagens Indomáveis, ambas no Parque Lage e Arte no Espaço, no Planetário da Gávea, todas no Rio de Janeiro.

Em 1984 ganha um dos prêmios de aquisição do Salão Arte Contemporânea Brasileira, na UFF, em Niterói, considerado como sendo talvez o mais representativo daquele momento.

Mestre (2001) e doutor (2005) em Linguagens Visuais  pelo Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é professor do Departamento de Artes Visuais da UFES desde 2002.

Para Ler: Dica de livro por Andre Andrade

Segundo o artista Andre Andrade o livro é interessante para quem quer se aprimorar, crescer como pessoa e vencer na vida.

Quando o autor do livro, Dave Asprey, iniciou seu podcast Bulletproof Radio ele buscou influenciadores em uma variedade de disciplinas; de bioquímicos trabalhando em laboratórios desconhecidos até líderes de negócios mudando o mundo, além de mestres de mediação.

Os convidados de Dave Asprey se resumiam em pessoas com melhor desempenho no mundo, pessoas que mudaram suas áreas de estudo ou até mesmo foram pioneiras em campos totalmente novos.

Dave queria saber: o que eles tinham em comum? O que mais importava para eles?  E, por fim, ele perguntava para cada um deles; Quais são as suas três principais recomendações para pessoas que querem ter um desempenho melhor em ser humano?

Depois de analisar as respostas, ele descobriu que a sabedoria obtida dessas pessoas altamente bem sucedidas poderia ser resumida em três objetivos principais; encontrar maneiras de se tornar mais inteligente, mais rápido e mais feliz.

O Game Changers é o ponto culminante da imersão de anos de Dave nessas conversas; oferecendo 46 “leis” de alto desempenho apoiadas pela ciência que são um manual virtual de como melhorar a vida.

Domando o medo e a ansiedade para tomar melhores decisões; estabelecendo hábitos de alto desempenho e praticando gratidão e atenção plena.

Saiba mais sobre o autor:

Dave Asprey é um investidor e empresário do Vale do Silício, um biohacker profissional, e o criador do Café à prova de balas feito com manteiga. Ele é o anfitrião de Bulletproof Radio, um programa de rádio nacionalmente sindicado e podcast ranking # 1 com 50 milhões de downloads. Dave atua como presidente do Silicon Valley Health Institute. Ele também já escreveu cinco livros.

Perdeu a última dica de […]

  • Mai-Britt
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    Mai-Britt Wolthers | ‘Composições’ | Genebra – Suíça | 17.01.19 a 02.03.19

Mai-Britt Wolthers | ‘Composições’ | Genebra – Suíça | 17.01.19 a 02.03.19

A artista Mai-Britt Wolther, dinamarquesa radicada no Brasil, abriu sua primeira exposição de 2019 na Galeria Espace L, em Genebra, na Suíça. A mostra traz um diálogo sobre composição e cor entre ela e o artista suíço Denis Jutzler. Ele faz trabalhos digitais elaborados através de fotos e impressos em papel.

As composições desses artistas, apesar de seus processos técnicos específicos, em última análise, resultam na criação de espaços fictícios. As composições de Mai-Britt são caracterizadas por um forte senso de fluidez entre os campos de cores que operam em dois níveis distintos: por um lado ela seduz o espectador através do uso de cor e uma infinidade de texturas de pintura; por outro, ela obriga o espectador a focar sua atenção em várias áreas menores e elementos dentro de suas composições. Essas narrativas são capturadas a partir de imagens originais de seus arquivos fotográficos.

Denis Jutzeler é um fotógrafo suíço que vive e trabalha em Genebra. “Composições”, sua mais recente série de obras, dá nome à exposição. Os trabalhos de Jutzeler são inspirados pela natureza. Ele sofre suas fotografias em um processo de transformação através de uma série de intervenções digitais. O fotógrafo cria as suas composições, uma nova variedade de plantas e flores, que são o assunto do trabalho dele.

Algumas de suas composições lembram um storyboard construído meticulosamente a partir de imagens compostas e equilibradas da flora indisciplinada. Jutzeler opera entre filme e fotografia; o senso de tempo que emerge de suas digitais é mais parecido para o primeiro que o posterior. Em suas obras, a multiplicidade de camadas às vezes se expande e, em outros, distorcem a imagem. Ele transforma tudo o que ele considera apropriado para alcançar um resultado desejado. O espectador […]

  • Celina Portella - _Braço dobrado_, Foto-objeto da série Dobras,
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    Celina Portella | Individual ‘Reunião-Celina Portella’ | Caixa Cultural São Paulo | 15.01.19 a 31.03.19

Celina Portella | Individual ‘Reunião-Celina Portella’ | Caixa Cultural São Paulo | 15.01.19 a 31.03.19

Celina Portella abriu a individual ‘Reunião-Celina Portella’ na Caixa Cultural São Paulo. A artista contou com uma seleção de seus trabalhos realizados ao longo dos últimos 10 anos de carreira.

Com curadoria de Daniela Labra, a exposição reúne 27 peças criadas entre 2009 e 2018; uma seleção de vídeos e fotografias, evidenciando a forma original e inusitada como ela vem operando no ambíguo campo do multimídia. Nos trabalhos, Celina busca explorar a relação com o corpo e o espaço, criando movimentos, imagens e gestos coreográficos.

Entre os destaques da mostra está o trabalho mais antigo, a videoinstalação Derrube (2009). Nele, Celina interage com seu duplo em escala real, e o conjunto de três vídeos Deságua (2014). A artista permeia o universo das artes plásticas e da dança, estabelecendo diálogos entre arquitetura, cinema, performance e, ultimamente, escultura.

Na série  Dobras (2017), a artista aborda as articulações do corpo e estabelece relações formais com o espaço expositivo. Nessa série, Celina toma partido da arquitetura da sala para sua instalação. São fotos de partes do corpo ampliadas em tamanho real e dobradas, como a obra ‘Braço dobrado’. Essas molduras têm um ângulo e acabam virando como se fossem uma escultura.

Na série Puxa (2015–2016), Celina Portella também extrapola o campo visual da moldura ou o limite visual determinado por ela. Desta forma, cria tensão entre as cordas representadas nas fotografias e aquelas que, de fato, ocupam o espaço real e se conectam materialmente ao espaço.

Em Fotonovela da opressão (2018), ela parte da experimentação e interação entre pintura e imagem para criar uma narrativa com seis fotografias. Sua retórica corporal parece reagir ao avanço da tinta sobre o vidro dos quadros.

Utilizando frequentemente o próprio corpo como objeto de experimentações, Celina caracteriza sua pesquisa nos campos da representação do corpo e sua relação com o espaço.

Saiba qual foi o […]

  • Instituto Iberê Camargo
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    Shirley Paes Lemes | ‘Da tradição à experimentação’ | Instituto Iberê Camargo | Porto Alegre – RS | 26.01.19 a 10.03.19

Shirley Paes Lemes | ‘Da tradição à experimentação’ | Instituto Iberê Camargo | Porto Alegre – RS | 26.01.19 a 10.03.19

Shirley Paes Leme participa da exposição ‘Da tradição à experimentação’, no Instituto Iberê Camargo, em Porto Alegre. A mostra apresenta um recorte da coleção de gravuras realizadas pelos residentes que por lá passaram no Ateliê de Gravura. Ela oferece ao público uma diversidade de obras gráficas, possibilitando-o experimentar o olhar e fazer suas próprias associações entre os artistas e suas respectivas imagens produzidas em diferentes técnicas da gravura em metal. A mostra, que segue até 10 de março, tem curadoria de Eduardo Haesbaert.

Sobre o ateliê de gravura

Iberê Camargo (1914-1994) praticou a técnica da gravura em metal desde os anos 1940. Em 1948, aprimorou-se neste campo de expressão artística na Calcografia Nazionale de Roma, durante sua residência de estudos na Europa. Nos anos 1960, a experimentação com a gravura foi muito intensa, sendo reconhecida internacionalmente na Bienal de Veneza de 1962. Até o ano de sua morte, Iberê alternava a prática da pintura com a de gravura.

Em 2001, a Fundação Iberê Camargo lança o projeto Artista Convidado do Ateliê de Gravura, coordenado por Eduardo Haesbaert; assistente e impressor de Iberê Camargo desde 1990. O ateliê, com equipamentos utilizados pelo artista em vida, é aberto à prática e à experimentação da gravura em metal. Artistas brasileiros e estrangeiros, com distintas trajetórias e formas de expressão – muitos deles sem nenhuma experiência com a gravura – experimentam e revelam suas poéticas em diversas técnicas, tais como: monotipia, plotagem, serigrafia, fotogravura e outras possibilidades gráficas, resultando sempre uma ou mais matrizes em metal, a partir das quais é realizada a edição. De 2001 a 2018, mais de 100 artistas já passaram pelo projeto.

Além de uma gravura de Shirley Paes Leme, a mostra conta com obras de nomes como Iberê Camargo, Amilcar […]

Para Ler: Dica de livro por André Andrade

A obra Sanctuary: Britain’s Artists and their Studios é indicada pelo artista André Andrade. O livro oferece uma visão privilegiada dos estúdios e inspirações de quase 120 dos maiores artistas da Grã-Bretanha.

O elenco de artistas do Santuário engloba muitas maneiras diferentes de pensar e fazer arte. O livro, de grande formato, transborda fotografias especialmente encomendadas. São retratos, imagens no trabalho, locais de inspiração e entrevistas incisivas. Os artistas abrem suas mentes e também as portas dos estúdios.

É uma obra que  fala dos bastidores da vida profissional dos artistas e seus locais de trabalho. Inclui-se à obra suas mentes, suas metodologias e suas personalidades. A publicação conta com ideias, revelações e pensamentos sobre o mundo da arte moderna e a prática da arte contemporânea. Tal perspectiva proporciona uma noção vívida do que significa ser um artista trabalhando hoje.

O elenco estelar do livro conta com personagens como Frank Auerbach, Ron Arad, Banner Fiona, Peter Blake, Jake e Dinos Chapman, Martin Creed, Tracey Emin, Gilbert e George, Cornelia Parker, Grayson Perry, Paula Rego, Juergen Teller, Gavin Turk, entre outros.

Iwona Blazwick dá um A-Z de estúdios com um toque; O Studio Visitas, de Richard Cork, proporciona um passeio pessoal e vívido pelos estúdios de Francis Bacon, Lucian Freud, Bridget Riley e muito mais.

As anotações de campo de Tom Morton sobre a arte britânica no terceiro milênio são um esboço inteligente do mundo mais “selvagem” que todos os artistas habitam atualmente.

Sobre o autor

Hossein Amirsadeghi é um escritor, editor e documentarista, e a força motriz por trás de muitos livros, incluindo Sanctuary: Britain’s Artists e seus Studios, Art Studio America, Nordic Contemporary e Contemporary Art Mexico.

Dica de livro por André Andrade.

Perdeu a dica de livro do mês de janeiro? Clique aqui para ver a […]

  • Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019
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    Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019

Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019

“Cartography for Peace“ é o título da nova exposição da artista plástica luso-brasileira, Suzana Queiroga, que será apresentada a partir do dia 26 de janeiro até 16 de março, na galeria Sput&nik the Window, no Porto, em Portugal. A mostra é um ensaio em papel livre, e inédito, com quase-modelos para obras tridimensionais, em grande escala, que irão tomar forma numa futura “escultura/instalação“.

Trata-se de uma obra-projeto que visa gerar uma pausa no espectador e reunir subjetividades em torno da paz, do conceito lato ou intrínseco, que habita em cada um de nós ou fora do ser coletivo. “É, a longo prazo, um projeto para ser realizado de diferentes formas em função das histórias e características de cada local, cidade e país”, define Suzana Queiroga.

Em “Cartography for Peace“, a artista explora ora mapas inventados, ora estuda as diferentes regiões, plantas citadinas e os tecidos urbanos, traduzindo-os em materiais como o papel, guache e recortes. Esta exposição partiu de um estudo sobre os sistemas e subsistemas citadinos, redes visíveis e invisíveis existentes nas metrópoles, sejam estas, redes de telecomunicações, de transportes, de eletricidade, de alimentação ou redes de histórias e pensamentos.

Tal como as cidades, enquanto organismos vivos e em constante mutação, também a obra de Suzana Queiroga, que estará na galeria Sput&nik the Window, traduz esta transformação e vontade de fuga. A ideia passa por conferir uma dimensão pública às suas obras de arte – algo que está bem patente no seu já vasto currículo artístico.

Nas palavras da artista, “Cartography for Peace“ dá assim o mote a uma obra futura que seja percepcionada em coletivo e que permita “instaurar um local de convívio, de relaxamento e de introspeção na forma de um mapa a ser caminhado, […]