O Clube do Colecionador Matias Brotas foi criado para fomentar o colecionismo, aproximar o público da arte contemporânea, bem como para incentivar a produção artística brasileira.

Os membros que aderirem à edição #01 receberão, ao longo de doze meses, quatro obras de arte produzidas pelos artistas Fernando Augusto, Manfredo de Souzanetto, Nenna e Renan Cepeda, selecionados pela Curadora desta edição, Almerinda Lopes.

Esta iniciativa é uma excelente oportunidade para alavancar uma coleção ou incrementar uma já existente.

A adesão ao Clube do Colecionador confere outros benefícios ao membro como convite para vernissages, exposições e palestras realizadas na galeria, além de desconto para participar da próxima edição.

Matias Brotas - Clube Colecionador

ESGOTADO – Confira a edição mais recente

Edição #01

Image Description
Fernando Augusto

É autor de extensa produção que inclui desenho, gravura, pintura, fotografia e livros de artista. Recorre referencialmente a suportes de papel e tela, e se expressa por meio de linguagem consistente e de características peculiares, que transita entre o figural e a abstração expressionista. Participou de Salões e Bienais nacionais e internacionais, nos quais amealhou importantes prêmios, além de possuir obras na coleção de destacados museus como o Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), Museu de Arte Contemporânea de Curitiba (Paraná), Museu de Arte do Estado de Pernambuco (Recife), Museu de Arte de Goiânia (GO), Museu de Arte de Ribeirão Preto (SP), além de outras instituições públicas e coleções privadas.

Título: Série: História da Literatura  – 2012/2013

Tecnica: aquarela sobre papel

Dimensão: 20 x 15 cm

Tiragem 1/30

Manfredo de Souzanetto
Manfredo de Souzanetto

Mineiro radicado no Rio de Janeiro, Manfredo de Souzanetto, é formando em Artes Plásticas pela Escola Guignard e Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de Arquiteto formado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Realizou estudos de especialização e aprofundamento na Escola Nacional de Belas Artes de Paris (França). Inquieto, minucioso e perseverante, revelou muito cedo talento e vocação para a arte. Detentor de extenso currículo, excepcional inventividade e experiência criativa, Souzanetto é hoje um dos mais reconhecidos e premiados artistas brasileiros, com amplo trânsito nacional e internacional por conceituados museus e galerias, sem contar que obras de sua autoria integram importantes coleções nacionais e internacionais.

Título: Sem Título

Técnica: serigrafia em papel fabriano e bastão a óleo.

Dimensão: 50 x 70 cm

Tiragem: 1/30

Nenna
Nenna

Radicado na França, Nenna é um dos mais ousados, irreverentes e atuantes artistas de sua geração. Depois de abandonar os estudos artísticos na Escola de Belas Artes da UFES, por divergência com o pensamento retrógrado ali difundido, em plena década de 1970, quando iniciou uma inusitada trajetória, que logo iria extrapolar os limites do Estado. Com apenas 18 anos de idade, balançava as estruturas conservadoras desta capital, ao elaborar e ser reconhecido por uma produção contemporânea de natureza conceitual e experimental, que incluiu o happening e o vídeo, mas também desenho, gravura, pintura, objeto, escultura, fotografia, instalações, apresentada em mostras realizadas importantes espaços culturais locais e cariocas.

Título: Jardin D’Hiver – 2013-08-21

Técnica: Objeto em acrílico com 2 gravuras [Jato de tinta sobre papel Hahnemühle PhotoRag 308g]

Dimensão: : 8 x 7,5 cm

Tiragem: 1/30

Renan Cepeda
Renan Cepeda

Iniciou sua carreira na década de 1980, como bem sucedido repórter fotográfico de importantes jornais e revistas, atividade que iria abandonar há pouco mais de 10 anos, para se dedicar exclusivamente à carreira artística. Recorrendo a filmes infravermelhos, ou iluminando a cena ou o objeto encontrado, com um foco de luz produzido por uma lanterna ou caneta a laser a objetiva, o resultado é sempre inusitado e surpreendente. Tal artifício permite-lhe gerar uma imagética incandescente, imaterial, metamórfica, reverberante, denominada de light painting (pintar com a luz), conceito que remete ao conceito da própria fotografia. Destaca tanto a paisagem, como um viés etnográfico, ao buscar tanto a singeleza da cultura, quanto a rudeza da vida de povos nativos peruanos e quilombolas brasileiros. No primeiro caso aponta a objetiva ora para a vegetação ressequida, choupanas ou construções suntuosas, como castelos medievais, que vai encontrando em seus deslocamentos pelo mundo. Por sua vez, a figura humana parece envolta por uma dimensão aurática, que remete à tradição da pintura.

Título: Pedro Freimann – 2012

Técnica: fotografia com impressão de pigmentos sobre fibra de semente de algodão

Dimensão: 20 x 30 cm

Tiragem: 1/30

 

Saiba mais

A Galeria Matias Brotas arte contemporânea e o Clube do Colecionador - por Almerinda Lopes

Desde sua criação, a Matias Brotas arte contemporânea assumiu o destacado papel de suprir uma inexplicável lacuna que persistia em Vitória: aprimorar a sensibilidade e o gosto estético e facultar aos membros de uma elite refinada e culta a possibilidade de ampliar ou iniciar a aquisição de obras de arte de autoria de reconhecidos e emblemáticos artistas brasileiros, para a formação de coleções privadas.

Seja como forma de investimento, que tem superado de longe toda e qualquer forma de aplicação financeira, seja por interesse de reunir sob sua guarda, um conjunto significativo de objetos artísticos destinados à apreciação individual, ao desvendamento de novas visões de mundo e enriquecimento do universo cultural, a formação de uma coleção de obras de arte é sempre uma atividade e uma experiência tão enriquecedora quanto fascinante. O colecionismo é, sobretudo, uma atividade de cunho cultural, e em muitos casos conhecidos, alcança também uma dimensão social, no sentido de que uma coleção vai imbricando ao longo do tempo, novos significados de natureza afetiva e patrimonial. Tais valores ultrapassam qualquer estimativa de valorização financeira dos produtos artísticos que o colecionador consegue adquirir em curto ou longo prazo.  Diferentemente de um bem de consumo, que por mais caro e requintado que seja, destina-se ao uso e em curto espaço de tempo torna-se obsoleto, fora de moda ou deixa de funcionar, perdendo valor. Em alguns casos torna-se uma inutilidade que apenas ocupa espaço em um armário ou outro local de nosso convívio familiar. E quando não, torna-se um peso morto, ou um problema a solucionar para descartá-lo corretamente.

Em contrapartida, uma obra de arte, a obra de arte é um bem cultural, e quanto mais antiga, mais valor e significado ela agrega, sem contar que não deixa de ser um privilégio daquele que a possui poder dialogar cotidianamente com imagens ou objetos que, com o passar dos anos, irão se tornar ícones da cultura de nosso país, se a escolha for bem orientada.

E se é verdade que ao colecionar qualquer naipe de objetos somos movimentados pela paixão, no caso das obras de arte, deve-se alertar de modo especial àqueles que estão se iniciando nesse ofício, que para que a coleção se transforme em investimento rentável e não em um legado inconsistente ou desconexo, a assessoria profissional torna-se imprescindível. É essa orientação e assessoria que a Matias Brotas Arte Contemporânea faculta aos novos colecionadores e investidores, propiciando-lhes a oportunidade de aquisição de obras de artistas já estabelecidos e reconhecidos, a preços acessíveis e com cotações abaixo do mercado de arte, uma vez que o projeto Clube do Colecionador é fruto de negociação e compromisso firmado entre a galeria e o seleto grupo de artistas, que generosa e entusiasticamente aderiram de imediato à proposta. São eles: Fernando Augusto, Manfredo Souzanetto, Nenna e Renan Cepeda.

Fernando Augusto (1960) é formado em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais, além de ter realizado estudos de mestrado e doutorado em Comunicação e Semiótica na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É autor de extensa produção que inclui desenho, gravura, pintura, fotografia e livros de artista. Recorre referencialmente a suportes de papel e tela, e se expressa por meio de linguagem consistente e de características peculiares, que transita entre o figural e a abstração expressionista. Começou a produzir e a expor muito cedo, em galerias e museus brasileiros e estrangeiros, mantendo sempre uma assídua e intensa rotina de trabalho diário, que compartilha há alguns anos com o ensino e orientação de estudantes de artes da UFES, instituição em que atua também como professor. Participou de Salões e Bienais nacionais e internacionais, nos quais amealhou importantes prêmios, além de possuir obras na coleção de destacados museus como o Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), Museu de Arte Contemporânea de Curitiba (Paraná), Museu de Arte do Estado de Pernambuco (Recife), Museu de Arte de Goiânia (GO), Museu de Arte de Ribeirão Preto (SP), além de outras instituições públicas e coleções privadas.

O mineiro radicado no Rio de Janeiro, Manfredo de Souzannetto (1947), é formando em Artes Plásticas pela Escola Guignard e Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de Arquiteto formado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Realizou estudos de especialização e aprofundamento na Escola Nacional de Belas Artes de Paris (França). Inquieto, minucioso e perseverante, revelou muito cedo talento e vocação para a arte. Começou a produzir e a expor obras de desenho, gravura e pintura de tendência abstracionista, de formulação geométrica ou orgânica, ainda muito jovem, participando, obtendo rápido reconhecimento e importantes premiações, em salões e bienais promovidos por instituições culturais brasileiras e estrangeiras. Detentor de extenso currículo, excepcional inventividade e experiência criativa, Souzanetto é hoje um dos mais reconhecidos e premiados artistas brasileiros, com amplo trânsito nacional e internacional por conceituados museus e galerias, sem contar que obras de sua autoria integram importantes coleções nacionais e internacionais.

O capixaba radicado na França, Nenna ou Atílio Gomes Ferreira é um dos mais ousados, irreverentes e atuantes artistas de sua geração. Depois de abandonar os estudos artísticos na Escola de Belas Artes da UFES, por divergência com o pensamento retrógrado ali difundido, em plena década de 1970, quando iniciou uma inusitada trajetória, que logo iria extrapolar os limites do Estado. Com apenas 18 anos de idade, balançava as estruturas conservadoras desta capital, ao elaborar e ser reconhecido por uma produção contemporânea de natureza conceitual e experimental, que incluiu o happening e o vídeo, mas também desenho, gravura, pintura, objeto, escultura, fotografia, instalações, apresentada em mostras realizadas importantes espaços culturais locais e cariocas.

Formado em Comunicação Social, o carioca Renan Cepeda, iniciou sua carreira na década de 1980, como bem sucedido repórter fotográfico de importantes jornais e revistas, atividade que iria abandonar há pouco mais de 10 anos, para se dedicar exclusivamente à carreira artística. Manteve-se fiel à produção de instigantes imagens fotográficas, capturadas em baixa velocidade, em diferentes localidades brasileiras e estrangeiras, sempre na escuridão da noite, com o artista também paramentado de preto para não aparecer refletido na foto. Recorrendo a filmes infravermelhos, ou iluminando a cena ou o objeto encontrado, com um foco de luz produzido por uma lanterna ou caneta a laser a objetiva, o resultado é sempre inusitado e surpreendente. Tal artifício permite-lhe gerar uma imagética incandescente, imaterial, metamórfica, reverberante, denominada de light painting (pintar com a luz), conceito que remete ao conceito da própria fotografia. Destaca tanto a paisagem, como um viés etnográfico, ao buscar tanto a singeleza da cultura, quanto a rudeza da vida de povos nativos peruanos e quilombolas brasileiros. No primeiro caso aponta a objetiva ora para a vegetação ressequida, choupanas ou construções suntuosas, como castelos medievais, que vai encontrando em seus deslocamentos pelo mundo. Por sua vez, a figura humana parece envolta por uma dimensão aurática, que remete à tradição da pintura.

Cada um à sua maneira, esses quatro artistas denotam uma sensibilidade afinada com os propósitos e as inovações do pensamento moderno e contemporâneo, pautando-se em uma linguagem plástica universal e plural, mas que busca acima de tudo, em uma verdadeira profusão de formas, cores, suportes e materiais, capitanear conceitos e formular uma escritura visual própria.

Almerinda Lopes

Curadora da edição #01

O Clube do Colecionador Matias Brotas

Data Lançamento:

  • 28 de agosto de 2013 | 20h | Lounge das Artes | Casa Cor ES 2013

Artistas da 1ª edição / 2013:

  • Fernando Augusto
  • Manfredo de Souzanetto
  • Nenna
  • Renan Cepeda

Contrapartida para colecionadores:

  • Palestras:
    • – 24 de Outubro de 2013  – com a pesquisadora de arte Almerinda Lopes
    • – Junho de 2014 (data a definir) – encontro artistas da 1ª edição
  • Convites para vernissages e eventos da galeria.
  • Convites para cursos oferecidos pela galeria.
  • Desconto de 8% para participar da próxima edição.

Valor do clube: R$ 3.780,00 em 12 parcelas de R$ 315,00

O Sobre os artistas da edição #01

Fernando Augusto – Itanhém- BA (1960)

É autor de extensa produção que inclui desenho, gravura, pintura, fotografia e livros de artista. Recorre referencialmente a suportes de papel e tela, e se expressa por meio de linguagem consistente e de características peculiares, que transita entre o figural e a abstração expressionista. Participou de Salões e Bienais nacionais e internacionais, nos quais amealhou importantes prêmios, além de possuir obras na coleção de destacados museus como o Museu de Arte Assis Chateaubriand (MASP), Museu de Arte Contemporânea de Curitiba (Paraná), Museu de Arte do Estado de Pernambuco (Recife), Museu de Arte de Goiânia (GO), Museu de Arte de Ribeirão Preto (SP), além de outras instituições públicas e coleções privadas.

Manfredo de Souzanetto – Jacinto – MG (1947)

Mineiro radicado no Rio de Janeiro, Manfredo de Souzanetto, é formando em Artes Plásticas pela Escola Guignard e Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, além de Arquiteto formado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Realizou estudos de especialização e aprofundamento na Escola Nacional de Belas Artes de Paris (França). Inquieto, minucioso e perseverante, revelou muito cedo talento e vocação para a arte. Detentor de extenso currículo, excepcional inventividade e experiência criativa, Souzanetto é hoje um dos mais reconhecidos e premiados artistas brasileiros, com amplo trânsito nacional e internacional por conceituados museus e galerias, sem contar que obras de sua autoria integram importantes coleções nacionais e internacionais.

Nenna – Vitória – ES (1951)

Radicado na França, Nenna é um dos mais ousados, irreverentes e atuantes artistas de sua geração. Depois de abandonar os estudos artísticos na Escola de Belas Artes da UFES, por divergência com o pensamento retrógrado ali difundido, em plena década de 1970, quando iniciou uma inusitada trajetória, que logo iria extrapolar os limites do Estado. Com apenas 18 anos de idade, balançava as estruturas conservadoras desta capital, ao elaborar e ser reconhecido por uma produção contemporânea de natureza conceitual e experimental, que incluiu o happening e o vídeo, mas também desenho, gravura, pintura, objeto, escultura, fotografia, instalações, apresentada em mostras realizadas importantes espaços culturais locais e cariocas.

Renan Cepeda – Rio de Janeiro – RJ (1966)

Iniciou sua carreira na década de 1980, como bem sucedido repórter fotográfico de importantes jornais e revistas, atividade que iria abandonar há pouco mais de 10 anos, para se dedicar exclusivamente à carreira artística. Recorrendo a filmes infravermelhos, ou iluminando a cena ou o objeto encontrado, com um foco de luz produzido por uma lanterna ou caneta a laser a objetiva, o resultado é sempre inusitado e surpreendente. Tal artifício permite-lhe gerar uma imagética incandescente, imaterial, metamórfica, reverberante, denominada de light painting (pintar com a luz), conceito que remete ao conceito da própria fotografia. Destaca tanto a paisagem, como um viés etnográfico, ao buscar tanto a singeleza da cultura, quanto a rudeza da vida de povos nativos peruanos e quilombolas brasileiros. No primeiro caso aponta a objetiva ora para a vegetação ressequida, choupanas ou construções suntuosas, como castelos medievais, que vai encontrando em seus deslocamentos pelo mundo. Por sua vez, a figura humana parece envolta por uma dimensão aurática, que remete à tradição da pintura.

“Cada um à sua maneira, esses quatro artistas denotam uma sensibilidade afinada com os propósitos e as inovações do pensamento moderno e contemporâneo, pautando-se em uma linguagem plástica universal e plural, mas que busca acima de tudo, em uma verdadeira profusão de formas, cores, suportes e materiais, capitanear conceitos e formular uma escritura visual própria.”

Almerinda Lopes

A Matias Brotas arte contemporânea - por Sandra Matias

A própria concepção da Matias Brotas Arte Contemporânea se confunde com uma obra de arte. No início era uma ideia. Aos poucos foi ganhando forma, volume e, em um terreno vazio, surgiu um prédio que vai abrigar outras ideias, obras de arte e muitos talentos. Foi um longo tempo de viagens, pesquisas, estudo e dedicação apaixonada, para que cada detalhe fizesse a diferença. Por isso a galeria é única no Estado, inspirada em espaços cosmopolitas de grandes cidades. É um lugar para expor, refletir e compartilhar toda a essência da arte.

Trazer para o Espírito Santo é um sonho. Ou melhor, já é realidade.

Sandra Matias

Confira as fotos do lançamento

“Coleciono arte há 20 anos. Tenho mais de 1400 obras. E essa iniciativa inédita do Clube do Colecionador é uma idéia estimulante que tem tudo para dar certo. Pois como disse Almerinda Lopes em sua apresentação de lançamento, a arte é um excelente investimento. E o Clube permite a pessoa adquirir obras importantes por preços justos e pagamento facilitado. É também uma forma de democratizar a arte, quebrando o paradigma de que arte é coisa cara e para poucos. Pretendo continuar fazendo parte do Clube sempre e vou sempre estimular amigos e clientes a fazer parte também deste grande projeto”
Fernando Neyder, Colecionador
“O Clube é uma grande idéia. Torna a arte mais acessível. Além disso, quem não possui uma coleção, é uma forma de começar a ter obras interessantes e de formatos variados. O Clube ainda desmistifica a idéia de que arte é algo inacessível para muitos. É só a pessoa ter interesse em colecionar que agora o acesso é mais fácil e facilitado por projetos como o clube. Pretendo continuar fazendo parte dessa idéia e ampliar a minha coleção. A organização do clube também está de parabéns. A forma foi feito, pensado, explicado e apresentado foi um diferencial”
Adriana Delmaestro, Designer de joias
“Estou começando a colecionar arte. Minha adesão ao clube vai muito além de receber as obras, mas pelo fato de que participando do clube terei mais acesso à arte e me tornar maior conhecedor do assunto. Terei mais contato com a arte em todos os sentidos como exposições, palestras e eventos na área. É claro que outro diferencial, é que o clube também dá acesso a ter obras de artistas renomados por um valor acessível”
Sergio Palmeira, Arquiteto

ESGOTADO – Confira a edição mais recente

 

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