O Clube do Colecionador Matias Brotas fomenta o colecionismo, aproxima o público da arte contemporânea, bem como incentiva a produção artística brasileira.

O Clube do Colecionador da Matias Brotas arte contemporânea chega a sua edição #03 e avança com grande aceitação do público. Esta edição a ser lançada na ArtRio, no stand V13 da Matias Brotas arte contemporânea, contará com obras dos artistas Vanderlei Lopes (bronze polido), Lara Felipe (desenho), Mai-Britt Wolthers (serigrafia) e Antonio Bokel (escultura).

Serão 40 participantes que receberão as obras trimestralmente e poderão adquirir sua cota diretamente aqui. Além de receber convites para participar das vernissages e eventos da galeria, o colecionador receberá o cartão fidelidade do Clube do Colecionador, que confere benefícios exclusivos em estabelecimentos parceiros.

Ao final de cada edição, cumprindo com o objetivo principal de aproximar o público da arte contemporânea, do artista e de sua produção, a Matias Brotas promove um encerramento do Clube onde os colecionadores poderão conhecer um pouco mais sobre as obras e terão a oportunidade de dialogar com os artistas.

O lançamento do Clube do Colecionador acontecerá na abertura da ArtRio, dia 09/09/2015 às 17h00, no stand V13 da Matias Brotas Arte Contemporânea, localizado no Armazém 4 | RJ.

Matias Brotas - Clube Colecionador - Edição #03

ESGOTADO – Confira a edição mais recente

Edição #03

Clube do Colecionador Matias Brotas | Edição #03 | Antonio Bokel | Vai idade
Antonio Bokel

“Esse trabalho é uma versão contemporânea do mito do Narciso, misturado com a poesia concreta de Augusto de Campos no jogo de palavras VAI – IDADE.
É um trabalho poético e mitológico ao mesmo tempo, uma ideia simples mas com muito significado.”

Título: “Vai idade”

Técnica: Caveira de bronze e spray sobre espelho

Dimensão: Variadas

Clube do Colecionador Matias Brotas | Edição #03 | Lara Felipe | Dometila
Lara Felipe

Para o Clube do colecionador foi criado um trabalho em colagem e costura em papéis especiais, manufaturados, rendas e tecidos escolhidos pela textura, cores e transparências.
Intitulada “Dometila” a obra carrega em si parte de minha memória pessoal e afetiva. Os tecidos e rendas foram recortados de um vestido de noiva encontrado em um antiquário que faz parte do meu acervo de materiais garimpados para uso em meu trabalho de arte. A colagem reproduz o padrão de escamas e flores com suas formas circunféricas e faz alusão ao feminino junto com as linhas costuradas sobre os papéis, tanto pela delicadeza de formas quanto pelas linhas de costura, o ato de costurar esteve sempre presente em minha história familiar por parte das mulheres. Dometila significa aquela que ama a sua casa. Pesquisando sobre o nome achei uma interpretação muito interessante: o nome é atribuído às pessoas de natureza emotiva e que se manifestam através de expressões artísticas, coisas honoráveis e de humor, além do seu amor à cor e a proporção.
A pessoa de nome Dometila gosta de se sentir completa.

Título: “Dometila”

Técnica: Colagem em papel e tecido e costura

Dimensão: 38cm x 27cm

Clube do Colecionador Matias Brotas | Edição #03 | Mai-Britt Wolthers | Sem título
Mai-Britt Wolthers

Trabalho com gravuras desde 2008 e sinto que através da gravura redescobri a linha. Tenho trabalhado com matrizes de linóleo, madeira, acetato e metal. Me identifico mais com a matriz em metal, sinto que o metal já carrega registros importantes que colaboram na impressão dando alma para a gravura.
A linha por si só na gravura tem uma força imensa, mas na gravura feito exclusivamente para a Clube de colecionadores resolvi trabalhar com a massa e a linha na mesma matriz. Para mim existe um duelo e ao mesmo tempo uma complementação entre a massa e a linha nesta gravura e fica claro que uma pequena linha sozinha no vazio (como a linha menor na parte direita da gravura) pode ganhar a cena toda.

Sem Título

Técnica: Gravura em metal – carborundum e ponta seca sobre matriz de alumínio.

Dimensão: 70cm x 50cm

Clube do Colecionador Matias Brotas | Edição #03 | Vanderlei Lopes | Ralo
Vanderlei Lopes

“Ralo” integra um corpo de trabalhos feitos em bronze polido de caráter instalativo, que considera e integra o espaço físico ou o ambiente onde é instalado. Refere-se e problematiza noções tradicionais de escultura, por meio de sua materialidade ou de sua aderência ao chão. O bronze, material tão caro a essa tradição, aqui alude a seu estado transitório, incandescente e líquido e seu tratamento polido, espelhado reflete o ambiente entorno da poça representada a ser drenada.
Por meio da relação de horizontalidade (o modo como o trabalho se instala), e verticalidade (o que se reflete do ambiente arquitetônico), há também alusão de entropia, tanto pela ideia de síntese da linguagem da escultura, quanto pelo material utilizado, que, embora torne-se “líquido”, transforma-se no próprio objeto que da vazão a tal líquido. Por um instante – e de modo irônico, o trabalho converte todo o ambiente à sua volta, ao limiar de seu desaparecimento.

Título: “Ralo”

Técnica: Bronze polido

Dimensão: 20cm x 15cm

Saiba mais

A Galeria Matias Brotas arte contemporânea e o Clube do Colecionador - por Almerinda Lopes

Desde sua criação, a Matias Brotas arte contemporânea assumiu o destacado papel de suprir uma inexplicável lacuna que persistia em Vitória: aprimorar a sensibilidade e o gosto estético e facultar aos membros de uma elite refinada e culta a possibilidade de ampliar ou iniciar a aquisição de obras de arte de autoria de reconhecidos e emblemáticos artistas brasileiros, para a formação de coleções privadas.

Seja como forma de investimento, que tem superado de longe toda e qualquer forma de aplicação financeira, seja por interesse de reunir sob sua guarda, um conjunto significativo de objetos artísticos destinados à apreciação individual, ao desvendamento de novas visões de mundo e enriquecimento do universo cultural, a formação de uma coleção de obras de arte é sempre uma atividade e uma experiência tão enriquecedora quanto fascinante. O colecionismo é, sobretudo, uma atividade de cunho cultural, e em muitos casos conhecidos, alcança também uma dimensão social, no sentido de que uma coleção vai imbricando ao longo do tempo, novos significados de natureza afetiva e patrimonial. Tais valores ultrapassam qualquer estimativa de valorização financeira dos produtos artísticos que o colecionador consegue adquirir em curto ou longo prazo.  Diferentemente de um bem de consumo, que por mais caro e requintado que seja, destina-se ao uso e em curto espaço de tempo torna-se obsoleto, fora de moda ou deixa de funcionar, perdendo valor. Em alguns casos torna-se uma inutilidade que apenas ocupa espaço em um armário ou outro local de nosso convívio familiar. E quando não, torna-se um peso morto, ou um problema a solucionar para descartá-lo corretamente.

Em contrapartida, uma obra de arte, a obra de arte é um bem cultural, e quanto mais antiga, mais valor e significado ela agrega, sem contar que não deixa de ser um privilégio daquele que a possui poder dialogar cotidianamente com imagens ou objetos que, com o passar dos anos, irão se tornar ícones da cultura de nosso país, se a escolha for bem orientada.

E se é verdade que ao colecionar qualquer naipe de objetos somos movimentados pela paixão, no caso das obras de arte, deve-se alertar de modo especial àqueles que estão se iniciando nesse ofício, que para que a coleção se transforme em investimento rentável e não em um legado inconsistente ou desconexo, a assessoria profissional torna-se imprescindível. É essa orientação e assessoria que a Matias Brotas Arte Contemporânea faculta aos novos colecionadores e investidores, propiciando-lhes a oportunidade de aquisição de obras de artistas já estabelecidos e reconhecidos, a preços acessíveis e com cotações abaixo do mercado de arte, uma vez que o projeto Clube do Colecionador é fruto de negociação e compromisso firmado entre a galeria e o seleto grupo de artistas, que generosa e entusiasticamente aderiram de imediato à proposta. São eles: Suzana Queiroga, Renata Egreja, Shirley Paes Leme e Rosana Paste.

Cada um à sua maneira, esses quatro artistas denotam uma sensibilidade afinada com os propósitos e as inovações do pensamento moderno e contemporâneo, pautando-se em uma linguagem plástica universal e plural, mas que busca acima de tudo, em uma verdadeira profusão de formas, cores, suportes e materiais, capitanear conceitos e formular uma escritura visual própria.

Almerinda Lopes

Curadora da edição #01

O Clube do Colecionador Matias Brotas | edição #03

Data/ Local Lançamento:

  • Será lançado na ArtRio, dia 09/09/2015 às 17h00 no stand V13 da Matias Brotas Arte Contemporânea, Armazém 4 | RJ

Artistas da edição #03  | 2015/16:

  • Antonio Bokel
  • Lara Felipe
  • Mai-Britt Wolthers
  • Vanderlei Lopes

Contrapartida para colecionadores:

  • Palestras:
    • Encontro com os artistas da #03 edição
  • Cartão Fidelidade com benefícios exclusivos em estabelecimentos parceiros.
  • Convites para vernissages e eventos da galeria.
  • Convites para cursos oferecidos pela galeria.
  • Desconto de 8% para participar da próxima edição.

Valor do clube: 12 parcelas de R$ 517,00 ou R$ 6.204,00 à vista

Serão 40 participantes que receberão as obras trimestralmente e poderão adquirir sua cota diretamente aqui.

O Sobre os artistas da edição #03

Antonio Bokel
“Esse trabalho é uma versão contemporânea do mito do Narciso, misturado com a poesia concreta de Augusto de Campos no jogo de palavras VAI – IDADE .
É um trabalho poético e mitológico ao mesmo tempo, uma ideia simples mas com muito significado.”

Lara Felipe
Para o Clube do colecionador foi criado um trabalho em colagem e costura em papéis especiais, manufaturados, rendas e tecidos escolhidos pela textura, cores e transparências.
Intitulada “Dometila” a obra carrega em si parte de minha memória pessoal e afetiva. Os tecidos e rendas foram recortados de um vestido de noiva encontrado em um antiquário que faz parte do meu acervo de materiais garimpados para uso em meu trabalho de arte. A colagem reproduz o padrão de escamas e flores com suas formas circunféricas e faz alusão ao feminino junto com as linhas costuradas sobre os papéis, tanto pela delicadeza de formas quanto pelas linhas de costura, o ato de costurar esteve sempre presente em minha história familiar por parte das mulheres. Dometila significa aquela que ama a sua casa. Pesquisando sobre o nome achei uma interpretação muito interessante: o nome é atribuído às pessoas de natureza emotiva e que se manifestam através de expressões artísticas, coisas honoráveis e de humor, além do seu amor à cor e a proporção. A pessoa de nome Dometila gosta de se sentir completa.

Mai-Britt Wolthers
Trabalho com gravuras desde 2008 e sinto que através da gravura redescobri a linha. Tenho trabalhado com matrizes de linóleo, madeira, acetato e metal. Me identifico mais com a matriz em metal, sinto que o metal já carrega registros importantes que colaboram na impressão dando alma para a gravura .
A linha por si só na gravura tem uma força imensa, mas na gravura feito exclusivamente para a Clube de colecionadores resolvi trabalhar com a massa e a linha na mesma matriz. Para mim existe um duelo e ao mesmo tempo uma complementação entre a massa e a linha nesta gravura e fica claro que uma pequena linha sozinha no vazio ( como a linha menor na parte direita da gravura ) pode ganhar a cena toda.

Vanderlei Lopes
Ralo integra um corpo de trabalhos feitos em bronze polido de caráter instalativo, que considera e integra o espaço físico ou o ambiente onde é instalado. Refere-se e problematiza noções tradicionais de escultura, por meio de sua materialidade ou de sua aderência ao chão. O bronze, material tão caro a essa tradição, aqui alude a seu estado transitório, incandescente e líquido e seu tratamento polido, espelhado reflete o ambiente entorno da poça representada a ser drenada.
Por meio da relação de horizontalidade (o modo como o trabalho se instala), e verticalidade (o que se reflete do ambiente arquitetônico), há também alusão de entropia, tanto pela ideia de síntese da linguagem da escultura, quanto pelo material utilizado, que, embora torne-se “líquido”, transforma-se no próprio objeto que da vazão a tal líquido. Por um instante – e de modo irônico, o trabalho converte todo o ambiente à sua volta, ao limiar de seu desaparecimento.

A Matias Brotas arte contemporânea - por Sandra Matias

A própria concepção da Matias Brotas Arte Contemporânea se confunde com uma obra de arte. No início era uma ideia. Aos poucos foi ganhando forma, volume e, em um terreno vazio, surgiu um prédio que vai abrigar outras ideias, obras de arte e muitos talentos. Foi um longo tempo de viagens, pesquisas, estudo e dedicação apaixonada, para que cada detalhe fizesse a diferença. Por isso a galeria é única no Estado, inspirada em espaços cosmopolitas de grandes cidades. É um lugar para expor, refletir e compartilhar toda a essência da arte.

Trazer para o Espírito Santo é um sonho. Ou melhor, já é realidade.

Sandra Matias

Depoimentos de quem já aderiu ao clube

Fernando Neyder – Colecionador

“Coleciono arte há 20 anos. Tenho mais de 1400 obras. Essa iniciativa do Clube do Colecionador da Matias Brotas é uma idéia estimulante e um excelente investimento. O Clube permite a pessoa adquirir obras importantes por preços justos e pagamento facilitado. É também uma forma de democratizar a arte, quebrando o paradigma de que arte é coisa cara e para poucos. Pretendo continuar fazendo parte do Clube sempre e vou sempre estimular amigos e clientes a fazer parte também deste grande projeto”.

Adriana Delmaestro – designer de joias

“O Clube é uma grande idéia. Torna a arte mais acessível. Além disso, quem não possui uma coleção, é uma forma de começar a ter obras interessantes e de formatos variados. O Clube ainda desmistifica a idéia de que arte é algo inacessível para muitos. É só a pessoa ter interesse em colecionar que agora o acesso é mais fácil e facilitado por projetos como o clube. Pretendo continuar fazendo parte dessa idéia e ampliar a minha coleção. A organização do clube também está de parabéns. A forma foi feito, pensado, explicado e apresentado foi um diferencial”.

Sergio Palmeira – Arquiteto

“Estou começando a colecionar arte. Minha adesão ao clube vai muito além de receber as obras, mas pelo fato de que participando do clube terei mais acesso à arte e me tornar maior conhecedor do assunto. Terei mais contato com a arte em todos os sentidos como exposições, palestras e eventos na área. É claro que outro diferencial, é que o clube também dá acesso a ter obras de artistas renomados por um valor acessível”.

Clube Colecionador Matias Brotas - Parceiros

Com o seu cartão do Clube Colecionador Matias Brotas, você também tem
descontos e benefícios junto aos nossos parceiros, confira:

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ESGOTADO – Confira a edição mais recente

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