• Ciclo de Cursos MBac | Curso 1: 'Notas de estética na arte contemporânea' | Alexandre Emerick Neves | 02, 09, 16, 23 e 30 de maio
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    Ciclo de Cursos MBac | Curso 1: ‘Notas de estética na arte contemporânea’ | Alexandre Emerick Neves | 02, 09, 16, 23 e 30 de maio

27 04, 2018

Ciclo de Cursos MBac | Curso 1: ‘Notas de estética na arte contemporânea’ | Alexandre Emerick Neves | 02, 09, 16, 23 e 30 de maio

Por |abril 27th, 2018|Agnaldo Farias, Cursos, Fernando Cocchiarale, Lincoln G. Dias, Notícias, Raquel Garbelotti|0 Comentários

Ciclo de Cursos MBac vai aproximar o público da arte.

O Ciclo de Cursos da Matias Brotas Arte Contemporânea de 2018 visa apresentar ao público o vasto universo da arte, do sensível ao inteligível, do contemplativo ao interativo, do estético ao político.

O Ciclo começa no próximo dia 02 de maio com o curso ‘Notas de estética na arte contemporânea’, ministrado pelo professor Dr. Alexandre Emerick Neves. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas neste link

O curso aborda criação, produção e recepção da arte no mundo contemporâneo, bem como os processos de circulação, exibição e institucionalização das obras. Ganham destaque as conturbadas relações da arte com os conflitos contemporâneos, com as coerções e seduções do mercado e com a experiência de participação do espectador.

O curso acontecerá nos dias 02, 09, 16, 23 e 30 de maio, sempre das 19h às 21h30.

Alexandre Emerick é artista visual e doutor em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, é professor de História e Teoria da Arte do Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade Federal do Espírito Santo. Como artista, participou de exposições no Museu Nacional de Belas Artes e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Atuou como restaurador de obras de arte em instituições como Museu Nacional de Belas Artes, Museu da República e Biblioteca Nacional.

Segundo o coordenador pedagógico do Ciclo de Cursos, o artista visual e professor da UFES Lincoln G. Dias, a finalidade da Matias Brotas Arte Contemporânea é participar do circuito cultural local, de modo a ampliar a oferta de eventos e contribuir para a formação do público das artes.
Todos os cursos terão um encontro semanal de duas horas e meia […]

  • Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18
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    Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

27 04, 2018

Artistas MBac | Instituto Figueiredo Ferraz 2018 | 10.03.18 a 15.12.18

Por |abril 27th, 2018|Ana Paula Oliveira, José Bechara, Notícias, Nuno Ramos, Renan Cepeda, Shirley Paes Leme, Vanderlei Lopes|0 Comentários

José Bechara, Ana Paula Oliveira, Vanderlei Lopes, Shirley Paes Leme, Nuno Ramos, Renan Cepeda, são alguns dos artistas representando pela galeria Matias Brotas arte contemporânea selecionados para a exposição IFF 2018, Instituto Figueiredo Ferraz, em Ribeirão Preto, São Paulo, que traz um recorte da coleção do João Figueiredo Ferraz e Dulce Ferraz.

A mostra desse ano partiu de duas premissas: mostrar as aquisições mais recentes da Coleção Figueiredo Ferraz e privilegiar aqueles trabalhos que nunca ou poucas vezes foram mostrados. Portanto, a #IFF2018 não aborda um tema ou uma questão específica, mas indica várias possibilidades e caminhos que a produção contemporânea oferece, a partir do olhar do colecionador e pensada por um colecionador. A exposição segue para visitação até dezembro com entrada franca.

A mostra deste ano foi concebida em pequenos grupos a partir de afinidades formais, temáticas, técnicas, ou ainda poéticas entre as obras. Organizados por salas ou paredes, esses grupos propõem alguns entre os inúmeros diálogos possíveis desta seleção, que abrange apenas um percentual de toda coleção.
Algumas obras foram remontadas como as instalações A Espera, de Gisela Motta e Leandro Lima, e Metade da Fala no Chão – Piano Surdo, de Tatiana Blass (apresentada pela primeira vez na 29ª Bienal Internacional de São Paulo), muito apreciadas quando expostas anteriormente no IFF, além dos trabalhos em exposição permanente de Iole de Freitas e Marcius Galan.

Um dos trabalhos em destaque também é de Ana Paula Oliveira, a obra ‘Vai que Vai’, 2015, um vídeo instalação em dois canais que é impossível virar o olhar e admirar fixamente a integrante obra.

Veja vídeo da obra da artista:

27 04, 2018

Adrianna EU | Nova artista representada pela Matias Brotas

Por |abril 27th, 2018|Adrianna Eu, Notícias|0 Comentários

Adrianna EU é a nova artista que compõe o portfólio artístico da Matias Brotas arte contemporânea.

A carioca é formada pela Escola de Artes Visuais EAV – Parque Lage (RJ) onde frequentou cursos de Malu Fatorelli entre 2003 e 2006; e em Filosofia, com Auterives Maciel, no Museu da República entre 2003 e 2007. Adrianna também tem no currículo a residência internacional em Galeria Real -Amã, na Jordânia, em 2008.

Como nome artístico adotou “Adrianna eu” (nome que a representaria), pensando nisso como um nome-trabalho. Tendo como um de seus temas as relações das pessoas com a própria identidade, foi tomada por um desejo de ter no seu próprio nome uma “provocação” que já considera como um trabalho inicial. Adrianna Eu é um nome-trabalho que pretende provocar no outro um sentimento de reflexão. Com a intenção de gerar um estranhamento e levantar as questões dos limites do próprio eu, para cada lugar que a artista viaja, o pronome “eu”, por não se tratar de um sobrenome, é traduzido para a língua local, possibilitando assim que o processo de estranhamento intencionado se construa.

Em 2006 ganhou o Primeiro Prêmio do Salão Arte Pará. Adrianna Eu gosta de pensar que sua trajetória é traçada pelo desejo.
Na Matias Brotas, a artista expõe um de seus trabalhos na exposição coletiva ‘De Sangue e Ossos’, que segue até o dia 17 de maio. Sua instalação inédita chamada ‘Sala de Espera’ é um dos destaques da mostra e prende o olhar do visitante. A obra reúne em uma sala da galeria cerca de cem cabides antigos de madeira que a artista vem colecionando há mais de dez anos. Alguns foram comprados em feiras de antiguidade, outros a artista ganhou, e há ainda aqueles […]

27 04, 2018

Para Ler: Dica de livro por Renato Bezerra de Mello

Por |abril 27th, 2018|Dicas de Livros, Notícias, Renato Bezerra de Mello|0 Comentários

Trabajos del estudio, de Eva Hesse.

Entre outros livros e textos que estou lendo e relendo no momento – com enfoque especial em artistas mulheres – recomendo o Ensaio de Briony Fer, publicado por ocasião da exposição Eva Hesse, Trabajos del estudio, que teve lugar na Fundação Antoni Tàpies, Barcelona, em 2010.
Eva Hesse (1936-1970) realizou um número significativo de pequenos trabalhos experimentais junto com as esculturas de grande formato que fez ao largo da sua carreira. Estes objetos, as denominadas “peças de prova”, foram elaboradas com ampla gama de materiais, como o látex, a tela metálica, o metal para esculpir, a fibra de vidro e a gaze, entre outros. Briony Fer argumenta neste ensaio que, em lugar de ser meras investigações técnicas, estes pequenos objetos questionam de maneira radical as noções convencionais em torno do que é uma escultura. Denominando-os trabalhos de estúdio ao invés de “peças de prova” Fer nos oferece uma nova interpretação do lugar que ocupa Hesse como artista no contexto histórico e mostra a relevância de sua obra na arte contemporânea. Descreve a sensualidade visceral das pequenas peças em relação com o que significa para a artista levar a cabo a obra, e a maneira em que os processos de criação se transformam até chegar ao olhar do espectador.

Briony Fer é historiadora e crítica de arte; professora de história da arte na University College London. Escreve sobre diversos tópicos da arte do século XX e contemporânea. Escreveu sobre numerosos artistas, focalizando sua pesquisa em torno da escultora americana Eva Hesse.

  • De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18
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    De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

20 03, 2018

De Sangue e Ossos | Exposição Coletiva | Matias Brotas | 22.03.18 a 04.05.18

Por |março 20th, 2018|Adrianna Eu, Ana Hortides, Ana Paula Oliveira, Ana Teixeira, Anna Bella Geiger, Antônio Bokel, Carla Chaim, Celina Portella, Lara Felipe, Nino Cais, Notícias, Renato Bezerra de Mello, Suzana Queiroga, Vanderlei Lopes, Zé Carlos Garcia|0 Comentários

Matias Brotas abre primeira exposição de 2018 ‘ De Sangue e Ossos’

A coletiva, que tem curadoria de Isabel Portella, abre ao público dia 22 de março com uma seleção de 38 obras de 14 artistas contemporâneos.

A exposição que abre o calendário de 2018 da Matias Brotas arte contemporânea traz à Vitória 14 artistas e 38 obras inéditas no Estado. Com curadoria de Isabel Portella, a coletiva “De Sangue e Ossos”, nos remete a pensar o corpo e o espaço no mundo contemporâneo. As obras questionam estruturas, ossos e esqueletos que sustentam e organizam, mas também trazem o corpo vivo, produtivo de sensações e afetos. Se os artistas selecionados emocionam com suas propostas pessoais, suas poéticas, talvez haja um denominador comum que os mantem despertos. Talvez um mesmo sangue corra em suas veias, um fluido de liberdade criadora que impulsiona gerando o prazer.

A exposição contempla uma seleção de diferentes suportes artísticos, de instalações a vídeos, objetos e fotografia. Adrianna Eu, Antonio Bokel, Carla Chaim, Ana Paula Oliveira, Nino Cais, Anna Bella Geiger, Celina Portella, Ana Hortides, Lara Felipe, Ana Teixeira, Vanderlei Lopes, Suzana Queiroga, Zé Carlos Garcia e Renato Bezerra de Mello ocuparão a galeria em um diálogo provocativo em torno da pergunta: Que espaços ocupamos no mundo?

De sangue e ossos
Que espaço ocupamos nesse mundo?

Que poderes tomaram de assalto a vida e penetraram todas as esferas da existência mobilizando-as inteiramente?

Mal sabemos onde está o poder e onde estamos nós. O Poder já não se exerce desde fora, de cima, mas sim como que por dentro ele pilota nossa vitalidade social. Daí a extrema dificuldade em resistir.

O corpo, que ocupa lugar nesse mundo, sofre atualmente um superinvestimento. Hoje, o eu é o corpo e a subjetividade […]

20 03, 2018

Ciclo de Cursos Matias Brotas arte contemporânea

Por |março 20th, 2018|Agnaldo Farias, Cursos, Fernando Cocchiarale, Lincoln G. Dias, Notícias, Raquel Garbelotti|0 Comentários

Matias Brotas lança novo projeto Ciclo de Cursos em torno da arte

Seguindo seu propósito de aproximar o público da arte, a Matias Brotas arte contemporânea, em seus 12 anos de existência, se valeu de diversas ações para tornar a relação do espectador com a obra de arte o mais próximo e natural possível. Além de exposições de artistas que se apresentam na cena nacional e internacional da arte contemporânea, conversas com artistas, curadores e críticos, palestras, visitas a ateliês, participação em feiras, a galeria foi pioneira em lançar no estado o primeiro ‘Clube do Colecionador’, em 2013. E no último ano também ampliou a experiência do colecionador através do projeto ‘Arte &…’, que criou uma conexão da arte com outros segmentos como mercado econômico, moda, dança.

Todas essas propostas visam apresentar ao público o vasto universo da arte, para além das relações de consumo ou de status. Uma relação que se estabelece em outra ordem, a do sensível, do indizível, uma espécie de mistério, que adentra e modifica o universo particular de cada um que se propõe esse mergulho. 
E para este ano, a Matias Brotas arte contemporânea coloca em campo um novo projeto: a formação do público através do ‘Ciclo de Cursos’ de curta duração em arte. Com um cronograma, sob a coordenação pedagógica do artista e professor da UFES Lincoln Dias, os temas propostos tratam de arte moderna, contemporânea e dos espaços museológicos e expositivos pelo mundo.

O lançamento da programação de cursos aconteceu na galeria com palestra inaugural ‘O que é arte contemporânea?’ com Fernando Cocchiarale, crítico de arte e curador do MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, que com sua vasta experiência falou sobre a arte e suas questões na […]

  • Suzana Queiroga | Miradouro | Paço Imperial | Rio de Janeiro | 21.03.18 a 27.05.18
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    Suzana Queiroga | Miradouro | Paço Imperial | Rio de Janeiro | 21.03.18 a 27.05.18

20 03, 2018

Suzana Queiroga | Miradouro | Paço Imperial | Rio de Janeiro | 21.03.18 a 27.05.18

Por |março 20th, 2018|Notícias, Suzana Queiroga|0 Comentários

Suzana Queiroga abre exposição Miradouro no Paço Imperial (RJ)

A artista plástica Suzana Queiroga abre no dia 21 de março sua exposição Miradouro, com obras recentes e inéditas, que ocuparão três salas do segundo andar do Paço Imperial, no Rio de Janeiro, em uma área total de 300 m2.

Com curadoria de Raphael Fonseca, serão apresentados cerca de quinze trabalhos em grandes dimensões, dentre pinturas, esculturas, instalações e vídeos, que mostram a pesquisa da artista sobre o tempo, a paisagem e a cartografia. A exposição também terá uma parte documental, com diversos estudos, mapas, pesquisas e o processo de trabalho da artista no ateliê. A mostra comemora os dez anos do projeto “Velofluxo”, em que a pesquisa de Queiroga sobre a cartografia, as cidades, os fluxos e o tempo, culminou com voos no balão Velofluxo, criado pela artista, em que a experiência do voo foi compartilhada com o público no CCBB de Brasília, em 2008. Para este ano, a artista também tem uma exposição programada na Cassia Bomeny Galeria, em Ipanema.

“A exposição traz ao público algo da variedade de mídias com as quais Suzana tem trabalhado. Há trabalhos na linguagem da pintura, área na qual seu trabalho foi inicialmente institucionalizado nos anos 1980 e o qual pesquisa sistematicamente. Há trabalhos realizados na linguagem mais próxima ao desenho e à pesquisa de diferentes materialidades de papel. E há também, por fim, trabalhos em vídeo que exploram a relação entre a documentação da paisagem e sua exploração por meio do desenho e da pintura”, conta o curador Raphael Fonseca.

As obras da exposição se relacionam entre si e o percurso da mostra foi criado de forma a aproximar o público. Logo na entrada, estará uma […]

  • Vanderlei Lopes | Instalação ‘Domo’ | Capela do Morumbi | São Paulo | 11.11.17 a 15.04.18
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    Vanderlei Lopes | Instalação ‘Domo’ | Capela do Morumbi | São Paulo | até 15.04.18

20 03, 2018

Vanderlei Lopes | Instalação ‘Domo’ | Capela do Morumbi | São Paulo | até 15.04.18

Por |março 20th, 2018|Notícias, Vanderlei Lopes|0 Comentários

Vanderlei Lopes expõe instalação inédita ‘Domo’ na Capela do Morumbi, no Museu da Cidade de São Paulo

A obra inédita ‘Domo’, do artista Vanderlei Lopes, está em exposição na Capela do Morumbi, construção tombada do século XVII no Museu da Cidade de São Paulo. A instalação fica no local para visitação até 15 abril de 2018.

O trabalho apresenta um domo e sua torre, com diâmetro de 4 metros por 9,5 metros de comprimento, pesando 5 toneladas. Tombado no chão em diagonal no interior da sala principal da capela, foi construído em barro, madeira e ferro. Na sala lateral, duas mesas apresentam anotações e reflexões em papéis diversos, fundidos em bronze e pintados com guache, grafite e lápis de cor. Trata-se de uma inversão em que “grande obra” surge de modo ambíguo, tombada como ruína, enquanto sobre as mesas, os esboços de caráter diverso são apresentados perpetuados em bronze.

Domo é uma estrutura de teto presente em diversas culturas. Esse elemento arquitetônico confere solenidade, poder e importância às construções que encima. Sua relação com as “esferas celestes” acrescenta dimensões sagradas a essas edificações. Para a construção de “Domo”, Vanderlei criou uma base de doze faces, número que remete ao ideal de perfeição e às diversas formas de estruturação, adotadas pela humanidade para organização do tempo como, por exemplo, as doze horas do relógio, do dia ou da noite, doze meses do ano, etc.

O “Domo” da Capela do Morumbi é uma escultura de fragmento arquitetônico ideal. Foi construído a partir de elementos baseados em tipologias gótico/renascentistas. A escolha dos materiais tem o intuito de produzir fricção entre o imaginário solene que o domo evoca, e um repertório arcaico, terreno, a que o barro remete.

Construído em escala monumental e […]

20 03, 2018

Para Ler: Dica de livro por Adrianna EU

Por |março 20th, 2018|Adrianna Eu, Dicas de Livros, Notícias|0 Comentários

“Louise Bourgeois: Destruição do Pai, Reconstrução do Pai” (Cosac Naify, 2001)

“Eu costumava ir a uma livraria perto de minha casa, escolher um ou mais livros, me sentar em uma poltrona, e ficar ali, até que minhas angustias melhorassem. Era o ano de 2005, eu estava estudando arte e produzindo meus primeiros trabalhos. Um dia, senti uma solidão profunda, uma sensação de não pertencer a nada, não saber de nada, não querer mais nada. Eu passei a mão pelos livros expostos na bancada como que pedindo socorro. Parei em um aleatoriamente. Na capa o retrato de uma senhora, que apoiava suas mãos na cabeça e possuía uma expressão enigmática, mas que para mim parecia naquele momento, que se sentia como eu. A senhora da capa era Louise Bourgeois, e por mais que o segurança me olhasse, visto que já estava ali a horas, eu não conseguia parar de lê-la ali mesmo. Louise falava uma língua que era para mim mais íntima que meu próprio idioma. A cada página eu ia me descobrindo, como que aquele livro pudesse saber mais de mim que eu mesma. Quando um encontro dessa ordem se dá, você sente algo alargando dentro de você, como um rio que cobre as margens na cheia da maré.

Esse livro é: “Destruição e reconstrução do pai”. São diários escritos desde os doze anos de idade, entrevistas dadas, e escritos da incrível artista franco-americana (1911-2010). E foi esse livro que me levou a no mesmo ano ir conhece-la. E foi esse livro que levei comigo, e voltou dedicado por ela”.

  • Celina Portella | Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) | Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB | Belo Horizonte -MG | 19.01.18 a 19.03.18
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    Celina Portella | Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) | Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB | Belo Horizonte -MG | 19.01.18 a 19.03.18

1 02, 2018

Celina Portella | Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) | Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB | Belo Horizonte -MG | 19.01.18 a 19.03.18

Por |fevereiro 1st, 2018|Celina Portella, Notícias|0 Comentários

Celina Portella é uma das artistas convidadas a compor o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), que acontece no Centro Cultural Banco do Brasil, em Belo Horizonte e que esse ano traz o tema “A arte eletrônica na época disruptiva”.
A mostra, que está em sua 18ª edição e tem curadoria de Ricardo Barreto e Paula Perissinotto, traz pesquisas e projetos de arte contemporânea eletrônica produzidos por artistas de diversos países. Celina Portella apresenta sua instalação ‘Vídeo-Bolela’ que confunde realidade e ficção.

Composta por uma TV e um mecanismo que atira bolas de gude, a instalação faz com que as bolinhas lançadas na tela por dois meninos desapareçam do quadro para ir em direção ao espaço expositivo físico, espalhando-se no espaço próximo ao público e dando continuidade à cena no plano material. Enquanto o vídeo busca uma representação fiel da realidade, seu desdobramento fora da tela busca reproduzir a imagem. O dispositivo criado pela artista burla o olhar do espectador, confundindo sua percepção, criando interfaces com “novos espaços” e articulando realidade material e o mundo da virtualidade. Este projeto foi desenvolvido através do Edital de Apoio à Pesquisa e Criação Artística 2011 da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

Assim como Celina, outros 18 artistas que participam da mostra também propõem rupturas no conceito clássico de ir ao museu. E esse é diferencial d Festival, criar um ambiente expositivo para o visitante ter à sua disposição obras que possibilitam a interação, a imersão e a vivência em seus conteúdos.
A exposição DISRUPTIVA traz uma mostra de como os artistas atualmente estão produzindo obras no contexto disruptivo, proporcionando ao visitante acesso à imersão nas novas tecnologias, à interação com as novas mídias, a produções artísticas que […]