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    Antonio Bokel figura na lista do Prêmio Pipa, o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais

8 04, 2019

Antonio Bokel figura na lista do Prêmio Pipa, o mais relevante prêmio brasileiro de artes visuais

Por |abril 8th, 2019|Encontros|0 Comentários

Entre os 76 artistas indicados para a edição de 2019 do Prêmio Pipa está Antonio Bokel.

Ao longo das duas últimas décadas, Bokel tem apresentado seu trabalho no Brasil e no exterior; em galerias e em intervenções urbanas, fazendo a ponte entre a arte de rua e a arte contemporânea.

“A pintura é a minha base, é onde eu tenho mais presença. Os outros trabalhos são um complemento que me ajudam até mesmo na pintura. Mas eu misturo tudo, pois às vezes eu fotografo e transformo em serigrafia e a serigrafia vai parar na tela. Tem obras que eu deixo fluir a intuição e existem outras que são mais pensadas, obras que faço para o próprio espectador pensar”, ressalta o artista.

Criado em 2010, o Pipa tem como objetivo estimular a produção nacional de arte contemporânea, divulgando e apoiando novos artistas brasileiros.

Conheça um pouco do artista:

A trajetória do trabalho de Bokel, formou, em poucos anos de investigação pictórica; à criação de um mundo de signos próprios, que relacionam-se entre si pelo total despreconceito tipológico.

O traço culto convive com símbolos gráficos primários de forma a complementá-los ora de forma crítica; ora envoltos em harmonias desconcertantes que amplificam suas intenções, criando então a complexidade que sua obra encerra.

Talvez não haja na expressão contemporânea, uma arte mais universal que a arte que nasce do olhar da rua.

O grafite, que serve de pilar a arte de Bokel; está ligado a um modo de pensar urbano por excelência em todas as suas formas de apresentação e esta sensibilidade comum.

Faz com que possamos reconhecer os mesmos símbolos, sejam nos viadutos de SP, nos muros de Zagreb, nos subúrbios de Budapeste ou Paris.

Esta extensão temática entretanto, proporciona uma standartização que dilui o gênese libertário […]

  • Andre Andrade e Andrea Brown
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    Galeria Matias Brotas recebe exposição ‘Paisagens do Antropoceno’

8 04, 2019

Galeria Matias Brotas recebe exposição ‘Paisagens do Antropoceno’

Por |abril 8th, 2019|Encontros|0 Comentários

Até 3 de maio a galeria Matias Brotas Arte Contemporânea apresenta a exposição Paisagens do Antropoceno com 20 obras dos artistas cariocas Andrea Brown e André Andrade.

A mostra traz obras geométricas e pinturas produzidas a partir das perspectivas de imagens desconstruídas pela lente do antropoceno, em que as atividades humanas começaram a ter um impacto nas paisagens e na natureza. Nessa realidade, não existe paisagem natural, já que toda ela passa a derivar de uma construção humana.

A artista Andrea Brown olha com sutileza, para a cidade, para o ambiente urbano e construído. A partir de construções geométricas regulares, a artista evoca elementos que remetem diretamente ao interior das casas: cobogós, pisos, janelas, escadas – um dos poucos recintos do antropoceno no qual a escala humana ainda persiste, carregando consigo memórias, afetos, sensibilidades e individualidades.

Já as pinturas de André Andrade se refletem e se distorcem na água, explorando dois gêneros tradicionais da pintura: o retrato e a paisagem. No entanto, para ele não interessam imagens e paisagens que já vêm prontas, “o objetivo é compreender os fatos e as causas que concorreram para a formação e o caráter construtivo e ilusório das mesmas. Sou cativado pelo reflexo, pelo fragmento, por aquilo que possa vir a ser, mas ainda não é ou não foi” destaca o artista André Andrade.

Se paisagem é algo construído, o artista mostra por meio das suas obras que ela também pode ser desconstrução. Cada obra foi gerada pelo artista, alimentada de suas observações e nasceu delicadamente em forma de arte.

Serviço:

“Incertezas Amanhecem”

Data: 28 de março a 3 de maio

Local: Galeria de Artes Matias Brotas, localizada na Av. Carlos Gomes de Sá, número 130, Mata da Praia

Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 10 às 19h, e aos sábados com agendamento

 

  • Suzana Queiroga
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    Suzana Queiroga participa de exposição de arte ‘Rios do Rio’

8 04, 2019

Suzana Queiroga participa de exposição de arte ‘Rios do Rio’

Por |abril 8th, 2019|Encontros|0 Comentários

O Museu Histórico Nacional, na Praça Marechal Âncora, no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, recebe a exposição “Rios do Rio”, a partir do dia 24 de abril. A mostra reúne trabalhos de diversos artistas, dentre eles a artista Suzana Queiroga, que leva sua obra Cidades Nuvens, com dimensões e configurações variáveis. O trabalho de Queiroga se destaca pela inteligência com que articula operações improváveis e radicais e no que se desprende das tradições para se lançar em um campo amplo de possibilidades que permite infinitas configurações. Sua obra, como numa verdadeira rede, articula diferentes meios que se entrecruzam formando um todo poético e contemporâneo.

No universo complexo de pluralidades da arte contemporânea, Suzana Queiroga nos propõe vislumbrar o próprio pensamento. A artista se interessa por vários campos do conhecimento no que se dedica a pesquisas filosóficas e científicas e aciona diversos elementos e domínios da cultura ao mesmo tempo. Sua obra posiciona-se diante do mundo não para produzir simples contemplação, mas para possibilitar ao espectador a imersão em um campo sensorial profundo e num espaço mental no qual a obra se relaciona com o ser, o tempo e os reverbera.

A instalação de Suzana Queiroga na “Rios do Rio” será uma nova montagem da obra que esteve em Vitória, no Espírito Santo, num projeto com a galeria Matias Brotas Arte Contemporânea.

Com curadoria de Fernanda Pequeno, a exposição reúne trabalhos de arte contemporânea e obras históricas, documentos, mapas, objetos tais como bicas, e fotografias de rios, chafarizes e reservatórios de água doce da cidade do Rio de Janeiro.

Serviço:

“Rios do Rio”

Data: de 24 de abril até 16 de junho

Local: Praça Marechal Âncora, Centro, Rio de Janeiro

Horário de funcionamento: terça a sexta-feira das 10h às 17h30 […]

  • Mai-Britt Wolthers_ Arista_São Paulo
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    Galeria Eduardo Fernandes recebe mostra-solo ‘Incertezas Amanhecem’, da artista Mai-Britt Wolthers

8 04, 2019

Galeria Eduardo Fernandes recebe mostra-solo ‘Incertezas Amanhecem’, da artista Mai-Britt Wolthers

Por |abril 8th, 2019|Encontros|0 Comentários

A Galeria Eduardo Fernandes, em São Paulo, abre a exposição “Incertezas Amanhecem”, da artista Mai-Britt Wolthers.

Ao todo, estarão expostas 10 obras que provocam o espectador por sua dualidade: a artista é exuberante, barroca e intensa, mas é também contida, objetiva e silenciosa.

A exposição estará aberta a visitação de segunda a sábado e a entrada é gratuita. Os trabalhos se resumem nas relações que consegue estabelecer entre forma, linha, cor, seja na pintura, escultura ou instalação.

“Gosto de fazer novas relações entre esses itens, sempre buscando o equilíbrio e às vezes até o desequilíbrio. Porém, sempre desejando alcançar o belo e a harmonia de alguma forma, mesmo em um trabalho menos equilibrado eu procuro a beleza, que obviamente é algo subjetivo”, destaca Mai-Britt.

Nascida na Dinamarca, a artista desde cedo convive com a tradição pictórica  dos grandes centros europeus.

O Brasil trouxe para a artista a riqueza e a exuberância das paisagens, é tema constante nas obras de Mai-Britt, e a capacidade de refletir sobre o tempo em ritmos e escalas diferentes.

Em agosto a artista terá individual na Galeria Matias Brotas, com uma exposição inédita.

Sobre a arista:

Reside no Brasil desde 1986, vive e trabalha em Santos e Sao Paulo. Sua produção tenciona as relações entre cor e forma, jogando com a ideia de um equilíbrio visual. Trabalha com pintura, escultura, gravura,video e instalações.

Realizou 14 exposições individuais, entre elas, Hileia no Centro Cultural dos Correios – RJ, 2010 e Equações no CCSP (Centro Cultural São Paulo), 2014.

Das suas exposições coletivas destacam-se X Bienal Nacional de Santos, 2006, e XI Bienal do Recôncavo, 2011 e I’m Rosa -Gallery Lamb-arts, London 2016.

Serviço:

“Incertezas Amanhecem”

Data: de 2 de abril a 4 de maio

Local: Rua Harmonia, 145, São Paulo – SP

Horário de funcionamento: segunda a sexta-feira, das 10h às […]

8 04, 2019

Para Ler: Dica de livro por Andre Andrade

Por |abril 8th, 2019|André Andrade, Dicas de Livros, Encontros, Notícias|0 Comentários

Segundo o artista Andre Andrade o livro é interessante para quem quer se aprimorar, crescer como pessoa e vencer na vida.

Quando o autor do livro, Dave Asprey, iniciou seu podcast Bulletproof Radio ele buscou influenciadores em uma variedade de disciplinas; de bioquímicos trabalhando em laboratórios desconhecidos até líderes de negócios mudando o mundo, além de mestres de mediação.

Os convidados de Dave Asprey se resumiam em pessoas com melhor desempenho no mundo, pessoas que mudaram suas áreas de estudo ou até mesmo foram pioneiras em campos totalmente novos.

Dave queria saber: o que eles tinham em comum? O que mais importava para eles?  E, por fim, ele perguntava para cada um deles; Quais são as suas três principais recomendações para pessoas que querem ter um desempenho melhor em ser humano?

Depois de analisar as respostas, ele descobriu que a sabedoria obtida dessas pessoas altamente bem sucedidas poderia ser resumida em três objetivos principais; encontrar maneiras de se tornar mais inteligente, mais rápido e mais feliz.

O Game Changers é o ponto culminante da imersão de anos de Dave nessas conversas; oferecendo 46 “leis” de alto desempenho apoiadas pela ciência que são um manual virtual de como melhorar a vida.

Domando o medo e a ansiedade para tomar melhores decisões; estabelecendo hábitos de alto desempenho e praticando gratidão e atenção plena.

Saiba mais sobre o autor:

Dave Asprey é um investidor e empresário do Vale do Silício, um biohacker profissional, e o criador do Café à prova de balas feito com manteiga. Ele é o anfitrião de Bulletproof Radio, um programa de rádio nacionalmente sindicado e podcast ranking # 1 com 50 milhões de downloads. Dave atua como presidente do Silicon Valley Health Institute. Ele também já escreveu cinco livros.

Perdeu a última dica de […]

  • Mai-Britt
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    Mai-Britt Wolthers | ‘Composições’ | Genebra – Suíça | 17.01.19 a 02.03.19

27 02, 2019

Mai-Britt Wolthers | ‘Composições’ | Genebra – Suíça | 17.01.19 a 02.03.19

Por |fevereiro 27th, 2019|Mai-Britt Wolthers, Notícias|0 Comentários

A artista Mai-Britt Wolther, dinamarquesa radicada no Brasil, abriu sua primeira exposição de 2019 na Galeria Espace L, em Genebra, na Suíça. A mostra traz um diálogo sobre composição e cor entre ela e o artista suíço Denis Jutzler. Ele faz trabalhos digitais elaborados através de fotos e impressos em papel.

As composições desses artistas, apesar de seus processos técnicos específicos, em última análise, resultam na criação de espaços fictícios. As composições de Mai-Britt são caracterizadas por um forte senso de fluidez entre os campos de cores que operam em dois níveis distintos: por um lado ela seduz o espectador através do uso de cor e uma infinidade de texturas de pintura; por outro, ela obriga o espectador a focar sua atenção em várias áreas menores e elementos dentro de suas composições. Essas narrativas são capturadas a partir de imagens originais de seus arquivos fotográficos.

Denis Jutzeler é um fotógrafo suíço que vive e trabalha em Genebra. “Composições”, sua mais recente série de obras, dá nome à exposição. Os trabalhos de Jutzeler são inspirados pela natureza. Ele sofre suas fotografias em um processo de transformação através de uma série de intervenções digitais. O fotógrafo cria as suas composições, uma nova variedade de plantas e flores, que são o assunto do trabalho dele.

Algumas de suas composições lembram um storyboard construído meticulosamente a partir de imagens compostas e equilibradas da flora indisciplinada. Jutzeler opera entre filme e fotografia; o senso de tempo que emerge de suas digitais é mais parecido para o primeiro que o posterior. Em suas obras, a multiplicidade de camadas às vezes se expande e, em outros, distorcem a imagem. Ele transforma tudo o que ele considera apropriado para alcançar um resultado desejado. O espectador […]

  • Celina Portella - _Braço dobrado_, Foto-objeto da série Dobras,
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    Celina Portella | Individual ‘Reunião-Celina Portella’ | Caixa Cultural São Paulo | 15.01.19 a 31.03.19

27 02, 2019

Celina Portella | Individual ‘Reunião-Celina Portella’ | Caixa Cultural São Paulo | 15.01.19 a 31.03.19

Por |fevereiro 27th, 2019|Celina Portella, Notícias|0 Comentários

Celina Portella abriu a individual ‘Reunião-Celina Portella’ na Caixa Cultural São Paulo. A artista contou com uma seleção de seus trabalhos realizados ao longo dos últimos 10 anos de carreira.

Com curadoria de Daniela Labra, a exposição reúne 27 peças criadas entre 2009 e 2018; uma seleção de vídeos e fotografias, evidenciando a forma original e inusitada como ela vem operando no ambíguo campo do multimídia. Nos trabalhos, Celina busca explorar a relação com o corpo e o espaço, criando movimentos, imagens e gestos coreográficos.

Entre os destaques da mostra está o trabalho mais antigo, a videoinstalação Derrube (2009). Nele, Celina interage com seu duplo em escala real, e o conjunto de três vídeos Deságua (2014). A artista permeia o universo das artes plásticas e da dança, estabelecendo diálogos entre arquitetura, cinema, performance e, ultimamente, escultura.

Na série  Dobras (2017), a artista aborda as articulações do corpo e estabelece relações formais com o espaço expositivo. Nessa série, Celina toma partido da arquitetura da sala para sua instalação. São fotos de partes do corpo ampliadas em tamanho real e dobradas, como a obra ‘Braço dobrado’. Essas molduras têm um ângulo e acabam virando como se fossem uma escultura.

Na série Puxa (2015–2016), Celina Portella também extrapola o campo visual da moldura ou o limite visual determinado por ela. Desta forma, cria tensão entre as cordas representadas nas fotografias e aquelas que, de fato, ocupam o espaço real e se conectam materialmente ao espaço.

Em Fotonovela da opressão (2018), ela parte da experimentação e interação entre pintura e imagem para criar uma narrativa com seis fotografias. Sua retórica corporal parece reagir ao avanço da tinta sobre o vidro dos quadros.

Utilizando frequentemente o próprio corpo como objeto de experimentações, Celina caracteriza sua pesquisa nos campos da representação do corpo e sua relação com o espaço.

Saiba qual foi o […]

  • Instituto Iberê Camargo
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    Shirley Paes Lemes | ‘Da tradição à experimentação’ | Instituto Iberê Camargo | Porto Alegre – RS | 26.01.19 a 10.03.19

27 02, 2019

Shirley Paes Lemes | ‘Da tradição à experimentação’ | Instituto Iberê Camargo | Porto Alegre – RS | 26.01.19 a 10.03.19

Por |fevereiro 27th, 2019|Notícias, Shirley Paes Leme|0 Comentários

Shirley Paes Leme participa da exposição ‘Da tradição à experimentação’, no Instituto Iberê Camargo, em Porto Alegre. A mostra apresenta um recorte da coleção de gravuras realizadas pelos residentes que por lá passaram no Ateliê de Gravura. Ela oferece ao público uma diversidade de obras gráficas, possibilitando-o experimentar o olhar e fazer suas próprias associações entre os artistas e suas respectivas imagens produzidas em diferentes técnicas da gravura em metal. A mostra, que segue até 10 de março, tem curadoria de Eduardo Haesbaert.

Sobre o ateliê de gravura

Iberê Camargo (1914-1994) praticou a técnica da gravura em metal desde os anos 1940. Em 1948, aprimorou-se neste campo de expressão artística na Calcografia Nazionale de Roma, durante sua residência de estudos na Europa. Nos anos 1960, a experimentação com a gravura foi muito intensa, sendo reconhecida internacionalmente na Bienal de Veneza de 1962. Até o ano de sua morte, Iberê alternava a prática da pintura com a de gravura.

Em 2001, a Fundação Iberê Camargo lança o projeto Artista Convidado do Ateliê de Gravura, coordenado por Eduardo Haesbaert; assistente e impressor de Iberê Camargo desde 1990. O ateliê, com equipamentos utilizados pelo artista em vida, é aberto à prática e à experimentação da gravura em metal. Artistas brasileiros e estrangeiros, com distintas trajetórias e formas de expressão – muitos deles sem nenhuma experiência com a gravura – experimentam e revelam suas poéticas em diversas técnicas, tais como: monotipia, plotagem, serigrafia, fotogravura e outras possibilidades gráficas, resultando sempre uma ou mais matrizes em metal, a partir das quais é realizada a edição. De 2001 a 2018, mais de 100 artistas já passaram pelo projeto.

Além de uma gravura de Shirley Paes Leme, a mostra conta com obras de nomes como Iberê Camargo, Amilcar […]

27 02, 2019

Para Ler: Dica de livro por André Andrade

Por |fevereiro 27th, 2019|André Andrade, Dicas de Livros, Notícias|0 Comentários

A obra Sanctuary: Britain’s Artists and their Studios é indicada pelo artista André Andrade. O livro oferece uma visão privilegiada dos estúdios e inspirações de quase 120 dos maiores artistas da Grã-Bretanha.

O elenco de artistas do Santuário engloba muitas maneiras diferentes de pensar e fazer arte. O livro, de grande formato, transborda fotografias especialmente encomendadas. São retratos, imagens no trabalho, locais de inspiração e entrevistas incisivas. Os artistas abrem suas mentes e também as portas dos estúdios.

É uma obra que  fala dos bastidores da vida profissional dos artistas e seus locais de trabalho. Inclui-se à obra suas mentes, suas metodologias e suas personalidades. A publicação conta com ideias, revelações e pensamentos sobre o mundo da arte moderna e a prática da arte contemporânea. Tal perspectiva proporciona uma noção vívida do que significa ser um artista trabalhando hoje.

O elenco estelar do livro conta com personagens como Frank Auerbach, Ron Arad, Banner Fiona, Peter Blake, Jake e Dinos Chapman, Martin Creed, Tracey Emin, Gilbert e George, Cornelia Parker, Grayson Perry, Paula Rego, Juergen Teller, Gavin Turk, entre outros.

Iwona Blazwick dá um A-Z de estúdios com um toque; O Studio Visitas, de Richard Cork, proporciona um passeio pessoal e vívido pelos estúdios de Francis Bacon, Lucian Freud, Bridget Riley e muito mais.

As anotações de campo de Tom Morton sobre a arte britânica no terceiro milênio são um esboço inteligente do mundo mais “selvagem” que todos os artistas habitam atualmente.

Sobre o autor

Hossein Amirsadeghi é um escritor, editor e documentarista, e a força motriz por trás de muitos livros, incluindo Sanctuary: Britain’s Artists e seus Studios, Art Studio America, Nordic Contemporary e Contemporary Art Mexico.

Dica de livro por André Andrade.

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  • Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019
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    Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019

17 01, 2019

Suzana Queiroga | ‘Cartography for Peace’ | Galeria Sput&nik the Window | Porto – Portugal | 26.01.2019 até 16.03.2019

Por |janeiro 17th, 2019|Notícias, Suzana Queiroga|0 Comentários

“Cartography for Peace“ é o título da nova exposição da artista plástica luso-brasileira, Suzana Queiroga, que será apresentada a partir do dia 26 de janeiro até 16 de março, na galeria Sput&nik the Window, no Porto, em Portugal. A mostra é um ensaio em papel livre, e inédito, com quase-modelos para obras tridimensionais, em grande escala, que irão tomar forma numa futura “escultura/instalação“.

Trata-se de uma obra-projeto que visa gerar uma pausa no espectador e reunir subjetividades em torno da paz, do conceito lato ou intrínseco, que habita em cada um de nós ou fora do ser coletivo. “É, a longo prazo, um projeto para ser realizado de diferentes formas em função das histórias e características de cada local, cidade e país”, define Suzana Queiroga.

Em “Cartography for Peace“, a artista explora ora mapas inventados, ora estuda as diferentes regiões, plantas citadinas e os tecidos urbanos, traduzindo-os em materiais como o papel, guache e recortes. Esta exposição partiu de um estudo sobre os sistemas e subsistemas citadinos, redes visíveis e invisíveis existentes nas metrópoles, sejam estas, redes de telecomunicações, de transportes, de eletricidade, de alimentação ou redes de histórias e pensamentos.

Tal como as cidades, enquanto organismos vivos e em constante mutação, também a obra de Suzana Queiroga, que estará na galeria Sput&nik the Window, traduz esta transformação e vontade de fuga. A ideia passa por conferir uma dimensão pública às suas obras de arte – algo que está bem patente no seu já vasto currículo artístico.

Nas palavras da artista, “Cartography for Peace“ dá assim o mote a uma obra futura que seja percepcionada em coletivo e que permita “instaurar um local de convívio, de relaxamento e de introspeção na forma de um mapa a ser caminhado, […]