• Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18
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    Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

29 11, 2017

Exposição do Acervo | Matias Brotas arte contemporânea | 08.12.17 a 10.02.18

Por |novembro 29th, 2017|Andrea Brown, Antônio Bokel, José Bechara, José Spaniol, Júlio Tigre, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, Notícias, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Suzana Queiroga|0 Comentários

Matias Brotas abre exposição do acervo com novos artistas e visitas guiadas para ampliar a experiência com a arte

Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira passam a integrar o time da galeria que já conta com nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol. A Mostra abre no dia 08 de dezembro e segue para visitação até 10 de fevereiro de 2018.

Uma vez por ano a Matias Brotas arte contemporânea coloca seu acervo em exposição com o objetivo de levar novas experiências aos colecionadores e apreciadores da arte, reunindo obras de seu time de artistas. Nomes como José Bechara, Antonio Bokel, Mai-Britt Wolthers, Andrea Brown, Shirley Paes Leme, José Spaniol, Suzana Queiroga, Lara Felipe, Raphael Bianco, além dos novos artistas Matias Mesquita e Ana Paula Oliveira, compõem a mostra do acervo, com mais de 20 obras de diferentes suportes, da pintura à escultura, fotografia. A exposição abre ao público no dia 08 de dezembro e segue até 10 de fevereiro de 2018. 
Diferente dos outros anos, nesta exposição, o visitante vivenciará uma experiência única, pois as visitas serão agendadas e guiadas, ou seja, será uma viagem pelo acervo, com um guia falando sobre cada obra, a história e carreira de cada artista que compõe a mostra. Segundo a galerista Lara Brotas, essa ideia das visitas agendadas busca oferecer ao colecionador ou quem deseja iniciar no colecionismo, uma experiência maior com a arte contemporânea e um conhecimento mais profundo sobre cada obra, a técnica artística e sobre o seu criador.

Uma das obras em destaque na exposição é a ‘Contenção em Bloco’ de Matias Mesquita, novo artista que passa a fazer parte do portfólio da Matias Brotas. É uma obra híbrida […]

  • Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura do Tipo Brasileira | Casa França Brasil | Rio de Janeiro | 21.11.17 a 07.01.18
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    Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura do Tipo Brasileira | Casa França Brasil | Rio de Janeiro | 21.11.17 a 07.01.18

29 11, 2017

Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto | Pintura do Tipo Brasileira | Casa França Brasil | Rio de Janeiro | 21.11.17 a 07.01.18

Por |novembro 29th, 2017|Antônio Bokel, Manfredo de Souzanetto, Notícias|0 Comentários

Antonio Bokel e Manfredo de Souzanetto estão entre os artistas selecionados que participam da coletiva ‘Pintura do Tipo Brasileira’, que abriu no último dia 21 de novembro, na Casa França Brasil, no centro do Rio de Janeiro, e segue para visitação até janeiro de 2018.

A exposição, que tem curadoria de Renata Gesomino, parte de uma sutil sugestão de contranarrativa que atravessa uma cara metodologia historiográfica chamada formalismo. Inspirada na crítica à ambição modernista de totalidade e na apreensão tipológica ou taxonômica de algumas obras circunscritas no campo pictórico, a exposição exibe trabalhos em superfícies variadas e com elementos estéticos plurais (materiais e imateriais) que vão desde a silenciosa planaridade dos colorfields às narrativas figurativas de cunho político e subversivo.

Nas palavras da curadora, a partir de uma análise crítica da produção pictórica de Raimundo Rodriguez, Osvaldo Carvalho, Manfredo de Souzanetto, Antonio Bokel, Victor Arruda, Edmilson Nunes, Rosana Ricalde, Marcos Cardoso e Felipe Barbosa, e utilizando um aparato historiográfico multidisciplinar e atento às temporalidades fragmentadas, às narrativas e às contranarrativas, “ousamos esboçar tipos possíveis de uma Pintura contemporânea Brasileira que, ultrapassando seu momento modernista antropofágico, parecem reiterar um processo identitário contínuo autofágico”.

Segundo Renata, sobre a obra de Manfredo de Souzanetto, ‘das fraturas expostas de uma temporalidade com contornos modernistas, emergiu a pintura em formato não convencional, entrecortado, anguloso e em tons terrosos de Manfredo. A abstração geométrica enquanto linguagem formal imperativa parecia ter vencido a querela que se anunciava no final do século XIX, e que se tornou plena no alvorecer do século XX. Nesse contexto, a pintura de Manfredo fala a linguagem poética dos materiais que flutuam errantes e solitários sobre o plano e que se agigantam em pequenos espaços físicos’.

Sobre a obra de Antonio Bokel, a […]

  • Matias Mesquita | Novo artista representado pela Matias Brotas
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    Matias Mesquita | Novo artista representado pela Matias Brotas

28 11, 2017

Matias Mesquita | Novo artista representado pela Matias Brotas

Por |novembro 28th, 2017|Matias Mesquita, Notícias|0 Comentários

Indicado ao prêmio PIPA 2016, o artista carioca Matias Mesquita entrou para o time da Matias Brotas arte contemporânea e é o mais novo artista do portfólio de representação da galeria.

O artista, que desde 2013 vive e trabalha em Brasília, desenvolve um trabalho híbrido de caráter pictórico e escultural, onde a imagem funde-se à materialidade da peça, num aparente contraste que funciona como complemento simbólico. A matéria do suporte opera como índice da realidade urbana contemporânea, destrinchando sua condição social, massificada e anônima.

Seguindo essa linha de trabalho, uma de suas obras que já faz parte do acervo da Matias Brotas é ‘Contenção em bloco’. Imagens realistas de céus e nuvens são pintadas sobre placas de concreto de diferentes tamanhos e formas.  A representação fiel de fotografias tomadas pelo artista do céu de Brasília, com sua característica luminosidade e arquitetura de nuvens, ao ser registrada em material tão alheio às tradições artísticas, mas tão presente à vida urbana, gera uma situação de estranheza e fria sedução. Esse instante efêmero, capturado e reproduzido pictoricamente, parece fixado, preso no concreto, como um lembrete de sua beleza frágil, de sua provisória memória e inexorável passagem do tempo.

Mesquita graduou-se em Desenho Industrial /Comunicação Visual pela PUC-Rio (Rio de Janeiro, RJ). Participou na produção de vários video-clipes de animação, muitos deles premiados pela MTV Video Music Awards Brasil. Em 2009 começa a frequentar a Escola de Artes Visuais do Parque Lage (Rio de Janeiro, RJ) e inicia sua carreira como artista plástico.

Vencedor do prêmio IBRAM na ArtRio 2011 e terceiro colocado no Prêmio 20º Encontro de Artes de Atibaia, Matias Mesquita realizou sua primeira individual em 2012, ‘Incontáveis’. De lá pra cá foram várias exposições como “O Que Pesa Mais” […]

  • Vanderlei Lopes | Instalação ‘Domo’ | Capela do Morumbi | São Paulo | 11.11.17 a 15.04.18
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    Vanderlei Lopes | Instalação ‘Domo’ | Capela do Morumbi | São Paulo | 11.11.17 a 15.04.18

28 11, 2017

Vanderlei Lopes | Instalação ‘Domo’ | Capela do Morumbi | São Paulo | 11.11.17 a 15.04.18

Por |novembro 28th, 2017|Notícias, Vanderlei Lopes|0 Comentários

O artista Vanderlei Lopes inaugurou instalação inédita ‘Domo’ na Capela do Morumbi, construção tombada do século XVII no Museu da Cidade de São Paulo. A obra fica no local para visitação de novembro de 2017 a abril de 2018.

O trabalho apresenta um domo e sua torre, com diâmetro de 4 metros por 9,5 metros de comprimento, pesando 5 toneladas. Tombado no chão em diagonal no interior da sala principal da capela, foi construído em barro, madeira e ferro. Na sala lateral, duas mesas apresentam anotações e reflexões em papéis diversos, fundidos em bronze e pintados com guache, grafite e lápis de cor. Trata-se de uma inversão em que “grande obra” surge de modo ambíguo, tombada como ruína, enquanto sobre as mesas, os esboços de caráter diverso são apresentados perpetuados em bronze.

Domo é uma estrutura de teto presente em diversas culturas. Esse elemento arquitetônico confere solenidade, poder e importância às construções que encima. Sua relação com as “esferas celestes” acrescenta dimensões sagradas a essas edificações. Para a construção de “Domo”, Vanderlei criou uma base de doze faces, número que remete ao ideal de perfeição e às diversas formas de estruturação, adotadas pela humanidade para organização do tempo como, por exemplo, as doze horas do relógio, do dia ou da noite, doze meses do ano etc.

O “Domo” da Capela do Morumbi é uma escultura de fragmento arquitetônico ideal. Foi construído a partir de elementos baseados em tipologias gótico/renascentistas. A escolha dos materiais tem o intuito de produzir fricção entre o imaginário solene que o domo evoca, e um repertório arcaico, terreno, a que o barro remete.

Construído em escala monumental e tombado no chão como uma ruína, ele preenche o interior da capela. Sua tipologia renascentista alude […]

28 11, 2017

Para Ler: Dica de livro por Miro Soares

Por |novembro 28th, 2017|Dicas de Livros, Miro Soares, Notícias|0 Comentários

“Filosofia da caixa preta. Ensaios para uma futura filosofia da fotografia”, De Vilém Flusser. Editora Annablume, 2011

Filosofia da caixa preta: ensaios para uma futura filosofia da fotografia é um livro de Vilém Flusser – filósofo tcheco que, fugindo do nazismo, viveu no Brasil por mais de trinta anos, entre 1930 e 1964, e produziu um rico pensamento entorno das mídias e da cultura.  O livro é uma obra de referência no estudo da fotografia, escrita em 1983/1985, mas está longe de ser um livro apenas sobre fotografia.

Flusser toma a fotografia como um pretexto para investigar nossa sociedade, que ele chama de “pós-histórica”: uma sociedade marcada pela decadência do texto e pela hegemonia da imagem. Essa radical transformação, segundo o filósofo, é apenas comparável ao período na Antiguidade quando o homem passou da pré-história à fase histórica, com o surgimento da escrita. Na pós-história, a “escritura” é feita com imagens técnicas, imagens produzidas por aparelhos. O livro se propõe a investigar a natureza dessas imagens e estimular revelações sobre o que se passa no interior desses aparelhos.

Miro Soares – Artista visual e pesquisador. Doutor em Artes e Ciências da Arte e professor adjunto do Departamento de Artes Visuais da Universidade Federal do Espírito Santo.

27 10, 2017

Andrea Brown| Clube do Colecionador| 4ª edição

Por |outubro 27th, 2017|Andrea Brown, Artistas|0 Comentários

A Matias Brotas arte contemporânea finaliza a entrega da última obra que compõe a 4ª edição do Clube do Colecionador, que tem curadoria do crítico de arte Agnaldo Farias. Os colecionadores estão recebendo em casa a escultura ‘Geometria’, da carioca Andrea Brown. Construída com tubos recortados e superpostos, o ferro é o elemento estrutural e o cimento, massa maleável, o rígido e o pesado. “Me instiga a experiência com esses materiais. São elementos ordinários da arquitetura que suspensos sugerem perspectivas, espaços e sombras. Proponho um olhar, onde construir é o fragmento da operação”, conta Andrea. A artista já participou de várias exposições no Brasil e exterior, estudou na École Nationale Supérieure dês Beaux-Arts, em Paris, na França e já recebeu o prêmio Novíssimos do IBEU- Instituto Brasil Estados Unidos.

  • Paulo Whitaker| 'Temas para discussões inconclusivas'| Galeria Marília Razuk| São Paulo| 05.10.17 a 04.11.17
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    Paulo Whitaker| ‘Temas para discussões inconclusivas’| Galeria Marília Razuk| São Paulo| 05.10.17 a 04.11.17

27 10, 2017

Paulo Whitaker| ‘Temas para discussões inconclusivas’| Galeria Marília Razuk| São Paulo| 05.10.17 a 04.11.17

Por |outubro 27th, 2017|Artistas, Paulo Whitaker|0 Comentários

Paulo Whitaker expõe “Temas para discussões inconclusivas” até 4 de novembro, na Galeria Marília Razuk, em São Paulo. São pinturas que causam estranheza e desconforto. Pelo menos é o que o artista procura quando as produz e é o que o leva de volta à abstração, à tela inúmeras vezes. De certa forma, estas obras estão interligadas como palavras em uma sentença. Na verdade, Paulo prefere intitular exposições a trabalhos individuais. Assim, fragmentos de pensamentos formam uma ideia comum.

Sobre o artista
Paulo Whitaker nasceu em São Paulo, em 1958. Formou-se em Educação Artística pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina (Udesc) em 1984. Frequentou como artista residente a Plug In ICA (Winnipeg, Canadá, 1991), o E-Werk Freiburg (Freiburg, Alemanha, 1992) e o Banff Centre for the Arts (Banff, Canadá, 1999). Vive e trabalha em São Paulo.

  • Julio Tigre | festival-ocupação Fábrica.Lab| Curadoria Franz Manata| Vitória| 07 a 11.11.17
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    Julio Tigre | festival-ocupação Fábrica.Lab| Curadoria Franz Manata| Vitória| 07 a 11.11.17

27 10, 2017

Julio Tigre | festival-ocupação Fábrica.Lab| Curadoria Franz Manata| Vitória| 07 a 11.11.17

Por |outubro 27th, 2017|Júlio Tigre, Notícias|0 Comentários

Julio Tigre em parceria com Victor Monteiro vai expor o trabalho “Sal diário”, no festival-ocupaçãoFábrica.Lab 2017, que acontece entre os dias 7 e 11 de novembro, na Fábrica de Ideias, em Vitória.

A obra é fruto da Residência Artística Fábrica.Lab2017, que aconteceu entre os dias 4 e 21 de outubro, no galpão do Museu Vale, em Vila Velha. O local abrigou artistas e coletivos artísticos selecionados a partir de uma chamada pública e, durante todo o período, o público pôde acompanhar o desenvolvimento dos trabalhos inéditos dos residentes, sob orientação do artista e curador Franz Manata.

Sal diário 
O trabalho dos artistas durante a Residência Artística Fábrica.Lab 2017 foi extrair sal das águas da baía de Vitória usando meios artificiais para acelerar o processo de evaporação. A dupla propôs pensar a extração do sal como um processo de “mineração” e colocar em evidência o contraste de escalas entre o volume deslocado de matéria – neste caso a água da baía – e o volume do mineral obtido – o sal extraído. A proposta gerou uma reflexão entre o que aparece e o que desaparece no processo de trabalho mecânico e em sua repetição diária durante este exercício de longa duração.

  • Vanderlei Lopes| 'São Paulo não é uma cidade - invenções do centro'| Sesc 24 de Maio| São Paulo| 19.08.2017 a 28.01.18
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    Vanderlei Lopes| ‘São Paulo não é uma cidade – invenções do centro’| Sesc 24 de Maio| São Paulo| 19.08.2017 a 28.01.18

27 10, 2017

Vanderlei Lopes| ‘São Paulo não é uma cidade – invenções do centro’| Sesc 24 de Maio| São Paulo| 19.08.2017 a 28.01.18

Por |outubro 27th, 2017|Notícias, Vanderlei Lopes|0 Comentários

Vanderlei Lopes é um dos artistas que expõem na mostra “São Paulo não é uma cidade – invenções do centro”, que segue em cartaz até 28 de janeiro de 2018, no Sesc 24 de Maio, em São Paulo. A exposição, criada especialmente para inaugurar a mais nova unidade do Sesc, tem curadoria de Paulo Herkenhoff e Leno Veras e apresenta uma possibilidade de leitura do centro de São Paulo a partir dos conceitos de cidade e os contextos da história, da arte, da arquitetura, do urbanismo, da indústria, do comércio e dos lugares emblemáticos, assim como sobre pessoas, ofícios, saberes e cotidianos dessa composição urbana complexa e diversa.

Vanderlei apresenta a obra “Catedral” (100x51x99 cm) uma escultura em bronze patinado e água do mar. É uma catedral gótica idealizada, posta no chão de ponta-cabeça, apoiada pelas próprias torres e com o espaço interno “inundada” pela água do mar. Sua planta em cruz e seu corpo escalonado para dentro, emoldura a água contida, sugerindo um abismo interno, e provoca o espelhamento do ambiente externo.  Representa uma ideia arquetípica de reconstrução do paraíso, a partir de elementos simbólicos e indiciais de uma cultura atual; ações que conjugam ideias de queda; do ocidente, do pós-guerra, ou mítica, da expulsão do casal primordial do paraíso.

A mostra, gratuita, é resultado de um processo que os curadores iniciaram há quase um ano, e exibe ao público cerca de 400 peças – entre obras de arte, documentos e objetos – de mais de 150 autores, numa tentativa de abranger ao máximo as representações da cidade e sua polifonia. 

  • José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17
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    José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

27 10, 2017

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto| Casa Cor| Porto de Vitória| Vitória – Espírito Santo| 11.10.17 a 29.11.17

Por |outubro 27th, 2017|Antônio Bokel, Celina Portella, José Bechara, Júlio Tigre, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, Notícias, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Suzana Queiroga|0 Comentários

José Bechara, Antonio Bokel, Celina Portella, Julio Tigre, Suzana Queiroga, Raphael Bianco, Shirley Paes Leme, Mai-Britt Wolthers, Manfredo de Souzanetto, são alguns dos artistas com obras selecionadas pela Matias Brotas arte contemporânea para a CasaCor ES, que acontece no Porto de Vitória. 
Suzana Queiroga expõe a instalação “Cidades-Nuvem”, feita exclusivamente para o ambiente “Casa Galeria”, das arquitetas Juliana Vervloet do Amaral e Roberta Toledo. Pairando no ar, a obra flutua como uma grande água viva, ora se camuflando com o fundo branco, ora se distinguindo do fundo azul, remetendo ao infinito.

Outra presença marcante neste mesmo ambiente é a vídeo instalação “Movimento²”, de Celina Portella, artista que este ano foi indicada pela segunda vez ao Prêmio Pipa. A obra, composta por um conjunto de 5 vídeo-objetos, traz mecanismos que movem telas de TV em sincronia com suas imagens. Na concepção da artista “a imagem do corpo aparece contida no quadro da tela, se relacionando com seus limites como se fossem limites reais do espaço em que se insere”. O projeto Movimento² foi desenvolvido na residência LABMIS 2010, no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e remontado em 2014 através do I Programa de Fomento à Cultura Carioca em Artes Visuais. Na “Casa Galeria”, o público poderá conferir os “vídeos-objetos” 1, 2 e 3, nos quais as telas são fixas e a relação com o espaço se difere pela variação das dimensões do corpo contido no frame ideográfico.

Também é possível apreciar neste ambiente, a escultura “Descanso da sala” de José Spaniol, uma cadeira em madeira (400cm x 40cm x 45cm) que tem como características a duplicação, verticalidade e elevação, como se ganhasse vida própria. “Como numa revolta contra o mundo habitual que vemos todos os dias”, descreve o crítico de arte Agnaldo Farias.

Um quadro da série Luzes, de Raphael Bianco, único disponível, também pode ser apreciado. Ele […]