• Shirley Paes Leme e José Bechara | 1ª BienalSur | Centro Cultural Kirchner –CCK | Buenos Aires - Argentina | setembro a dezembro de 2017 | Matias Brotas
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    Shirley Paes Leme e José Bechara | 1ª BienalSur | Centro Cultural Kirchner –CCK | Buenos Aires – Argentina | setembro a dezembro de 2017

30 09, 2017

Shirley Paes Leme e José Bechara | 1ª BienalSur | Centro Cultural Kirchner –CCK | Buenos Aires – Argentina | setembro a dezembro de 2017

Por |setembro 30th, 2017|Notícias, Shirley Paes Leme|0 Comentários

Shirley Paes Leme e José Bechara são um dos artistas brasileiros que participam da Bienalsur, primeira Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul. Bechara apresenta sua obra “Nuvem para Meia Altura”, na Universidad Nacional de Tres de Febrero – UNTREF, em Buenos Aires, Argentina, uma instalação que utiliza vidros e traz uma espécie de nuvem feita de papel glissini amassado.

Já Shirley, convidada a participar da Bienal, expõe sua instalação ‘Viva Agua Vida’ no Centro Cultural Néstor Kirchner –CCK, em Buenos Aires, Argentina, o maior centro cultural da América Latina e o terceiro maior do mundo. A instalação faz referência à política de imigração da Argentina, ao edifício onde encontra-se o Centro Cultural Kirchner, e à disponibilidade de água potável no mundo.

A Argentina sempre teve, tradicionalmente, uma política aberta à recepção e acolhimento de imigrantes. Tanto é assim que, em 1914, mais de 60% da população de Buenos Aires era composta de imigrantes. O atual presidente Maurício Macri mudou isto radicalmente, assinando em 30 de janeiro de 2017 um decreto que altera a lei de imigração do país, colocando pesadas restrições à entrada de estrangeiros.

O prédio do Centro Cultural está localizado próximo ao porto, em um local onde antes havia um pântano, que foi aterrado com a expansão da cidade no século XIX no início do fluxo imigratório. Esse procedimento causou grande interferência no ecossistema da área, afetando a disponibilidade de águas subterrâneas.

Na instalação VIVA AGUA VIDA, o piso da galeria recebeu um espelho em toda a sua extensão e foram colocadas no teto 56 lâmpadas de neon contendo a palavra AGUA escrita de forma invertida nos 56 idiomas diferentes que eram falados pelos imigrantes originalmente.
O piso espelhado relembra a superfície de um […]

  • Celina Portella | 'Entre Pós-Verdades e Acontecimentos' | 'Frestas – Trienal de Artes' | Sesc Sorocaba | São Paulo | 12.08.17 a 03.12.17 | Matias Brotas
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    Celina Portella | ‘Entre Pós-Verdades e Acontecimentos’ | ‘Frestas – Trienal de Artes’ | Sesc Sorocaba | São Paulo | 12.08.17 a 03.12.17

30 09, 2017

Celina Portella | ‘Entre Pós-Verdades e Acontecimentos’ | ‘Frestas – Trienal de Artes’ | Sesc Sorocaba | São Paulo | 12.08.17 a 03.12.17

Por |setembro 30th, 2017|Celina Portella, Notícias|0 Comentários

Celina Portella é uma das artistas selecionadas para 2ª edição de “Frestas – Trienal de Artes”, que acontece até dezembro, no Sesc Sorocaba, São Paulo.

Com o tema “Entre Pós-Verdades e Acontecimentos”, entre projetos comissionados, performances, residências artísticas, intervenções urbanas e trabalhos feitos exclusivamente para a internet, a Trienal tem curadoria de Daniela Labra, e apresenta cerca de 160 obras, projetos de 60 artistas contemporâneos, de 13 países e diferentes gerações, questionando as ambiguidades formais e conceituais presentes nas artes e as duvidosas verdades dos discursos midiáticos cotidianos.

Celina Portella apresenta a obra ‘Público’ (2017), uma videoinstalação interativa no qual a artista instaura a possibilidade de um novo campo relacional com os visitantes, estabelece um jogo intrincado que concilia e acumula múltiplas dimensões.

A trienal, idealizada pela equipe do Sesc, busca promover o intercâmbio entre artistas locais, regionais e internacionais, estimular pesquisas e estudos sobre a arte contemporânea e ainda proporcionar o acesso a variadas formas de manifestação cultural no interior de São Paulo, em um movimento de descentralização dos polos de arte contemporânea. Além da exposição, em uma área de 2.300 m2 construída no Sesc Sorocaba, Frestas ocupa ainda outros espaços da cidade, com instalações e intervenções em ruínas históricas, estabelecimentos comerciais, outras instituições, terrenos e espaços públicos de grande circulação.

“A proposta curatorial aponta caminhos para refletir acerca da impossibilidade de definir Verdade e Real, tanto nas narrativas políticas globais, sustentadas por redes de memes, falsos profetas e populismos midiáticos, como também na arte, cujas certezas sobre sua natureza academicamente regrada começa a ruir nas primeiras vanguardas Modernas no final do Século XIX”, diz a curadora geral, que tem Yudi Rafael como curador assistente desta edição de Frestas.

Além da mostra com mais de 160 obras, a […]

  • Rosana Paste | entre camadas | Emparede Contemporânea | Santo Antônio – Vitória | 09.10.17 a 10.12.17 | Matias Brotas
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    Rosana Paste | entre camadas | Emparede Contemporânea | Santo Antônio – Vitória | 09.10.17 a 10.12.17

30 09, 2017

Rosana Paste | entre camadas | Emparede Contemporânea | Santo Antônio – Vitória | 09.10.17 a 10.12.17

Por |setembro 30th, 2017|Notícias, Rosana Paste|0 Comentários

Rosana Paste abre no dia 09 de outubro a individual ‘entre camadas’ na Emparede Contemporânea, em Santo Antônio Vitória. A exposição faz parte do Projeto “Entre Eu, Tu e Elas” – contemplado pela EMPAREDE Contemporânea no Edital 016/2016 da SECULT-ES.

O Projeto “Entre Eu, Tu e Elas”, com curadoria de Yvana Beichior, realizado exclusivamente por mulheres (06 artistas: Mara Perpétua, Rosana Paste, Kika, Cida Ramaldes, Natalie Mirêdia e Eliana Kuster), em valorização do potencial feminino, propõe a reflexão, o diálogo e a experiência estética, através de variadas linguagens artísticas.

Confira texto na íntegra da artista Rosana Paste sobre sua individual:
o tempo perguntou pro  tempo quanto tempo o tempo tem. o tempo respondeu pro tempo, que o tempo tem tanto tempo,  que o tempo não sabe quanto tempo o tempo tem. parlendei enquanto criança e continuo panlendando. o tempo vem se constituindo como matéria prima dos meus trabalhos a alguns anos, e talvez tenha sido desde 1987 o mote do que faço. como sou artista visual, muitas relações entre imagem e texto acontecem com o passar do tempo…
tive a sorte grande de aprofundar em alguns conceitos filosóficos de Deleuze e Guattari com meu mestre Cesar Cola no doutoramento recém concluído. e eis que a parlenda do tempo é verdadeira: para esses filósofos o tempo não é linear, mas camadas que se sobrepõem e dessa forma vivemos num plano de imanência, onde os acontecimentos vividos são presente e passado ao mesmo tempo. meu eu criança está em mim e  atualizo a cada momento que vivo, por ex. eu sou camadas de tempos que hoje tem 50 anos. O tempo aqui não é de Cronos e sim de Aion que segundo  Deleuze e Guatarri (2011, p. 50, 51)
 
Mesmo quando os […]

  • Orlando da Rosa Farya | Projeto 027 | Sesi Arte Galeria | Vitória | 28.09.17 a 10.12.17 | Matias Brotas
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    Orlando da Rosa Farya | Projeto 027 | Sesi Arte Galeria | Vitória | 28.09.17 a 10.12.17

30 09, 2017

Orlando da Rosa Farya | Projeto 027 | Sesi Arte Galeria | Vitória | 28.09.17 a 10.12.17

Por |setembro 30th, 2017|Notícias, Orlando da Rosa Farya|0 Comentários

O artista capixaba Orlando da Rosa Farya, indicado ao Prêmio PIPA 2017, é um dos artistas que compõe a exposição ‘Projeto 027’, que abriu ao público no último dia 28 de setembro e segue para visitação até o dia 10 de dezembro, no Sesi Arte Galeria, no Edifico Findes, em Vitória.

O artista apresenta obras de sua série ‘Terra em transe’, inspirada no filme homônimo de Glauber Rocha”. As obras remetem ao terremoto que em 1755 arrasou Lisboa. Ele faz uma espécie de alegoria virtual com imagens distorcidas da capital portuguesa, que ele as chamou de onomatopeias da cidade.
 
Além dos trabalhos de Orlando da Rosa Farya, nesta primeira edição, o “Projeto 027” traz também os trabalhos da artista Heidi Liebermann e também representantes da nova geração, como Gui Castor e Ana De Sena, além da artista capixaba Helena Dias Sardenberg. Diferentes gerações reunidas em um único espaço para mostrar individualmente o universo artístico de cada um.
 
A exposição cria uma conversa entre artistas em suas diferentes linguagens e possibilitar que o público tenha acesso à produção local por meio de vertentes poéticas, seja por meio da pintura, colagem, vídeo, foto e desenho.

30 09, 2017

Para Ler: Dica de livro por Isabel Portella

Por |setembro 30th, 2017|Dicas de Livros, Isabel Portella, Notícias|0 Comentários

“Como não aprender a nadar”, de Jozias Benedicto, editora Apicuri

“Indico o livro “Como não aprender a nadar”, do artista visual e escritor Jozias Benedicto, lançado em 2016 pela Editora Apicuri. Jozias é um artista contemporâneo que trabalha com artes visuais e literatura, explorando intensamente as possibilidades destes dois meios.  No circuito de artes seu trabalho pode ser visto em vídeos, instalações e performances que se utilizam da ação e da palavra – poesia e ficção. Esse é o segundo livro lançado pelo artista, e apresenta textos fortes, de impacto, aliados a imagens de piscinas colecionadas pelo autor e que se constituem em outra narrativa, silenciosa e ambígua. Com este livro, Jozias conquistou o Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura (2015) na categoria Ficção (contos).

É um livro que prende o leitor com suas narrativas de memórias e situações vividas ou inventadas, e com isso o faz viajar pelas muitas piscinas e personagens inesquecíveis”, explica Isabel Portella.

  • ARTe & Mercado + Investimento | Matias Brotas e Valor Investimentos | Galeria Matias Brotas | 30 de agosto
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    ARTe & Mercado + Investimento | Matias Brotas e Valor Investimentos | Galeria Matias Brotas | 30 de agosto

27 08, 2017

ARTe & Mercado + Investimento | Matias Brotas e Valor Investimentos | Galeria Matias Brotas | 30 de agosto

Por |agosto 27th, 2017|ARTe &, Encontros, Notícias|0 Comentários

Matias Brotas e Valor Investimentos realizam encontro sobre ‘ARTe & Mercado + Investimento’

O evento, que acontece dia 30 de agosto, faz parte do projeto ‘ARTe &…’, e traz a Vitória os especialistas Fábio Szwarcwald, economista, colecionador e diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage – RJ, e Celson Placido, estrategista em mercado de investimentos.

Dando continuidade ao Projeto ‘Arte &…”, que busca oferecer novas experiências e mais conhecimento aos seus colecionadores nas mais diversas áreas em torno das artes, a Matias Brotas arte contemporânea em parceria com a Valor Investimentos realiza na galeria no próximo dia 30 de agosto, a partir das 19h, mesa-redonda sobre o tema ‘ARTe & Mercado + Investimento’.

O encontro terá a presença de dois especialistas no assunto, Fábio Szwarcwald, economista, colecionador e recém nomeado diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage – RJ, e também o convidado Celson Placido, estrategista em mercado de investimentos e comentarista de importantes programas televisivos como GloboNews, Jornal da Globo, Jornal Nacional.

Fábio Szwarcwald é um apaixonado por arte com uma coleção de dar inveja com cerca de 400 obras de nomes como Vik Muniz, Amilcar de Castro, Lygia Clark, Abraham Palatinik, Gêmeos, David Batchelor, Finok, Gisele Camargo, Manuel Eudócio, Nelson Leirner e Otavio Schiper. Além de colecionador, Fábio é economista e assumiu recentemente a diretoria da Escola de Artes Visuais do Parque Lage – RJ.

Durante a mesa-redonda, ele vai falar sobre sua experiência no mercado financeiro na visão de um colecionador que adquire obras desde 2002. Vai relatar suas próprias vivências nesse mercado em expansão, sobre o colecionismo, o porquê de investir em arte, por onde começar uma coleção.

Já Celson Placido, com 20 anos de atuação, é referência nacional quando assunto é macroeconomia e […]

  • Antonio Bokel | ‘Tudo que está coberto’ | Galeria Aura – SP | 26.08.17 a 30.09.17 | Matias Brotas
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    Antonio Bokel | ‘Tudo que está coberto’ | Galeria Aura – SP | 26.08.17 a 30.09.17

27 08, 2017

Antonio Bokel | ‘Tudo que está coberto’ | Galeria Aura – SP | 26.08.17 a 30.09.17

Por |agosto 27th, 2017|Antônio Bokel, Notícias|0 Comentários

O artista Antônio Bokel abre individual ‘Tudo que está coberto’ na galeria Aura, na Vila Madalena, em São Paulo. Com curadoria de Paulo Gallina, a exposição conta com aproximadamente 20 obras, sendo 17 pinturas e três esculturas em concreto e bronze.

A ideia para a individual surgiu durante uma caminhada com o curador, por meio da observação, ao longo do percurso, de objetos ocultos por outras superfícies – tecidos, lonas, entre outros. Com um olhar de “migrante” na cidade de São Paulo, observando as inquietações da metrópole, o artista iniciou o processo de criação da sua nova exposição.

O trabalho de Bokel transita, há mais de 15 anos, entre a linguagem urbana dos lambe-lambes, das pichações e dos grafites à colagem, à fotografia, à escultura e às telas. A partir daí, o que já era latente nos trabalhos anteriores do artista, por meio da pintura, ganha nova passagem para a forma, incluindo os suportes de escultura e fotografia. Nesta individual, por exemplo, as pinturas revelam a preocupação com o caráter gestual, como se cada linha, movimento e cor se preocupassem com o registro do ocorrido, e não com a “imagem em si”.

Nas palavras de Paulo Gallina sobre o novo trabalho de Bokel “Ao se refletir sobre o universo das artes sempre se está pensando em imagens, com frequência, entretanto, confunde-se uma obra de arte com a superfície da imagem. Talvez nas produções artísticas artes literárias ou musicais a relação entre a forma apresentada e o conteúdo discorrido não se reportem tanto às imagens sobre o papel. Com a produção em artes plásticas, no entanto, a imagem é reiteradamente tomada como sinônimo da superfície visível. Uma conclusão razoavelmente lógica, ainda que se revele como falsa no contexto da […]

  • Mai-Britt Wolthers | ‘Blue, Bleu, Azul’ | Espace_L | Genebra – Suiça | 15.09.17 a 28.10.17 | Matias Brotas
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    Mai-Britt Wolthers | ‘Blue, Bleu, Azul’ | Espace_L | Genebra – Suiça | 15.09.17 a 28.10.17

27 08, 2017

Mai-Britt Wolthers | ‘Blue, Bleu, Azul’ | Espace_L | Genebra – Suiça | 15.09.17 a 28.10.17

Por |agosto 27th, 2017|Mai-Britt Wolthers, Notícias|0 Comentários

Depois de expor na Matias Brotas arte contemporânea ao lado da artista Suzana Queiroga na coletiva ‘Blue: A Terra é azul’, desde então, Mai-Britt Wolthers continua o foco do seu trabalho no tema azul e trabalhando bastante em Genebra, na Suíça, onde abre no dia 14 de setembro a exposição ‘Blue, Bleu, Azul’ na galeria Espace_L.

A mostra reúne trabalhos de Mai-Britt e também da artista Mila Mayer. Ambas possuem trabalhos relacionados com a natureza, e, mais especificamente, com a cor azul.

O azul representa um mito e um símbolo muito usado em toda a história da arte. Desde os tempos antigos, o custo de lápis-lazúli (pedra afegão onde o azul é para ser extraído) rivalizou mesmo com o preço do ouro. Esta pedra foi então usado para fazer jóias, objetos rituais, objetos decorativos e máscaras mortuárias. O custo de importação deste mineral do deserto do Afeganistão, era muito alta. Os egípcios foram então desenvolvidos seu próprio pigmento sintético produzido com base em dióxido de silício, cobre e alcalino. Na cultura egípcia, o azul foi associado com o céu e os deuses.
 
Nos tempos medievais, a Virgem Maria tem sido muitas vezes representado na vestido azul. A escolha da cor não é apenas por causa de seu simbolismo religioso, mas também o seu valor material. Na verdade, o azul foi considerado por séculos como uma cor nobre, e pintores renascentistas como Raphael, tê-lo usado para destacar a divindade representada.
 
Na década de 1950, o artista Yves Klein criou uma tonalidade azul, que ao longo dos anos tornou-se sua marca registrada e se espalhou no mundo da arte após a Segunda Guerra Mundial. Klein blue “foi além das dimensões que outras cores não pode alcançar.
 
A exposição ‘Blue, Bleu, Azul’ […]

  • Suzana Queiroga | Prêmio Marcantonio Vilaça 2017 | MuBE - Museu Brasileiro da Escultura | São Paulo | até 01.10.17 | Matias Brotas
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    Suzana Queiroga | Prêmio Marcantonio Vilaça 2017 | MuBE – Museu Brasileiro da Escultura | São Paulo | até 01.10.17

27 08, 2017

Suzana Queiroga | Prêmio Marcantonio Vilaça 2017 | MuBE – Museu Brasileiro da Escultura | São Paulo | até 01.10.17

Por |agosto 27th, 2017|Notícias, Suzana Queiroga|0 Comentários

A artista Suzana Queiroga foi uma das 20 finalistas da 6ª edição do Prêmio Marcantonio Vilaça, um dos mais tradicionais prêmios de arte do país com mais de 12 anos de realização. Além do prêmio, os finalistas participam de uma exposição coletiva aberta ao público até o dia 1º de outubro, no MuBE – Museu Brasileiro da Escultura, em São Paulo.

Suzana Queiroga, que é uma das artistas representadas pela Matias Brotas, participa da mostra com a obra “TOPOS”, uma instalação criada especialmente para a exposição, que utiliza a técnica mista, configurações e dimensões variáveis.
Em cinco edições, 25 artistas e dois curadores foram contemplados pelo prêmio Marcantonio Vilaça com bolsas para produção de trabalhos, que percorreram todo o Brasil em mostras itinerantes. O prêmio propõe a integração das artes em suas diversas manifestações e promove o fortalecimento dos acervos públicos brasileiros. Também estimula a diversidade e a compreensão de valores éticos e estéticos por meio de iniciativas de arte-educação.

Quem foi Marcantônio Vilaça
Marcantônio Vilaça projetou a arte contemporânea brasileira internacionalmente, promoveu a participação de artistas nacionais em bienais, feiras e grandes museus no exterior. Também investiu em exposições de artistas estrangeiros no Brasil, garantindo acesso do público brasileiro para a produção contemporânea mundial.

Vilaça nasceu em Recife (PE) em 30 de agosto de 1962. Nos anos 1970, ainda adolescente, adquiriu a sua primeira obra de arte: uma xilogravura do mestre pernambucano Gilvan Samico. Era a primeira obra de sua coleção. A última foi o vídeo Dream, do artista inglês Hadrian Pigott, adquirida em 1999.

Em 1976, Marcantônio Vilaça transferiu-se para Brasília, onde concluiu os estudos secundários e iniciou, na Universidade de Brasília, o curso de Direito. Concluiu a graduação na Universidade Mackenzie em São Paulo, para onde se […]

27 08, 2017

Para Ler: Dica de livro por Lara Felipe

Por |agosto 27th, 2017|Antônio Bokel, Dicas de Livros, Notícias|0 Comentários

“Sete dias no mundo da arte”, de Sarah Thornton.

Com base em centenas de horas de “observação participativa” e mais de 250 entrevistas com artistas, marchands, curadores, críticos, colecionadores e leiloeiros, “Sete dias no mundo da arte” exploram momentos ícones do mundo artístico contemporâneo. É um mergulho na elite da arte contemporânea internacional e uma prazerosa jornada por um ambiente que movimenta egos, sentidos e milhões de dólares.

Sara Thornton é canadense, graduada em História da Arte e ph.D em Sociologia da Cultura. Antes de escrever ‘Sete Dias no Mundo de Arte. Bastidores, Tramas e Intrigas de um Mercado Milionário’, ela foi colaboradora com textos sobre arte e o mercado na Art Forum, The Art Newspaper, The Guardian e The New Yorker. Após mais de 250 entrevistas, ela narra o que acontece na Arte em sete situações: Leilões, a crítica, a feira de Basel, o prêmio Turner, a revista Art Forum, a visita ao ateliê Tagashi Murakami e a Bienal Veneza. O livro é de leitura fácil e agradável.