2008

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Exposição “Nomadismo e Territorialização”
COLETIVA
de 04 de novembro a 23 de dezembro de 2008

Exposição “Nomadismo e Territorialização”
COLETIVA
de 04 de novembro a 23 de dezembro de 2008

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Coletiva
JOÃO WESLEY DE SOUZA | JÚLIO TIGRE | MIRO SOARES | MÔNICA NITZ
PAULO VIVACQUA | RAPHAEL BIANCO | RAQUEL GARBELOTTI
REGINA RODRIGUES | RICARDO MAURÍCIO | VILAR

Nomadismo e territorialização reúne trabalhos de alguns artistas que dialogam, cada um a seu modo, com a situação em que se encontra a arte desde os últimos quarenta anos. Esta situação se deve à dissolução da especificidade formal das obras, da crise da própria noção de obra e do vácuo deixado pela falência do projeto ético e político que caracterizou a modernidade. As obras expostas operam a partir desta perda de lugar da arte contemporânea, seja propondo novas territorializações, seja aprofundando os sintomas desta perda.

O atual estado de coisas começou a configurar-se na modernidade, quando a arte afastou-se deliberadamente da tarefa de produzir imagens verossimilhantes do mundo visível para ocupar-se da investigação de seus próprios meios de expressão. A exemplo da filosofia moderna, buscava tornar-se, tanto quanto possível, uma atividade capaz de operar uma crítica de si mesma. Assim, ela deixou de contemplar o mundo como paisagem e passou a olhar para aquilo que julgou ser a sua própria interioridade.

Não demorou muito para que a noção de meio de expressão passasse a ser sentida como uma restrição de ordem meramente normativa e arbitrária. De fato, nada autoriza a consideração da arte como algo que se manifesta necessariamente a partir de certos meios consagrados pela tradição. A produção artística do final dos anos de 1960 e de começo dos anos de 1970 operou, em grande medida, a partir do questionamento da autoridade desses meios, e do conseqüente prestígio que ela confere às noções de pintura e escultura. Propôs, com muita eficácia, uma arte que negava fundamentar-se na sintaxe dos meios, […]

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Exposição “Acervo”
COLETIVA
de 31 de agosto a 31 de outubro de 2008

Exposição “Acervo”
COLETIVA
de 31 de agosto a 31 de outubro de 2008

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Coletiva
FÁBIO MIGUEZ | FERNANDO AUGUSTO | LINCOLN GUIMARÃES DIAS
MANFREDO DE SOUZANETTO | MIRO SOARES | MÔNICA NITZ
ORLANDO DA ROSA FARYA | ROSA OLIVEIRA
A galeria de arte Matias Brotas arte contemporânea convida o público para apreciar a exposição de seu acervo, que conta com obras de artistas com percurso profissional consolidado.
Dentre os artistas que fazem parte da mostra encontram-se Fábio Miguez, Fernando Augusto, Lando, Lincoln Dias, Manfredo Souzanetto, Miro Soares e Mônica Nitz. Destaque para a carioca Rosa Oliveira, com trabalhos recém chegados de seu ateliê no Rio.

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Exposição Duo
HÉLIO COELHO & VILAR
de 13 de abril a 21 de maio de 2008

Exposição Duo
HÉLIO COELHO & VILAR
de 13 de abril a 21 de maio de 2008

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A galeria Matias Brotas arte contemporânea, com o objetivo de comemorar os dois anos de sua atuação no cenário artístico capixaba, trouxe ao seu espaço as mostras dos artistas Hélio Coelho e Vilar, num projeto de aproximação conceitual entre suas, aparentemente, tão distintas obras.
Ao trabalharem paralelamente questões relativas ao valor real das cédulas de dinheiro e ao valor ilusório do brilho metálico do ouro, a construção, bem como a montagem dos trabalhos, proporcionou ao percurso destes uma enveredação por especificidades respectivas às suas próprias poéticas, resultando em obras que ganharam força e representatividade na trajetória de cada uma delas, sem perder a unicidade do projeto.
Hélio Coelho, artista visual autodidata oriundo de Resplendor – MG, residente há muitos anos em Vila Velha – ES, tem trabalhado a vida toda em intermináveis desenhos feitos à noite. Desde criança, faz uso desta atividade para pegar no sono quando, ao adormecer, sonha e o sonho o leva para as remotas imagens, memórias de várias partes, que acabam aflorando-se em seus preciosos desenhos. Uma recriação de um universo muito particular, mas que de alguma forma torna-se reconhecível a todos. Ao pintar o “hall” de entrada da galeria, disponibiliza para o público um verdadeiro mergulho na sua pintura e no próprio e tão autêntico grafismo. Continuando e pintando toda a parede, cria um espaço de imersão que engolfa totalmente o corpo e o imaginário do observador, promovendo deste modo uma experiência no mínimo diferente com a pintura e o desenho. Nos outros trabalhos da exposição, Hélio utiliza outros suportes, alguns usuais, como tela, e outros nem tanto, como notas de dinheiro antigas, sem perder o tom expressivo de suas “garatujas” ou “aparições”, que vão cedendo elegantemente o espaço da galeria […]

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Exposição “A última casa A última paisagem”
COLETIVA
de 14 de dezembro de 2007 a 30 de janeiro de 2008

Exposição “A última casa A última paisagem”
COLETIVA
de 14 de dezembro de 2007 a 30 de janeiro de 2008

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Coletiva
ANDRÉA BROWN | BOB WOLFENSON | BRÍGIDA BALTAR | CARMELA GROSS
CÁSSIO VASCONCELOS | DANIEL SENISE | DORA LONGO BAHIA | FRANCISCO FARIA
GEÓRGIA KYRIAKAKIS | JOSÉ BECHARA | JOSÉ SPANIOL
RAFAEL ASSEF | RUBENS MANO | FERNANDO AUGUSTO
Pinturas, fotografias, desenhos, instalações, esculturas e maquetes trouxeram a público uma gama insuspeitada de significados do binômio CASA – PAISAGEM, através do olhar agudo de um seleto grupo de quatorze artistas, com ampla repercussão no cenário da arte contemporânea nacional.
O curador da exposição, professor da USP, crítico de arte e consultor de curadoria do Instituto Tomie Othake de São Paulo, Agnaldo Farias, reuniu artistas que, mesmo de diferentes gerações, compartilham o gosto pela experimentação e mostram que a relação entre casa e paisagem ainda não se esgotou. Mais do que isso, para estes artistas o interesse por esta problemática bipolar ainda se mantém extremamente fértilno campo de pesquisa e pensamento artístico.
Expressões variadas em diferentes suportes, linguagens, formatos e técnicas, fonte de poesia, de comentários ácidos e de novas propostas formaram “A última casa A última paisagem”. Nas palavras do curador, “um ambicioso projeto” que tomou simultaneamente os espaços da Matias Brotas arte contemporânea e da Galeria Espaço Universitário, em uma parceria inédita entre instituições privada e pública, buscando fomentar o interesse cultural em todas as classes disponíveis nessa inter-relação.
Curadoria e Texto Crítico por Agnaldo Farias.