A artista carioca Suzana Queiroga, que está com exposição individual em Portugal, na cidade de Guimarães, acaba de ser contemplada com o prêmio de aquisição CMVNC – Câmara Municipal da Vila Nova de Cerveira, na XVIII Bienal de Cerveira. Esta Bienal é a mais antiga e importante de Portugal. Este é mais um prêmio para o rico e premiado portfólio da artista, que aliás, faz parte da 2ª edição do Clube do Colecionador de Arte da Matias Brotas Arte Contemporânea e, que em outubro, fará na Galeria exposição coletiva ao lado de Mai-Britt Wolthers.

Atuante desde os anos 80, Suzana trabalha com uma grande diversidade de meios em sua pesquisa, como pintura, escultura, infláveis, vídeos e instalações. Sua obra está relacionada às ideias de fluxo e conexões de sistemas dinâmicos. Seu trabalho se destaca pela inteligência com que articula operações improváveis e radicais e no que se desprende das tradições para se lançar em um campo amplo de possibilidades que permite infinitas configurações. Sua obra, como numa verdadeira rede, articula diferentes meios que se entrecruzam formando um todo poético e contemporâneo.

Suzana já recebeu mais de 10 premiações nacionais entre elas, o 5º Prêmio Marco Antonio Vilaça/Funarte para aquisição de acervos, em 2012, Prêmio Nacional de Arte Contemporânea/Funarte em 2005, a Bolsa RIO ARTE em 1999 e os X e IX Salões Nacional de Artes Plásticas, entre outros. A artista já recebeu mais de 10 premiações nacionais entre elas, o 5º Prêmio Marcantônio Vilaça /Funarte para aquisição de acervos, em 2012; Prêmio Nacional de Arte Contemporânea/ Funarte, em 2005; a Bolsa RIO ARTE, em 1999; e os X e IX Salões Nacional de Artes Plásticas, entre outros. Participou de inúmeras coletivas nacionais e internacionais como em Madri, Berlin, Buenos Aires, além de diversas individuais, sendo a mais recente em curso, a mostra “ÁguaAr”,em Portugal.